segunda-feira, 16 de agosto de 2010

A Redenção em Romanos - Lição 08

O Homem de Romanos 7
(Romanos 7)

Introdução: Na semana passada aprendemos que, pelo batismo em Jesus, nós “morremos para o pecado” (Romanos 6:2). Aprendemos que isso quer dizer que somos “libertados do pecado” (Romanos 6:18). Como ist0 funcionou na última semana? Você acha que teve uma semana livre de pecados? Teve o prazer de viver uma vida perfeita? Se não, qual você acha que é o problema? Se você tivesse prestado mais atenção à lição da semana passada, estaria livre do pecado? Ou você está tendo problemas para avaliar os escritos de Paulo em comparação com a realidade da tua vida? Uma vez que a Bíblia é a verdade e a infalível palavra de Deus, precisamos cavar mais fundo para descobrir o que Deus está tentando nos ensinar. Vamos mergulhar na continuação da mensagem de Paulo!

I. Mortos

A. Leia Romanos 7:1. Quantos pecados as pessoas mortas comentem? (Nenhum.)

1. Você diria isto tem a ver mais com o fato de estarem mortos do que com a autoridade da lei?

a. Em caso afirmativo, como você explica a declaração de Paulo?

B. Leia Romanos 7:2-3. A mulher aqui está viva. Como a liberdade da mulher é uma ilustração de que a lei não tem autoridade sobre pessoas mortas? (É o homem quem iria reclamar se sua esposa se casasse com outro homem. A lei lhe dá autoridade para fazer uma reclamação contra sua esposa. Mas quando ele morre, nem ele nem sua esposa estão vinculados à sua ação legal. A autoridade legal morre com a pessoa.)

C. Leia Romanos 7:4. Vamos analisar esta analogia. Quem representa você na analogia de Paulo? A esposa, o marido morto ou a novo marido? (a esposa.)

1. Quem é representado pelo marido morto? (A lei.)

2. Quem é representado pelo novo marido? (Jesus – “Aquele que ressuscitou dos mortos”.)

3. Se o teu relacionamento com a lei é semelhante ao relacionamento de uma esposa para com um marido morto, o que isto quer dizer com relação à nossa obrigação para com a lei? (Ela não tem autoridade sobre você.)

a. Mais adiante, Paulo fala contra a cobiça. Se a lei contra a cobiça é semelhante a um marido morto, posso cobiçar tudo o que eu quiser? (A autoridade da lei era esta: se você a quebrar, você morra. Quando Jesus morreu, aqueles que O aceitam no batismo, morreram. Portanto, a autoridade da lei contra a cobiça (se você cobiçar, vai morrer) não tem mais força. A penalidade foi paga.)

4. Se o que acabei de escrever é verdade, o que podemos dizer da última frase de Romanos 7:4: “a fim de que venhamos a dar fruto para Deus”?

a. Cobiçar é um fruto para Deus? (É claro que não! Em vez de evitar cobiçar por que seríamos mortos por causa disso, agora nós evitamos cobiçar por cause de nosso amor para com Deus.)

b. Todos estão livres da lei? (Se você não morreu com Jesus no batismo, então a autoridade da lei está sobre você e você morrerá pelos pecados que cometeu.)

II. Novo Serviço

A. Leia Romanos 7:5. A lei me leva a pecar? (Não por si mesma. Paulo diz que quando a nossas “paixões pecaminosas” estavam no controle de nossas vidas, então o mandamento contra a cobiça nos levava a cobiçar.)

1. Isto parece certo para você? Você já viu um belo carro, ou uma formação rochosa interessante com uma placa “Não toque”? O que te vem à mente? (Tocar!)

2. Recentemente fui a um belo museu automobilístico. Não havia absolutamente nenhuma placa “Não toque”. Eu pensei: “Eles devem ter uma regra assim. Os outros museus têm!” O fato de que a regra para não tocar deveria existir me fez lutar comigo mesmo se eu deveria tocar. (Eu toquei, uma vez, furtivamente!)

B. Leia Romanos 7:6. Estamos livres para pecar da forma que quisermos? (Não. Nós [estamos livres para que} “sirvamos conforme o novo modo do Espírito.”)

1. “Servir”. O que isto quer dizer? (Lembre-se do que estudamos na semana passada. Romanos 6:17-22 nos disse que agora somos “escravos da justiça.” O benefício de ser um escravo da justiça é que ela “leva à santidade” (Romanos 6:22).)

2. O que isso nos fala acerca do pecado? Não precisamos mais nos preocupar com ele?

a. A analogia de Paulo diz que estamos casados com um novo marido: Jesus. O que o nosso novo marido diz acerca do pecado? (Isto nos leva ao centro absoluto das coisas. Jesus morreu por causa das exigências da lei. Nossa compreensão disto, nosso amor por Jesus por causa do que Ele tem feito {por nós}, significam que queremos obedecer a Jesus. Em vez de ver placas de “Não toque” no museu de carros, agora nós amamos o carro e não vamos querer danificá-lo tocando-o.)

III. A Lei e Eu

A. Leia Romanos 7:7-11. A lei é má? (Não. A lei é boa, porque ele me mostra a vontade de Deus. Ela ilumina o pecado.)

1. Se a lei é tão boa, por que ela é um problema? (Porque não consigo cumpri-la. Ela me mostrou a maneira de viver corretamente, mas não consigo fazer isso por mim mesmo. Isto quer dizer que eu morreria por causa das exigências da lei.)

B. Leia Romanos 7:12-13. Se a lei não é má, o que é então? (Santa, justa e boa!)

1. Alguns cristãos dizem que a lei foi abolida. Isto parece estar certo, baseado no que acabamos de ler? (Não. A lei é boa. A lei é o nosso instrutor. A lei mostra o santo padrão de Deus. Apenas não estamos sob sua autoridade, porque morremos quando Jesus morreu. Portanto, a lei não pode mais nos matar, enquanto permanecermos em Jesus.)

C. Leia Romanos 7:14-20. Por que eu não consigo guardar a lei? (A lei é boa e eu não sou.)

1. Note que Romanos 7:14 diz que eu sou um “escravo do pecado”. Pensei que havíamos aprendido na semana passada (Romanos 6:16-18) que não sou mais um escravo do pecado, mas um escravo da justiça. Que escravidão é esta? (Penso que Paulo está falando do homem natural.)

a. Romanos 7:20 diz que “o pecado” me faz fazer isso, não eu mesmo. Isto quer dizer que não somos responsáveis pelos nossos pecados?

D. Leia Romanos 7:21-24. Paulo parece estar escrevendo sobre como ele costumava ser e como ele é agora? (Certamente que parece ser agora.)

1. Quando decidimos que Paulo estava escrevendo antes sobre o homem natural, isto deveria estar no passado, certo? (Aparentemente não!)

E. Leia Romanos 7:25. Paulo é escravo do pecado e escravo da justiça? (É triste, mas sim! Ele tomou a decisão mental de seguir a Jesus. Seu corpo ainda não foi convertido!)

1. Estamos no mesmo barco? (Louvado seja Deus por estas esclarecedoras palavras de Paulo. Anteriormente, Paulo escreveu (em Romanos 6:6) que “o nosso velho homem foi crucificado com [Jesus], para que o corpo do pecado seja destruído, e não mais sejamos escravos do pecado.” Este texto sugeria que a batalha com o pecado na minha vida me mostrava que eu não estava à altura dos padrões cristãos. Mas a admissão de Paulo de que ele também tem a sua natureza pecaminosa, a qual lhe traz problemas todos os dias, faz com que eu me sinta muito melhor.)

2. Note Romanos 7:22-23 novamente. Alguma coisa que estudamos até aqui significa que podemos ignorar com segurança a lei de Deus? (Paulo diz que uma “guerra” está acontecendo em nossas vidas. Precisamos da lei para nos lembrar do padrão de Deus. Precisamos do Espírito de Deus para nos guiar no caminho. Mas, ainda temos uma guerra contra o pecado em nossas vidas. Louvado seja Deus que a lei não tem autoridade sobre nós. Quando descobrimos que ainda estamos cometendo erros, ainda somos apanhados pelo pecado, a boa notícia é que já pagamos a penalidade da lei através de Jesus Cristo, nosso Senhor! Contudo, isto não nos livra da responsabilidade de continuar guerreando contra o pecado em nossa vida. Ao contrário, isto nos dá o motivo para guerrearmos, com o poder do Espírito Santo, contra o pecado em nossas vidas.)

F. Amigo, você vê que não pode vencer a guerra contra o pecado? Você vê que a morte eterna é o teu destino? A única maneira de escapar é aceitar a vida e morte de Jesus em teu lugar. Você vai aceitar hoje a oferta de Jesus? Vai ser batizado, se ainda não foi, para que a penalidade da lei em teu caso seja paga e você possa ter a esperança da vida eterna?

IV. Próxima Semana: Liberdade em Cristo

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Direito de Cópia de 2010, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses.
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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

A Redenção em Romanos - Lição 07

Vitória Sobre o Pecado
(Romanos 6)

Introdução: A lei tomou uma surra nos nossos últimos estudos. Não apenas ela não é a chave para a salvação, mas não é nem mesmo uma descrição de todos os pecados. A lei pode estar abatida e sangrando, mas não está fora, porque o pecado ainda faz parte do quadro. Esta semana começamos com o argumento de Paulo acerca da importância de um comportamento correto. Isto envolve a lei? Em caso negativo, o que envolve? Vamos mergulhar no nosso estudo e descobrir!

I. Pecando?

A. Leia Romanos 6:1. Por que Paulo está fazendo essa pergunta? Depois de estudar os dois últimos capítulos, não é razoável concluir que o pecado é irrelevante? (Sim. Se somos salvos por aquilo que Jesus fez, se nossas ações não podem nos salvar, então devemos concluir que podemos continuar pecando e não nos preocuparmos com isso, porque a graça de Jesus irá cobrir tudo.)

B. Leia Romanos 6:2. A resposta de Paulo é clara? (Não existe ambigüidade aqui. Paulo diz que “de maneira nenhuma” deveríamos continuar em pecado.)

1. Por que deveríamos evitar o pecado? (Nós morremos para o pecado.)

a. Você notou quando isso aconteceu na tua vida? Se não, sobre o que Paulo está falando?

C. Leia Romanos 6:3-4. O que Paulo quer dizer quando fala que nós morremos para o pecado? (Agora estamos vendo o momento exato em que morremos para o pecado. Quando somos batizados, morremos a morte para o pecado que Jesus morreu. Quando nos levantamos da água depois do batismo, somos levantados para uma nova vida.)

1. À vezes eu sinto que outro batismo (ou dois) seria útil para mim. E você? Você sente que uma limpeza de verdade seria útil para a tua natureza espiritual? (Leia I Coríntios 10:16-17. Penso que esta é a maneira pela qual podemos manter a nossa experiência do batismo. Para usar uma analogia automotiva, a Comunhão é a “revisão” periódica do batismo para o nosso ser interior.)

II. Nova Vida, Passado Morto?

A. Leia Romanos 6:5-7. Por que Paulo escreve acerca da ressurreição de Jesus quando está se referindo à nossa atitude com relação ao pecado? (Jesus foi ressuscitado para a vida no céu. Ele foi ressuscitado para um lugar onde o pecado não está presente. Esta deveria ser a nossa atitude com relação ao pecado. Desejamos progredir para um lugar onde o pecado não reine mais em nossa vida.)

1. O pecado leva à morte. Nós morremos para o pecado? (Quando Jesus morreu na cruz, nós morremos.)

a. Como isso é consistente com a idéia de que morremos para o pecado em nosso batismo? (A conclusão lógica é que nós abraçamos a nossa morte com Jesus quando somos batizados.)

B. Leia Romanos 6:8-10. A nossa morte para o pecado é automática? Se tivermos um batismo bom e apropriado, não temos mais desejo de pecar?

1. Depois do batismo, a morte não tem mais domínio sobre nós? (Paulo não diz isso especificamente. Neste ponto ele está apenas escrevendo claramente acerca de Jesus. Mas vamos continuar lendo.)

C. Leia Romanos 6:11-12. Quando Paulo escreve “da mesma forma”, está dizendo que a nossa experiência é a mesma que Jesus teve: crucificado uma vez para o pecado e pronto?

1. O que isso nos ensina acerca do pecado pós batismo em nossa vida? É uma questão de escolha? (Sim, é uma questão de escolha. Não é automático e não é “uma vez só e não preciso mais me preocupar com isso”. Paulo diz “não permitam que o pecado continue dominando os seus corpos mortais”. Não “obedeçam aos seus desejos [maus]”. Isto me diz que, “da mesma forma”, é uma questão de objetivos – é o alvo que estabelecemos diante de nós. O pecado ainda está presente, mas precisamos fazer a escolha de não permitir que ele me domine.)

2. Quando Paulo escreve acerca de “aos seus desejos [maus]”, está falando dos desejos maus do meu corpo depois do batismo ou dos desejos maus do pecado? (Isto não importa, porque quaisquer que sejam, temos que lidar com eles.)

3. Quando Paulo escreve acerca do meu corpo “mortal”, isto é diferente do corpo “ressuscitado” que tenho em Jesus depois do meu batismo? (Aparentemente, ainda temos um corpo “mortal” conosco depois do nosso batismo. Paulo está, no mínimo, ensinando que ainda temos que lidar com o problema do pecado depois que somos batizados. {Se participamos da morte e ressurreição de Jesus através do batismo, estamos salvos, fomos purificados com Ele. Portanto, devemos viver como Ele viveu. Assim como Ele obedeceu,} temos uma obrigação de obedecer a lei de Deus. “Não podeis mudar vosso coração, não podeis por vós mesmos consagrar a Deus as vossas afeições; mas podeis escolher servi-Lo.” (E. White, Caminho a Cristo, p. 47.)

III. Conselhos Práticos para a Vida e a Lei

A. Leia Romanos 6:13. Que conselho prático Paulo nos dá para evitarmos permitir que o pecado seja o nosso mestre?

1. Como você pode seguir este conselho, do ponto de vista prático? Por exemplo, o que quer dizer “oferecer” os membros do teu corpo? E sobre quais “membros” estamos falando? (Se decidimos fazer alguma coisa, primeiro usamos os nossos cérebros para decidir como fazer. Depois, usamos as nossas mãos, pés e costas para executar. É sobre isso que Paulo está escrevendo. Faça um esforço consciente para não planejar e executar o pecado. Ao contrário, planeje e execute coisas que contribuem para o avançamento do Reino de Deus.)

a. Pense apenas por um momento sobre os planos nos quais você está trabalhando hoje ou nesta semana. Eles estão contribuindo para o avançamento do Reino de Deus, para o avançamento do teu reino ou para o avançamento do pecado?

B. Leia Romanos 6:14. Este texto está dizendo que a lei está morta? Ou, pelo menos, morta no que diz respeito à tua vida?

1. Como a lei pode estar morta se o pecado ainda está vivo?

2. Leia Romanos 3:19-21. Como este texto explica aquela idéia de que não estamos “debaixo da lei”? (Tudo o que a lei faz (e esta é uma obra importante) é nos tornar conscientes do pecado. Ela não pode nos salvar. Portanto, no que diz respeito à nossa salvação, não estamos “debaixo da lei”, mas “debaixo da graça”! A lei está bastante viva e, como um professor, está nos instruindo sobre o nosso problema com o pecado. Ela simplesmente não é o meio pelo qual somos salvos.)

C. Leia Romanos 6:15-16. O que este texto diz a respeito da saúde relativa da lei? (Esta é a segunda vez que Paulo nos fala neste capítulo que ainda precisamos estar engajados na batalha contra o pecado. Acabamos de aprender que lei nos torna conscientes do pecado. Paulo nos diz que a despeito da graça (ou por causa da graça) não deveríamos ainda continuar pecando. Portanto, a lei é uma ferramenta importante para identificar o(s) problema(s) com o pecado na nossa vida que precisa(m) ser evitado(s).)

1. Vamos ser práticos. O pecado normalmente é agradável. Por que preocupar com o pecado? Se somos salvos pela graça, qual é a vantagem que eu tenho em evitar o pecado?

2. Certa vez ouvi um cristão dizer, acerca de um pecado planejado, “Deus vai me perdoar”. É este o ponto – se Deus vai nos perdoar dos pecados intencionais? (O pecado é progressivo. O pecado nos escraviza. Esta escravidão traz a morte.)

D. Leia Romanos 6:17-18. Você se sente “liberto” do pecado?

1. Uma vez que eu ainda luto com o pecado, isso quer dizer que em algum lugar eu fiz uma curva para o lado errado?

E. Leia Romanos 6:19. Por que Paulo me chama de limitado? Que diferença faz se eu sou limitado ou não, uma vez que sou um escravo? Que escolhas um escravo tem? (Esta é a resposta às nossas últimas perguntas. Nós ainda lutamos com o pecado porque somos limitados. Paulo nos ensina que o pecado e a justificação são progressivos. Se você continua escolhendo o pecado, vai se aprofundar no pecado e se tornará mais firmemente ligado a ele. Se você continua escolhendo a justificação, vai se tornar consistentemente mais justo até que o impulso para o pecado se torne pequeno. Não deveríamos sentir que há algo errado conosco se ainda lutamos com o pecado.)

F. Leia Romanos 6:20-23. A nossa escolha entre o mal e o bem é uma escolha fácil? (Penso que este conselho é para adultos. Paulo diz para olharmos para trás e vermos como a obediência e a desobediência afetaram a nossa vida. Paulo nos ensina que a obediência traz benefícios práticos durante a nossa vida e a vida eterna depois da morte.)

G. Amigo, o que a tua história pessoal te ensina? Todos nós continuamos a ter que fazer escolhas. Ou nós escolhemos seguir a Deus e andar na senda da justificação progressiva ou escolhemos seguir a Satanás e andar na senda do pecado progressivo. A tua senda até pode ser um ziguezague. Mas se você usa a lei de Deus e a tua consciência como guias para as escolhas que faz, o teu ziguezague será em direção à justificação! Por que não decidir hoje escolher a senda em direção à santidade?

IV. Próxima Semana: O Homem de Romanos 7

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Direito de Cópia de 2010, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses.
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terça-feira, 3 de agosto de 2010

A Redenção em Romanos - Lição 06

Expondo a Fé
(Romanos 5)

Introdução: Você se lembra de algum momento quando alguém que você amava estava infeliz com você? E se o teu cônjuge está infeliz com você? Você não se sente bem com isso, certo? E quando o teu chefe está infeliz com você? Isto causa preocupação, porque o teu chefe poderia causar problemas reais. Deus é mais ou menos como o nosso chefe e nosso cônjuge juntos. Deus deveria ser a última pessoa que queremos ver infeliz conosco. Porém, uma vez que Ele é um Deus perfeito e nós somos seres humanos pecaminosos, temos um problema sério. Esta semana vamos aprender como a vida perfeita de Jesus e Sua morte pelos nossos pecados nos reconciliaram com Deus. Também aprenderemos alguma coisa nova acerca da natureza do pecado. Vamos pular direto para dentro do nosso estudo de Romanos e aprender mais!

I. Paz

A. Leia Romanos 5:1. O que nos traz paz com Deus? (A fé em Jesus nos justifica.)

1. Imagine que teu cônjuge está com muita raiva de você. A tua resposta é que “a esposa do João” ou “o marido da Maria” é um bom cônjuge e, portanto, teu cônjuge deveria parar de ficar com raiva de você. Você acha que isso vai funcionar? (É claro que não! Isso vai piorar as coisas, porque o “bom cônjuge” vai fazer com que você pareça ainda pior.)

a. Por que isto não funciona assim com Jesus? O fato que Ele viveu uma vida perfeita deveria fazer a minha vida parecer ainda pior!

B. Leia Romanos 5:2. Este texto explica por que a vida perfeita de Jesus não faz as coisas ficarem pior para nós. O que este texto sugere? (Jesus nos dá acesso à graça. Penso que a graça é uma mistura entre ser contente e caridade. Recebemos um presente, o presente de podermos entrar alegremente na presença de Deus. Nosso Deus, que deveria estas infeliz conosco por causa do nosso pecado, não está, porque Jesus cobriu os nossos pecados.)

1. Note a última parte de Romanos 5:2. Por que estamos felizes? (Nos regozijamos porque agora temos a esperança de vivermos na glória de Deus. Viver com Ele no céu e na terra renovada. Quando nosso cônjuge ou nosso chefe está infeliz conosco, isto afeta a nossa atitude. Como Jesus mudou a nossa situação, deveríamos sentir alegria porque nos foi dada a esperança de um grande futuro.)

C. Leia Romanos 5:3-5. Espere um minuto. Estávamos indo bem. Eu estava no máximo da minha felicidade. Deus estava feliz comigo. E, eu não tinha que fazer coisa alguma por esta felicidade! Agora Paulo está me falando sobre coisas muito desagradáveis. Por Paulo fala sobre sofrimento?

1. Quando você estava lendo toda a minha “conversa feliz”, pode ter resmungado e dito, “Fala sério!” Alguém já te disse que a tua fé não é “muito realista”? Que não é “prática”? (Paulo reconhece que toda essa “conversa feliz” se choca com a realidade da vida. Às vezes não estamos nos regozijando e às vezes não estamos muito felizes. Coisas indesejáveis acontecem na vida. Paulo nos dá a resposta de como nos regozijarmos em momentos infelizes.)

a. Qual é a resposta para momentos infelizes? (Que os momentos difíceis nos tornam melhores. Eles nos dão caráter e esperança.)

(1) Por que o caráter nos dá esperança? Você já viu uma pessoa imatura? Elas têm dificuldades para lidar com a vida. Penso que Paulo está dizendo que a maturidade de caráter nos ajuda a nos apegar à esperança. O sofrimento leva à perseverança, a qual desenvolve o caráter, que leva à esperança.)

2. O que o Espírito Santo tem a ver com esperança? (O sofrimento não é agradável. Queremos que ele termine. O Espírito Santo nos dá a esperança de que Deus nos ama. Esperamos que Deus nos resgate aqui. Se nos apegamos a Deus, Ele derrama Seu amor em nossos corações, pelo Espírito Santo.)

II. Amor

A. Leia Romanos 5:5-8. Quão comum é que alguém  morra por outra pessoa?

1. Se tivesse que enfrentar uma decisão assim, quais fatores você levaria em conta? (Logicamente, questionaria consigo mesmo a vida de quem seria mais importante. Se alguém era preguiçoso e mau, não passaria pela minha mente dar a minha vida por esta pessoa.)

a. Por que Paulo fala acerca do exemplo raro no qual alguém morreria por uma pessoa justa? (A morte de Jesus por nós não faz sentido lógico. Deus morreu, de maneira ilógica, por um bando de pecadores. Isto prova que o presente de Deus não foi impulsionado pela razão, mas pelo amor.)

B. Leia Romanos 5:9-11. Deveríamos estar preocupados com a ira de Deus – a Sua infelicidade com relação a nós?

1. Que argumento lógico Paulo constrói para nos ensinar que não deveríamos nos preocupar? (Paulo acaba de nos dizer que não fez sentido lógico Deus ter morrido por um bando de pecadores. Porém, se o nosso Deus estava disposto a fazer isso, imagina quanto mais confiantes podemos estar quando Jesus nos tornou aceitáveis a Deus. Se Deus nos amou o bastante para nos salvar quando éramos maus, imagine como Ele nos tratará quando formos semelhantes a Jesus!Louvado seja Deus!)

III. A Solução de Um Homem

A. Leia Romanos 5:12-14. Quem é este “um homem”? (Paulo deve estar falando de Adão.)

1. Quão responsável eu sou pelos pecados de Adão?

2. Leia Deuteronômio 24:16. Deus me fala que eu não deveria morrer pelos pecados de outra pessoa. Então, o que Paulo está falando? (Embora eu não tenha ajudado Adão a pecar, o texto sugere que todos os humanos pecaram, independentemente – “todos pecaram”.)

3. O que Paulo quer dizer quando fala que “o pecado não é levado em conta quando não existe lei”?

a. Se não fosse pecado matar antes que os Dez Mandamentos fossem dados, como você explica a punição de Caim? Veja Gênesis 4:1-14. (Se você considerar a história cuidadosamente, Gênesis 4:6-7 é um mandamento de Deus a Caim. Caim deve dominar a sua ira, fazendo o que é correto.)

b. Se o pecado não é levado em conta, por que a morte reinou sobre a terra antes de haverem sido dados os Dez Mandamentos? (Paulo nos ensina que o pecado não é vinculado estritamente à lei. Os seres humanos pecaram antes que tivessem os Dez Mandamentos escritos.)

c. O que é esta “prestação de contas”? “O pecado não é levado em conta quando não existe lei”? A morte não é uma prestação de contas? (Paulo parece dizer que existem dois tipos de pecado. O primeiro pecado é Quebrar um dos Dez Mandamentos ou alguma outra ordem específica de Deus. Se você não tem ordens específicas, então não pode quebrá-las.)

(1) Leia Romanos 2:14-15. Que tipo de lei e que tipo de pecado é descrito aqui? (Este é o segundo tipo de pecado. Ele envolve coisas que sabemos naturalmente ser pecado. Paulo quer que saibamos que o pecado é um problema crônico para os seres humanos. Um problema que não está vinculado estritamente aos Dez Mandamentos.)

B. Por que você acha que Paulo separa o pecado e a morte da lei? (Paulo está tornando mais difícil para qualquer pessoa declarar-se justa por causa da guarda da lei. Se você deve ser perfeito por si mesmo, então não deve se preocupar apenas com os Dez Mandamentos, mas tem que se preocupar com coisas que são naturalmente erradas. Jesus expande o conceito de pecado (Mateus 5:28) para abranger situações onde não fizemos coisa alguma, mas temos pensamentos impróprios! Portanto, Jesus é a única resposta para o nosso pecado.)

C. Leia Romanos 5:15-17. Quem é este “um homem” que é o antídoto para o pecado? (Jesus.)

1. Por que a dádiva de Jesus é mais poderosa do que o pecado de Adão? (Jesus purificou muitos e muitos pecados além de apenas o pecado de Adão. Os seres humanos eram pecadores antes que a lei fosse dada. Depois que a lei foi dada, eles tiveram ainda menos desculpas para pecar, porque a vontade de Deus estava declarada claramente. Jesus resolveu todos os pecados – os que foram praticados antes da lei e os que resultaram da aplicação da lei.)

D. Leia Romanos 5:18-19. Este texto significa que estamos todos automaticamente salvos? Isto é o oposto a todos os seres humanos estarem automaticamente perdidos por causa do pecado de Adão? (Se olharmos novamente em Romanos 5:15, o texto nos diz que “não há comparação entre a dádiva e a transgressão”. A salvação é uma dádiva {ou um presente} – e isto sugere que ela deve ser recebida. Assim como Deuteronômio 24:16 nos diz que não morremos a menos que tenhamos parte no pecado de Adão, também não temos a vida eterna a menos que tomemos posse da dádiva da vida perfeita de Jesus e Sua morte sacrifical em nosso favor.)

E. Leia Romanos 5:20-21. Deus quer que o pecado aumente? Como explicamos a introdução da lei? (Deus queria que ficássemos mais conscientes de Suas regras para a nossa vida. Ele queria que ficássemos mais conscientes da natureza do pecado. Ao mesmo tempo, Deus aumentou a graça, para cobrir todos os nossos pecados.)

1. Isto sugere que a lei é anulada? Que Deus não se importa com a lei? (O fato de que Jesus morreu para satisfazer as exigências da lei demonstra a sua importância. Se Deus fosse anular a lei, teria feito isso antes que Ele sofresse uma morte dolorosa!)

F. Amigo, a graça de Deus é o maior presente que jamais será dado! Você vai, agora mesmo, aceitar este presente? Vai se arrepender dos teus pecados e pedir a Deus para cobri-los com o sangue de Jesus?

IV. Próxima Semana: Vitória Sobre o Pecado

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Direito de Cópia de 2010, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses.
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segunda-feira, 26 de julho de 2010

A Redenção em Romanos - Lição 05

Justificação e a Lei
(Romanos 4)

Introdução: Depois de havermos aprendido na semana passada que a guarda da lei não tem coisa alguma a ver com a nossa salvação, Paulo anunciou que esta doutrina não “anula a lei”. Ao contrário, lemos que por esta doutrina “confirmamos a Lei” (Romanos 3:31). À primeira vista, isso parece estar completamente errado. Se a lei não tem coisa alguma a ver com a salvação como a salvação pode confirmá-la? Uma mãe diz: “Filho, o teu pai não teve coisa alguma a ver com o teu nascimento ou tua criação.” Se você fosse o pai, pensaria que esta afirmação te “confirma”? É claro que não! E ainda assim Paulo nos ensina que a graça confirma a lei. Vamos mergulhar em nosso estudo de Romanos para ver se podemos seguir a continuação da linha de argumentação de Paulo acerca da graça e da lei!

I. O Exemplo de Abraão

A. Leia Romanos 4:1-3. De todos os heróis do Antigo Testamento, quem você acha que foi o maior?

1. Quem você acha que os judeus do tempo de Jesus considerariam como sendo o maior? (Abraão era considerado como o pai da nação judaica. Nós dizemos “Ser como Jesus”. Sem dúvida eles diziam “Ser como Abraão.”)

2. Paulo deixa aberta a possibilidade de que Abraão fosse justificado por suas obras? (Sim. Paulo diz “Se... Abraão foi justificado pelas obras”.)

3. Vamos considerar a vida de Abraão por um minuto. A primeira vez que vemos Abraão é quando Deus o chama para deixar a sua casa e sua família para ir a algum lugar. Abraão faz isso (Gênesis 12:1-4; Hebreus 11:8). Mais tarde, Deus pede a Abraão que mate seu filho e Abraão obedece (Gênesis 22). A vida de Abraão é um exemplo de fé, ou apenas a boa e velha obediência?

B. Veja novamente Romanos 4:3. Foi a força da fé de Abraão que o fez merecer a justiça?

1. A fé é um outro tipo de obra?

a. Por exemplo, I Macabeus 2:52 diz “Porventura não foi na prova que Abraão foi achado fiel? E não lhe foi isto imputado em justiça?” Será que estamos nos concentrando no tipo errado de obras? Paulo está nos ensinando que a obra da fé é mais importante? (Talvez seja por isso que a maioria das Bíblias não inclui o livro de Macabeus.)

C. O que Paulo quer dizer em Romanos 4:2 quando diz que Abraão não tinha do que se gloriar diante de Deus? (Abraão pode ter sido muito mais justo do que eu sou, mas não era tão bom quanto Deus.)

1. Temos que ser tão bons quanto Deus? (Lembre-se de nossa lição há duas semanas atrás, quando aprendemos a partir de Romanos 3:10-18 que todos estamos perdidos. Paulo está argumentando que qualquer que seja o padrão, mesmo um grande santo como Abraão não pode alcançá-lo. Nenhum ser humano pode alcançar o padrão perfeito de Deus.)

2. O que isto sugere acerca da idéia as fé como sendo outro tipo de obra? (Qualquer que seja o tipo de obras que possam ser exigidas de nós, ninguém pode alcançar o padrão perfeito – nem mesmo Abraão.)

D. Leia Romanos 4:4-8. O que este texto sugere a respeito do nosso nível de fé nos fazer merecer a salvação? (Paulo escreve acerca do homem que “confia em Deus” e diz que ele é o oposto do homem que ganha seu salário. Isto parece eliminar a idéia de que a fé é um tipo de coisa a ser feita. A frase “aqueles que têm suas transgressões perdoadas” sugere uma pessoa que precisa de ajuda, não alguém que merece alguma coisa.)

1. Amigo, você gostaria que teus pecados fossem perdoados?

II. Fé e Lei

A. Apenas por um momento, vamos para outra carta de Paulo. Leia Gálatas 3:21-22. A lei pode nos dar vida? (Não.)

1. No que a lei nos torna? (Prisioneiros do pecado.)

B. Leia Gálatas 3:23-25. Se Paulo está certo em dizer que a lei não foi anulada, mas que ela é confirmada pela fé, qual papel a lei tem? (Ela nos leva a Jesus.)

1. Como você explica isso?

2. Enquanto eu estava escrevendo a seção anterior desta lição, um membro da Universidade falou comigo acerca de meus comentários sobre como eu dirijo meu carro. Ele me disse que minhas histórias mostraram que eu não estou “dando a outra face”, pela maneira como dirijo. Ele me confrontou e eu fui convencido dos meus pecados! Este é o papel da lei.

3. Veja novamente Gálatas 3:25. Se o papel da lei é nos confrontar, o que Paulo quer dizer quando fala que “já não estamos mais sob o controle do tutor (a lei).”? (Um tutor recompensa ou pune aqueles que estão sob sua tutela. Para os crentes, a lei não determina a pena pelos nossos pecados. Temos uma maneira pela qual nossos pecados são cobertos e então perdoados independentemente da lei. Esta maneira é através da fé em Jesus.)

III. A Fé Antes do Sinai

A. Leia Romanos 4:13-15. Quando foram dados os Dez Mandamentos? (Êxodo 19 e 20 mostram que eles foram dados durante o Êxodo do Egito, no Monte Sinai.)

1. Quando Abraão viveu? (Centenas de anos antes do Êxodo.)

2. Leia Gênesis 12:1-2. Os Dez Mandamentos existiam naquele tempo? (Não.)

3. Qual é o ponto de Paulo acerca do tempo dos Dez Mandamentos e da promessa de Deus a Abraão? (A promessa de Deus a Abraão não era dependente de Abraão guardar os Dez Mandamentos. A promessa de Deus era simplesmente isso – uma promessa. Abraão creu na promessa de Deus.)

4. Isto está bem para Abraão. Mas nós vivemos depois dos Dez Mandamentos terem sido dados. Deus nos promete salvação quer guardemos ou não os Dez Mandamentos?

B. Leia Romanos 4:16-17. Somos a descendência de Abraão? (Sim. Podemos dizer, em certo sentido, que somos a geração da “lei”, embora Paulo estivesse se referindo aos judeus como sendo descendentes de Abraão na lei.)

1. Que impacto isto tem sobre nós, no que diz respeito à graça? (A promessa de Deus veio a Abraão pela fé e vem a nós, filhos de Abraão, da mesma maneira. O fato de que vivemos depois que os Dez Mandamentos foram dados não altera o fato de que somos salvos pela fé.)

C. Leia Romanos 4:18-21. Você diria que Abraão não enfraqueceu em sua fé acerca da promessa de um filho? (Releia Gênesis 17:15-18. Paulo nos dá uma avaliação mais positiva do que eu daria com base no relato do Gênesis.)

D. Leia Romanos 4:22-25. O que Paulo fala que a experiência de Abraão tem a nos ensinar? (A justificação vem a nós da mesma forma como veio para Abraão – pela fé. Se cremos que Deus ressuscitou Jesus dos mortos, e que Jesus morreu pelos nossos pecados, então estamos justificados.)

1. O que deveríamos concluir acerca das falhas que vemos na fé de Abraão? (Que bênção é isto. Se Deus vê a minha fé vacilante com a mesma visão otimista que viu a fé de Abraão, então estou abençoado!)

E. Amigo, a lei nos condena. A lei nos dá a morte. Jesus morreu por causa daquilo que a lei exige de nós. Portanto, a coisa boa acerca da lei é que ela nos leva para Deus. O grande abismo entre o que a lei exige e meu eu pecaminoso me convence que a minha única esperança é a graça. Se você também está convencido, por que não se arrepender dos teus pecados agora mesmo e pedir a Jesus que te dê a graça?

IV. Próxima Semana: Expondo a Fé

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Direito de Cópia de 2010, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses.
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terça-feira, 20 de julho de 2010

A Redenção em Romanos - Lição 04

Justificados Pela Fé
(Romanos 3)

Introdução: Na semana passada fomos deixados em um terrível estado! Nós decidimos que não somos melhores do que aqueles pecadores “óbvios” e que os nossos atos merecem a morte. Pior, não havia nada que pudéssemos fazer a respeito disso, porque “ninguém será declarado justo diante dele baseando-se na obediência à Lei” (Romanos 3:20). Nesta semana chegamos às boas novas – alguém já fez alguma coisa a respeito do nosso problema com o pecado. Vamos correr para Romanos e descobrir mais!

I. Justiça de Deus

A. Leia Romanos 3:21-22. O que precisamos para sermos justos? (Se acreditamos em Jesus, a justiça vem a nós através da fé.)

1. De quem é esta justiça? (É a justiça de Deus.)

a. Existe uma justiça melhor do que esta?

2. Note que esta justiça vem “independente da Lei”. O que isso quer dizer? (Que a lei não tem nada a ver com isso.)

a. Considere isto por um momento. Se guardar os Dez Mandamentos não na coisa alguma a ver com a nossa justiça, isto muda a nossa atitude com relação à obediência?

3. Note mais uma coisa. Romanos 3:21 diz que a lei testifica desta justiça de Deus. Se a lei não tem qualquer coisa a ver com isso, como pode ser?

a. Quando você pensa em testemunho, o que te vem à mente? (Uma afirmação que prova a verdade de algo.)

(1) Qual verdade está sendo questionada aqui? (A questão para os ouvintes de Paulo (e para nós) é “Quem é Jesus?” Paulo argumenta que a lei (e os profetas) testificam de Jesus como sendo a justiça de Deus para nós. Esta é a verdade que está sob questão.)

b. Como a lei testifica de Jesus como sendo a nossa justiça? (De certa forma, nada mudou e de outra maneira, tudo mudou. Sob o sistema do Antigo Testamento os pecadores tinham seus pecados perdoados pela morte de um animal. Eles não eram justos porque guardavam perfeitamente os Dez Mandamentos – eram justos por causa do sacrifício. O sistema dos sacrifícios do Antigo Testamento, os Dez Mandamentos, os profetas, todos apontavam para o novo sistema no qual Jesus morreu por nossos pecados e viveu uma vida perfeita em nosso lugar.)

II. Não Há Distinção

A. Veja a última frase de Romanos 3:22. “Não há distinção.” Distinção no que? (Lembre da semana passada, como estávamos olhando horrorizados todos os pecados que aquelas “outras” pessoas cometiam – e concordamos que certamente elas mereciam a morte! Então aprendemos que nós também merecemos a morte. Agora, as pessoas boas (os judeus) e as pessoas más (os gentios) todos são salvos da mesma maneira!)

B. Leia Romanos 3:23-24. Uma das coisas que dá ao ouro o seu valor é o fato de ele ser raro. Qual é o valor da justiça de Jesus? (É de valor infinito.)

1. Quão rara ela é? (Deus dá a justificação “gratuitamente”. Todo aquele que acredita pode tê-la.)

2. O que isso diz a respeito do meus esforços para ser mais respeitável do que os outros? (Como veremos, a obediência à lei é uma coisa boa, mas não faz nada para me salvar. Não me torna mais digno da salvação. A graça é um dom gratuito, disponível para mim, para santos e para depravados.)

C. Leia Romanos 3:25-26. Nada do que discutimos até aqui parece com qualquer tipo de “justiça” que eu conheço. Todos os tipos de pessoas más são salvas e isto não depende do grau de sua bondade ou maldade. Um Deus inocente sofre pelos pecados de outros. Estes versos nos dizem (duas vezes) que este sistema demonstra a justiça de Deus. Acabei de explicar por que isto não é verdade. Me diga, por que você acha que é verdade? (Duas coisas: Primeiro, quem está sendo prejudicado por este acordo? Deus! Se Deus está me oferecendo um acordo inacreditável, então quem sou eu para dizer que isto é injusto? Deus é o único que pode reclamar aqui. Segundo, o próprio fato de que Jesus morreu pelos meus pecados demonstra que Deus leva o pecado a sério. A justiça exige castigo.)

D. Leia Romanos 3:27. Você tem alguma razão para acreditar que é melhor do que qualquer outro membro da atua igreja?

1. Quando me referi anteriormente a outras pessoas como “depravados”, isto foi impróprio? (Todos nós merecemos a morte. Todos nós somos salvos unicamente pela justiça de Jesus. Isto quer dizer que as diferenças entre crentes não fazem diferença no que diz respeito à salvação. Portanto, ninguém pode se vangloriar e ninguém pode rotular os outros (que é o contrário de se vangloriar).)

2. Vamos deixar a salvação de lado por um momento. Assuma que você acredita (como a maioria das pessoas) que é uma pessoa melhor do que outras pessoas que conhece. Isto não á uma coisa da qual você pode verdadeiramente se orgulhar?

a. Por exemplo, e se você pode dizer que nunca mentiu? Nunca enganou alguém em uma acordo de negócios? Nunca sonegou impostos ou enganou o cônjuge? E se você ficou casado por 50 anos? Estas não são coisas das quais se orgulhar – como um objetivo para encorajar outras pessoas?

(1) Se você diz que “sim”, então pense a respeito daquele evento pecaminoso (ou um problema contínuo) na tua vida que você espera que ninguém (ou pelo menos não a maioria das pessoas) fique sabendo. Como você se sentiria se isto fosse conhecido? É por isso que ninguém pode se vangloriar. Podemos ficar aquém das expectativas. Se você ainda duvida do teu problema com o pecado a razão provável é que a tua consciência está cauterizada demais para compreender a extensão do teu problema.)

III. A Lei no Pó

A. Leia Romanos 3:28-30. Por que Paulo pergunta se Deus também é o Deus dos gentios? (Temos dois grupos. Um grupo tem trabalhado historicamente para guardar a lei de Deus, e o outro grupo não sabia coisa alguma da lei de Deus antes de ser convertido ao cristianismo. Paulo nos diz que ambos podem ser justificados pela graça – e que isto não tem coisa alguma a ver com guardar a lei. Deus trata a ambos da mesma maneira.)

B. Leia Romanos 3:31. Se você nunca leu Romanos antes, não pensaria que a resposta para esta pergunta seria “sim”! Se a obediência à lei não tem coisa alguma a ver com a nossa salvação, ela não é “anulada”, do ponto de vista da salvação?

1. Vamos imaginar que você vai trabalhar de bicicleta. A tua única alternativa é caminhar. Alguém te dá um carro e agora você vai para o trabalho dirigindo – não é necessário mais pedalar. Seria justo dizer que a tua bicicleta foi “anulada”?

2. E se alguém notar teu carro novo e disser “Aposto que você não precisa mais da tua velha bicicleta.” Você poderia dizer honestamente que “Meu carro novo confirma minha bicicleta!”?

C. Neste ponto, parece que obedecer a lei realmente não importa mais. Mas vamos voltar um pouquinho. Começamos o estudo desta semana com Romanos 3:20, que diz que “é mediante a Lei que nos tornamos plenamente conscientes do pecado.” Esta é a razão pela qual a lei é confirmada?

1. Paulo nos assegura que a lei ainda é importante. O fato de que Jesus obedeceu e morreu em nosso lugar diz alguma coisa a respeito da importância da lei? Vamos descobrir isso na próxima semana!

D. Amigo, e você? Já aceitou o dom gratuito de Jesus, a salvação? Tenho um amigo que costumava me dizer que precisamos “limpar” algumas coisas antes de voltarmos para a igreja. Ele nunca voltou. Você nunca será salvo, a menos que confie a vida perfeita de Jesus para a tua salvação. Por que não pedir a Jesus para te justificar agora mesmo? Para te tornar perfeitamente justo agora mesmo?

IV. Próxima Semana: Justificação e a Lei

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Direito de Cópia de 2010, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses.
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segunda-feira, 12 de julho de 2010

A Redenção em Romanos - Lição 03

Todos Pecaram
(Romanos 2 e 3)

Introdução: Na semana passada, nós paramos no meio de uma confusão! Paulo nos disse em Romanos 2:13 que “mas os que obedecem à Lei ... serão declarados justos.” Em segunda Paulo rapidamente acrescenta em Romanos 3:12 “não há ninguém que faça o bem, não há nem um sequer.” Estamos todos perdidos? Estamos condenados por nossa natureza? O que aconteceu com a idéia da bondade inerente dos seres humanos? Podemos viver uma vida de bondade? Vamos mergulhar em Romanos e ver se conseguimos seguir a linha de raciocínio de Paulo e continuar a nossa exploração do plano de Deus para a nossa salvação!

I. O Problema do Julgamento

A. Lembre-se de que em Romanos 1:18 aprendemos que Deus estava irado com aqueles que suprimiam a verdade com a sua impiedade? Aprendemos em seguida que as pessoas ímpias não tinham desculpas para o seu comportamento porque, {de acordo com} Romanos 1:20, a natureza os alertava da existência de Deus. Finalmente, vimos com tristeza em Romanos 1:24-32 os terríveis pecados que resultavam de rejeitar a Deus. Paulo concluiu (Romanos 1:32) que aquelas pessoas mereciam a morte. Você concorda que as pessoas ímpias não têm desculpa?

B. Leia Romanos 1:32. Você aprova a lista dos pecados listados em Romanos 1:24-32?

1. Você sabia que existe um esforço hoje para que se aprove publicamente a homossexualidade – um pecado que Paulo descreve especificamente em Romanos 1:26-27?

2. Temos uma obrigação em julgar publicamente o pecado da homossexualidade e os outros pecados listados em Romanos 1:24-32?

C. Leia Romanos 2:1. Isto é constrangedor! Existe um erro tipográfico aqui? Este texto foi traduzido erroneamente? Eu não sou um homossexual! Não odeio a Deus e não sou um assassino! Por que não posso julgar aquelas pessoas que se desviaram tão de forma tão explícita da lei de Deus? (Paulo nos faz cair em uma armadilha. Estivemos balançando nossas cabeças, concordando que aqueles são pecados terríveis, que merecem a morte e que deveríamos julgá-los. Então Paulo diz “você é igualzinho a eles!”)

1. Como podemos ser iguais a eles, se não praticamos estes pecados terríveis? Ou estamos com problemas somente se “julgarmos” aqueles pecadores? Devo manter minha boca fechada com respeito ao pecado da homossexualidade? Como ficar quieto com  relação ao assassinato? E acerca do aborto? Não posso condenar aqueles que odeiam abertamente a Deus?

a. Paulo não “julgou” aqueles pecadores quando disse (em Romanos 1:32) que eles mereciam a morte? Eu digo que esses pecados são errados, mas não sou alguém que sai correndo por aí dizendo que esses pecadores deveriam morrer!

D. Leia Romanos 2:2-4. Vamos ver se conseguimos dissecar estes versos. É verdadeiro e justo que tais pecados merecem a morte? (O juízo de Deus é verdade.)

1. Então, qual é o problema em falar a verdade? (O problema é que eu sou um “simples homem”, que é pecador. Deus não é pecador, então Deus pode julgar. Mas eu não tenho o status de Deus, tenho o status de um pecador. Não tenho autoridade para julgar aqueles pecados.)

a. Apenas por que sou um pecador, isso não quer dizer que eu não consiga identificar o pecado, certo? (A verdade é que, como um pecador, eu mereço a morte assim como qualquer outro pecador. Se eu sugiro que você merece a morte pelos teus pecados, e eu não, então não estou sendo coerente.)

b. Como se espera que preguemos o evangelho, se não podemos chamar o pecado pelo seu nome correto?

(1) Leia novamente Romanos 2:4. Qual abordagem Deus toma com relação a nós quando se trata de nossos pecados? (Deus é rico em  bondade, tolerância e paciência. Esses pecadores são como nós. Todos nós temos a oportunidade de nos arrependermos por causa da bondade de Deus. Portanto, a mensagem do evangelho é que deveríamos nos arrepender e nos apropriarmos das vantagens da bondade de Deus.)

(2) Como você pode falar a alguém para se arrepender se não pode julgar o seu pecado? (Devemos aprender a diferença entre chamar o pecado pelo seu nome correto e julgar aos outros pecadores.)

(3) Romanos 1:32 nos ensina que tanto o pecado quanto a aprovação ao pecado são errados. Tanto julgar o pecado quanto aprovar o pecado estão errados. Com poderíamos estabelecer um limite entre o julgamento e a aprovação ao pecado?

II. O Problema do Pecado

A. OK. Deus me diz que devo ter cuidado acerca de como eu chamo as outras pessoas ao arrependimento. Não posso ficar julgando. Isto não muda o fato de que, basicamente, eu sou uma pessoa boa, certo? Pelo menos, sou melhor do que alguns desses pecadores explícitos, e só preciso ter cuidado em como falo a respeito das diferenças entre nós. Você concorda?

1. Eu estaria certo se dissesse que a área do problema real é se eu sou hipócrita? Por exemplo, se eu condeno o adultério enquanto estou cometendo adultério? Ou condenar a homossexualidade se eu sou um homossexual?

B. Leia Romanos 2:5. Quem merece a ira de Deus?

1. Paulo está dizendo que você e eu merecemos a ira de Deus? Eu me arrependo dos meus pecados o tempo todo. Por que eu seria jogado no mesmo “saco de ira” juntamente com todos aqueles pecadores explícitos? Ou são somente os hipócritas que merecem a ira? (Paulo parece estar lançando uma rede bastante ampla com a sua condenação.)

2. Se acreditarmos que somos melhores do que os pecadores “explícitos”, estamos demonstrando que somos “teimosos” e temos um “coração obstinado”?

C. Leia Romanos 2:6-10. Agora estamos no caminho certo! Algumas pessoas fazem o que é certo e algumas pessoas fazem o que é errado. As pessoas que fazem o que é certo são salvas e aqueles que fazem o que é errado sofrem a “ira e indignação”. Isto mostra que você e eu somos, afinal de contas, diferentes daqueles pecadores explícitos – desde que evitemos ser hipócritas?

D. Vamos prosseguir até Romanos capítulo 3. Leia Romanos 3:10-18. Este é você? Ou Paulo está escrevendo acerca de outra pessoa?

E. Leia Romanos 3:19-20. O que todos nós precisamos admitir? (Que assim como aqueles pecadores descritos acima, não temos nada do que nos orgulhar. Romanos 3:19 diz que “toda boca” se calará. Cada boca inclui a tua a minha. Estivemos indo para a frente e para trás nesta lição na questão se somos melhores do que os outros – aqueles “outros” com pecados explícitos. Mas este texto nos fala que nossas bocas devem ficar quietas acerca do assunto de ser melhor. Como pecadores, todos nós devemos prestar contas a Deus- e não podemos passar no teste pelas nossas obras.)

1. Qual é a importância de admitir que somos pecadores – como aqueles que fazem as coisas mais sórdidas? (Isto é semelhante a qualquer problema de vício. O caminho para a recuperação é admitir que temos um problema. Pecado é pecado, e todos somos pecadores. Não temos esperança de salvação com base na lei. Merecemos somente a ira – assim como outras pessoas ímpias. Nós aprendemos, para nosso horror, que somos como eles.)

F. Amigo, você está disposto a admitir o teu problema com o pecado? Está disposto a colocar de lado o teu orgulho de sentir que é melhor do que aqueles pecadores explícitos? A questão é, “O que podemos fazer a respeito disso”? Vamos entrar neste ponto na próxima semana.

III. Próxima Semana: Justificados Pela Fé

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Direito de Cópia de 2010, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses.
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segunda-feira, 5 de julho de 2010

A Redenção em Romanos - Lição 02

Judeus e Gentios
(Romanos 1 e 2)

Introdução: Hoje eu estava na Península Superior do Michigan fazendo caminhadas por algumas cachoeiras magníficas. Houve bastante chuva e a água caindo da cachoeira estava bem forte. O poder do rio era impressionante. Contemplar este lindo cenário e o incrível poder do rio me fez pensar acerca do nosso Deus Criador. Paulo fala sobre isso nos dois primeiros capítulos de Romanos. O que Romanos diz acerca do relacionamento da natureza a Deus nos leva naturalmente ao assunto do relacionamento entre os seres humanos e a lei de Deus. Uma das questões polêmicas no tempo de Paulo era se certas leis guardadas pelos judeus se aplicavam aos gentios conversos. Vamos pular para o nosso estudo da Bíblia e ver o que podemos aprender acerca da natureza, lei e graça!

I. A Natureza e Deus

A. Leia Romanos 1:18. Se você é ímpio, deveria estar com medo? (Sim.)

1. Por que? (A ira de Deus parece estar descendo dos céus contra as pessoas ímpias (ou, pelo menos, contra suas ações ímpias).)

2. O que incitou esta demonstração da ira de Deus? (A impiedade das pessoas suprimiu a verdade de Deus.)

a. Considere esta declaração por um momento. Como o comportamento ímpio pode, de alguma forma, impedir a verdade de Deus de ser vista? Na minha experiência, o comportamento ímpio revela razões para guardar a lei de Deus.

b. Pessoas ímpias podem causar dano à lei verdade de Deus? (Parece que sim. A cultura popular exerce influência contra Deus e Sua lei. A conclusão lógica a partir do que Paulo escreve é que o mau comportamento interfere com o avançamento do evangelho.)

c. Já ouvi cristãos me dizerem que como eles são salvos pela fé, as ações não importam. Como isto pode ser verdade? (A Bíblia nos diz que o mau comportamento suprime a verdade a respeito de Deus a tal ponto que um Deus justo é convocado a fazer alguma coisa, direcionando Seu poder contra os ímpios.)

B. Leia Romanos 1:19-20. Duas perguntas: Por que os ímpios ficam sem desculpas? Que desculpas os ímpios estão procurando?

1. Quando está com problemas, qual é a primeira coisa que você faz? (Vem com uma desculpa para explicar o teu mau comportamento.)

a. Que desculpa estes versos sugerem que os ímpios estão dando? (Sinto muito, mas ninguém nos disse que existe um Deus que governa sobre as nossas ações.)

2. Por que os ímpios estão sem esta desculpa, “Sinto muito, eu não sabia”? (A criação demonstra que existe um Deus. Assim como eu estava me maravilhando com um Deus que criou o poderoso rio e os cenários espetaculares, assim também qualquer ser humano deveria ter consciência de que Deus existe simplesmente por causa da ordem e beleza daquilo que foi criado.)

3. À luz disso, o que deveríamos concluir acerca do nosso comportamento? (Que Deus está preocupado com ele. Que se as pessoas sem uma Bíblia são responsáveis pelo seu comportamento, obviamente os cristãos são responsáveis.)

C. Leia Romanos 1:21-23. Que comportamento específico deixou Deus irado? (Que os seres humanos estão adorando aquilo que foi feito por Deus (ou feito por seres humanos para se parecer com algo feito por Deus) em vez de adorar ao Deus Criador.)

1. Você concorda que isto é obviamente tolo? Adorar alguma coisa feita por seres humanos, em vez de adorar a Deus, que criou os seres humanos?

D. Leia Romanos 1:24. Qual é o resultado natural de ignorar a Deus? (Mau comportamento. É este mau comportamento que, como discutimos anteriormente, tende a suprimir a verdade de Deus.)

E. Leia Romanos 1:29-32. Sobre qual “justo decreto” de Deus Paulo está escrevendo? (A lei de Deus.)

1. Olhando para esta série de pecados, qual lei de Deus nos vem à mente? (Os Dez Mandamentos.)

II. A Graça e a Lei

A. Leia João 1:17 e Romanos 3:21-24. Como somos salvos? (Temos uma justiça independente da lei. Esta justiça vem através da fé em Jesus.)

1. A lei é parte de nossa salvação? (Romanos 3:21 diz que a justiça é “independente” da lei. Isto quer dizer que a nossa justificação não provem da lei.)

2. O que devemos concluir a respeito da outra parte de Romanos 3:21 que diz que a lei “testemunha” desta outra fonte de justiça? (A lei promove e apóia a justificação pela fé em Jesus – embora ela não seja parte desta justificação.)

3. Vamos voltar e considerar novamente Romanos 1:18, que diz que os ímpios estão sofrendo a ira de Deus porque suprimiram a verdade através de sua impiedade. Este texto nos ensina que a lei promove o reino de Deus e que a desobediência à lei suprime a verdade do reino de Deus? (Sim!)

4. Quem seria mais eficiente na supressão da verdade – alguém que não acredita de forma alguma em Deus, ou alguém que afirma crer em Deus, mas faz coisas más? (Alguém que declara crer em Deus seria um problema muito maior porque você iria assumir que ele estaria promovendo os interesses de Deus.)

a. Isto nos leva à conclusão lógica que Deus revela a Sua ira com relação àqueles que declaram ser Seus seguidores, mas desmoralizam a Sua lei?

(1) O que isto sugere sobre o relacionamento entre a lei e a graça?

B. Leia Atos 15:1 e Gênesis 17:9-11. Você gostaria de estar em um relacionamento de aliança com Deus?

1. Como você responderia à acusação levantada em Atos 15:1? Ou você concordaria com ela?

C. Leia Atos 15:2. Como Paulo e Barnabé respondem a esta pergunta? (Eles decidiram submetê-la à igreja.)

D. Leia Atos 15:6,11-20. O que era exigido dos gentios? (Não {era exigida a} circuncisão.)

1. Isto é tudo que é exigido daqueles que são salvos pela fé?

a. Se você diz que “sim”, me diga por que abster-se de comer carne com sangue seria uma condição para a salvação, mas você pode se salvar mesmo se matar outras pessoas?

b. Se você afirmasse ser um cristão, mas declarasse que poderia ser salvo ao mesmo tempo que defende assassinato, roubo e a violação do resto dos Dez Mandamentos, estaria obscurecendo a verdade? (Precisamos considerar o contexto e usar algum bom senso. O contexto era a questão da circuncisão e a resolução logicamente não tinha coisa alguma a ver com os Dez Mandamentos. Tiago não estava anunciando que os gentios podiam matar, roubar ou ignorar qualquer outro dos Dez Mandamentos.)

c. Em Atos 15:1-2 vemos que Paulo não concordava com aqueles que afirmavam que a circuncisão era exigida para a salvação. Se o ponto de vista de Paulo era que a obediência aos Dez Mandamentos não importava mais, como explicamos Romanos 1:28-32? Paulo diz que as pessoas que fazem essas coisas merecem morrer!

E. Leia Romanos 2:12-13. Se você acredita que Paulo nos ensina a justificação pela fé, como explica esta afirmação de que “os que obedecem à Lei” serão justificados?

F. Leia Romanos 3:10-11. O que você diz agora? Se somente aqueles que cumprem a lei são justificados, e ninguém entende a lei nem busca a Deus, estamos todos perdidos?

G. Amigo, começamos agora a nossa jornada pelos ensinamentos do livro de Romanos acerca da lei e a graça. A lei é importante. Ela é a chave na batalha entre o bem e o mal. Ela, juntamente com a natureza, testifica a verdade de Deus. Mas qual, exatamente, é o relacionamento entre a lei e a salvação? Você concorda em continuar a nossa busca neste assunto?

III. Próxima Semana: Todos Pecaram

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quarta-feira, 30 de junho de 2010

A Redenção em Romanos - Lição 01

Paulo e Roma
(Romanos 1:1-17)

Introdução: Ótimas notícias! Estamos começando uma nova série de lições sobre um dos livros mais importantes da Bíblia – a carta de Paulo para a igreja de Roma. Você se lembra de começar em um novo emprego, no qual quer causar boa impressão? Se você fosse o chefe, seria importante causar a impressão correta para que os teus subordinados na empresa te ajudassem a fazer do negócio um sucesso. A carta de Paulo aos Romanos é algo assim. Ele nunca havia estado naquela igreja. Ele pretende ir, e quer que o seu relacionamento comece com a nota certa. Como ele começaria? Vamos pular para o nosso estudo e ver como Paulo faz isso!

I. A Apresentação de Paulo

A. Imagine duas situações:

1. Na primeira, você é domo de uma empresa que pretende ganhar um contrato com uma empresa muito maior. Você está na reunião com os líderes desta empresa, a fim de convencê-los a dar o trabalho para a tua empresa.

2. Na segunda, você tem a oportunidade de compartilhar o evangelho com uma pessoa muito importante, a qual você nunca encontrou antes.

3. O que você acha que deve fazer na primeira situação? O que você acha que precisa fazer na segunda situação?

a. Agora, vamos voltar a nossa atenção para a apresentação de Paulo aos romanos.

B. Leia Romanos 1:1. Quão importante era a cidade de Roma? (Era a capital do império romano!)

1. Você acha que isto se refletia na atitude dos cidadãos? (Provavelmente sim.)

2. Como você avaliaria a apresentação de Paulo à igreja em Roma?

a. O que você acha sobe Paulo começar dizendo que ele é um “servo” de Jesus?

b. Você se apresentaria a pessoas importantes dizendo que é um “servo”?

C. Leia Josué 1:2; Amós 3:7 e Jeremias 7:25. Você mudou de opinião acerca da natureza da apresentação de Paulo? (Uma maneira típica de descrever os grandes homens de Deus é dizer que eles eram “servos” de Deus. Desta forma, Paulo está estabelecendo a si mesmo na sucessão dos profetas. Por outro lado, Paulo pode ter tido em mente um significado mais amplo, menos de importância de si mesmo. Veja I Coríntios 7:21-23.)

D. Vamos voltar para Romanos 1:1. Paulo diz que foi “chamado para ser apóstolo”. Quando você pensa nos apóstolos, o que vem à tua mente? (Os doze discípulos.)

1. Deveríamos nos preocupar se Paulo não estaria exagerando? Ele está escrevendo para os residentes da cidade mais importante do mundo e lhes diz que é como Moisés e os doze discípulos! Isto é verdade?

2. Leia Gálatas 1:1. Paulo inicia outra carta com esta mesma grande declaração. Desta vez ele dá uma pequena explicação para suas prerrogativas. Diz que foi enviado por Jesus. Esta afirmação é verdadeira? (Pule para Atos capítulo 9 e leia Atos 9:15. Paulo diz que o que aconteceu na estrada para Damasco mostra que Deus o chamou para uma missão especial. Paulo era o “instrumento escolhido [de Deus] para levar o [Seu] nome perante os gentios” Portanto, Paulo foi escolhido por Jesus, assim como os doze discípulos, e era um mensageiro especial de Deus, assim como os profetas antes dele.)

E. Leia Romanos 1:2. Paulo acaba de nos dizer quem ele é, e agora nos fala o que pretende. Qual é a sua missão? (Foi “separado para o evangelho de Deus”.)

1. Alguma idéia sobre por que Paulo se refere às “Escrituras Sagradas”? (Paulo está falando sobre o Antigo Testamento.)

F. Assuma que Paulo tenha acabado de se apresentar para você desta maneira. O que você concluiria?

1. O que Paulo quer que você conclua? (Paulo quer que você chegue a duas conclusões: Primeira, que ele foi escolhido por Deus para dar uma mensagem importante. Segunda, sua mensagem é sólida, histórica e digna de confiança. Suspeito que este é o mesmo tipo de impressão que você iria querer criar nas duas primeiras situações que pedi para você imaginar.)

II. A Mensagem do Evangelho Resumida

A. Em seguida, Paulo descreve a sua mensagem. Leia Romanos 1:3. Quem Paulo está apresentando aqui? (Jesus.)

1. Note a maneira interessante que Paulo apresenta a Jesus. Que duas coisas ele diz? (Que Jesus era o Filho de Deus. Ele também era filho do rei Davi.)

a. Jesus era metade uma coisa e metade outra? (Não. Paulo diz que Jesus começou como Deus, um Deus que também tinha uma “natureza humana”. Portanto, Jesus é completamente Deus e completamente homem. Jesus era um cm aqueles a quem veio salvar.)

B. Leia Romanos 1:4. O que mais Paulo tem a dizer acerca de Jesus? (Temos duas frases difíceis de compreender aqui: “o Espírito de santidade” e “declarado Filho de Deus com poder”.)

1. Como você entende “o Espírito de santidade”? (Parece se referir ao Espírito Santo. Deus, de alguma forma, deu poder (“declarou (...) com poder”) à prova da divindade de Jesus.)

2. Se Jesus começou sendo Deus, por que temos que provar a Sua divindade?

a. Qual é a prova que Jesus é Deus? (Sua ressurreição dentre os mortos.)

b. Alguns cristãos não acreditam que Jesus era completamente Deus  alguns não acreditam que Ele ressuscitou dentre os mortos. Se você não compreende corretamente esses dois conceitos, você compreende o evangelho? (Não. Estas crenças são o coração do evangelho. Elas são parte do resumo que Paulo faz do evangelho.)

C. Vamos fazer uma revisão. Como você declararia a versão abreviada de Paulo para o evangelho? (Jesus era o filho de Deus desde o princípio. Jesus entrou em um relacionamento especial com os seres humanos. Ele provou poderosamente que era Deus através de Sua ressurreição dentre os mortos.)

III. A Missão

A. Leia Romanos 1:5-6. Paulo escreveu anteriormente que havia sido separado para o evangelho. Qual é a missão evangelística específica de Paulo? (Chamar os gentios a obedecer a Jesus.)

1. Quando pensamos acerca de Paulo e sua carta aos Romanos, pensamos em justificação pela fé. Por que ele declara que sua missão é um chamado à obediência? (Paulo diz que a obediência vem pela fé. Um objetivo da justificação pela fé é criar um povo que seja obediente à vontade de Deus.)

IV. A Saudação

A. Leia Romanos 1:7-8. Tínhamos uma irmã em nossa igreja que insultava com freqüência os outros membros. Quando eu falava com ela sobre isso, ela dizia, “É exatamente assim que eu sou. Eu digo as coisas da maneira que as vejo.” Você acha que Paulo concordaria com ela? (Paulo diz muitas coisas bastante positivas acerca dos romanos. Ele fala que eles eram amados por Deus, os chama de “santos” e os elogia por sua fé. Se você quer persuadir as pessoas, não começa insultando-os.)

B. Leia Romanos 1:9-12. Por que você acha que Paulo disse aos romanos que orava por eles? (Isto os informava que Paulo se preocupava com eles. Considere como você reagiria à crítica por parte daqueles que se importam com você, comparado com aqueles que não se importam com você – exceto para fazer críticas.

C. Leia Romanos 1:11-13. Paulo havia viajado muito, mas não conseguira ainda ver os romanos. Eles deveriam se sentir insultados por ele os haver preterido? (Ele explica que havia planejado visitá-los, mas foi “impedido”

1. Isto é apenas uma desculpa? O que estava impedindo Paulo? (Leia Romanos 15:20-22. A obra de Paulo era espalhar o evangelho onde não havia crentes. Os romanos conheciam o evangelho. Paulo está dizendo “eu me importo”, mas somente tinha prioridades mais urgentes.)

V. Justificação Pala Fé

A. Leia Romanos 1:16. Às vezes você tem vergonha de ser um cristão?

1. Por que? (Sem dúvida é porque você acha que alguém poderá te menosprezar por isso.)

2. Por que Paulo não se envergonha do evangelho? (Ele é poder. As pessoas normalmente não se envergonham do poder. Elas se envergonham se não possuem poder.)

3. Que tipo de poder é esse? (É o poder para dar a vida eterna. Geralmente, quando os seres humanos falam sobre poder, estão falando sobre poder para afetar a vida de outros seres humanos. Paulo diz que o poder do evangelho pode afetar vidas eternamente.)

B. Leia Romanos 1:17. Qual é o objetivo do evangelho? (Justificar os seres humanos.)

1. Como isto acontece? (Do começo ao fim isto acontece pela fé.)

C. Amigo, Paulo fala a você assim como falou aos romanos. Você vai levar a ele e à sua mensagem a sério? Você Val, pela fé, decidir obedecer a Jesus?

VI. Próxima Semana: Judeus e Gentios

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Direito de Cópia de 2010, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses.
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segunda-feira, 21 de junho de 2010

Saúde e Cura - Lição 13

Apoio Social: Laços de Amor
(Gênesis 1 e 2; Eclesiastes 4; Gálatas 6; Efésios 4)

Introdução: Cada vez mais pessoas nos Estados Unidos são solteiras. A maioria das pessoas encontra seu entretenimento na Internet, na televisão ou nos videogames. Agora mesmo, você está usando a Internet para estudar a Bíblia! Somos todos solitários? Tenho um tio, que morreu há muitos anos atrás, que era ministro do Exército da Salvação. Ele costumava me falar dos “velhos tempos”, quando a igreja era o centro social da comunidade. Esta tendência de se afastar da comunidade, especialmente da comunidade da igreja, uma coisa boa ou ruim? Isto tem algum impacto sobre a nossa saúde, nossa espiritualidade, ou outros? Vamos mergulhar na Bíblia e descobrir o que ela diz acerca da comunidade!

I. Auxiliares e Parceiros

A. Leia Gênesis 2:18. Por que isto é verdade? Deus não era toda a companhia de que Adão precisava?

1. Sabendo o final da história, este foi um bom conselho de Deus? Adão não teria sido poupado de muitas tristezas se tivesse respondido, “Senhor, tu és tudo o que eu preciso”?

a. Há uma lição nisto para nós hoje? (Um casamento imperfeito geralmente é melhor do que casamento nenhum. Uma vez que somos pessoas imperfeitas, isto é um alívio real!)

(1) Ou será que essas são duas questões separadas – o ideal para Adão e os fatos que se seguiram a decisões erradas?

B. Leia Gênesis 2:19-20. Me fale sobre parceiros imperfeitos! Onde Deus e Adão foram procurar primeiro um parceiro para Adão? (O texto faz parecer que Adão estava olhando todos os animais em busca de um parceiro. “Elefante? Não, é difícil olhar nos olhos.”)

1. Que tipo de sucesso Adão teve? (Nenhum. Um animal não era um parceiro “correspondente” para Adão.)

2. Leia Gênesis 1:27. O que este texto sugere que seria o problema? (Adão e Eva foram criados à imagem de Deus. Os animais não foram.)

a. Há uma lição nisto para a comunidade? (Televisão, Internet, videogames e mesmo animais de estimação não fornecem o ideal de comunidade que Deus recomenda.)

b. Existe uma lição para nós enquanto cônjuges? (Imperfeito está OK. Não correspondente não está OK.)

C. Leia Eclesiastes 4:9-10. Que razão prática temos para a {vida em} comunidade?

1. Eu não preciso que ninguém me levante quando eu caio. Aposto que você consegue se levantar quando cai. Como deveríamos compreender este texto? (Penso que ele quer dizer mais do que simplesmente tropeçar. Ele sugere que quando “caímos” na vida, sempre que precisarmos de ajuda, um parceiro pode nos ajudar.)

D. Leia Eclesiastes 4:11. Se for verão, ou se você mora em um país de clima quente, é isso o que você quer?

1. Este texto está limitado a um conselho para o clima frio? (Parece ter um significado mais profundo. A energia individual de cada pessoa é multiplicada, de forma que o total é mais do que a soma das partes.)

E. Leia Eclesiastes 4:12. Espere um pouco, três dobras?! Estamos falando acerca do casamento? (Quando estávamos discutindo sobre Adão e Eva, estávamos falando sobre casamento. Note que Gênesis 2:24 e Eclesiastes 4:12 estão falando sobre uma comunidade maior do que o casamento.)

1. Os amigos são como as dobras de uma corda – quanto mais você tem, melhor o resultado? (Eclesiastes 4:12 refere-se a tempos de problemas. As expressões “vencido” e “romper-se” sugerem uma luta. Em tempos de problemas amigos podem te ajudar a passar a dificuldade. Passar por um problema sozinho é difícil.)

a. O que dizer do ditado “Um amigo em necessidade é uma dor de cabeça” (O ditado original era “Um amigo na necessidade é um amigo de verdade”.)

F. Leia Gálatas 6:1-2. Que tipo de fardo devemos ajudar a carregar? (Este texto se refere a fardos que surgem do pecado. Isto sugere que verdadeiros amigos não apenas nos ajudam nas dificuldades imprevistas da vida, mas também nos ajudam quando cometemos erros sérios.)

1. Que lição prática isto nos ensina sobre escolhermos nossos amigos? (Você deveria escolher amigos com base no relacionamento deles com Deus.)

2. Leia I Tessalonicenses 4:18. Qual é a razão pela qual amigos cristãos nos dão melhores conselhos? (A expressão “palavras” colocada aqui refere-se às palavras inspiradas de Deus. Existem muitos conselhos flutuando por aí. A maior parte deles são maus conselhos, que entram em conflito com os ensinamentos da Bíblia.)

G. Leia I Pedro 3:8-9. Pedro coloca, em seguida ao seu conselho acerca do casamento, este conselho para a comunidade espiritual. Esta é a tua abordagem ao lidar com os outros membros da tua igreja?

1. O que está em jogo aqui? (Ser abençoado! Este tipo de atitude, este tipo de prática, tem como conseqüência ser abençoado.)

H. Leia I Pedro 3:10-11. Este conselho é para lidar com os outros membros da tua igreja? (O texto começa com “quem quiser amar a vida e ver dias felizes”. Este é um conselho para a vida.)

1. Este conselho nos ajudaria em nossos relacionamentos sociais? (Este texto sugere duas coisas. Primeiro, que se seguirmos estas práticas, nossas vidas serão melhores. Segundo, sugere um benefício para a saúde, quando diz “amar a vida” e “dias felizes”.)

a. Quantas pessoas você conhece que tem uma vida terrível porque parece que estão constantemente procurando criar problemas?

I. Leia I Coríntios 7:1; I Coríntios 7:27-28 e I Coríntios 7:32-35. Depois de toda a nossa discussão acerca dos benefícios do casamento, como deveríamos compreender estes conselhos? (Se você olhar o capítulo inteiro, {verá que} o tema geral é que as circunstâncias podem alterar o conselho que diz que geralmente é útil ser casado.)

1. Leia I Timóteo 4:1-3. Qual é o ensino fundamental deste texto com elação ao casamento? (Que é errado ensinar as pessoas que elas nunca deveriam se casar.)

II. A Igreja

A. Leia Efésios 4:11-13. Por que os membros da igreja têm cargos diferentes, se é esperado deles que “alcancem a unidade”? (Em I Coríntios 12, a Bíblia compara a igreja a um corpo. A igreja precisa que as pessoas tenham papéis diferentes de forma a haver verdadeira unidade – para fazer com que tudo funcione de maneira eficiente.)

1. Que tipo de unidade é o objetivo da igreja? (Efésios 4:13 nos fala da unidade da fé. Uma unidade na compreensão de Jesus.)

B. Leia Efésios 4:14. Qual é o perigo de não fazer parte de uma comunidade espiritual? (Você pode ter idéias estranhas. Está aberto a ser enganado. Posso atestar isso veementemente em meus casos de liberdade religiosa. Em qualquer caso onde a sinceridade da crença religiosa está em questão, tenho uma regra áurea de recusar representar aqueles que não fazem parte da comunidade de alguma igreja local. Esta regra está baseada em minhas experiências com aqueles que não fazem parte de uma comunidade espiritual.)

C. Leia Gálatas 5:13-15. Você quer servir? Ou quer ser servido? (Parte da comunidade cristã é servir uns aos outros. Alguns membros da igreja (assim como alguns amigos) pensam que a idéia de serviço é que eles deveriam ser servidos. Se você é alguém que serve aos outros mais do que é servido, considere as bênçãos que você recebeu deste serviço.)

D. Amigo, você faz da comunidade uma prioridade? Se não, por que não decidir fazer isso hoje? Isto vai melhorar a tua vida espiritual e provavelmente vai melhorar a tua saúde.

Próxima Semana: Iniciaremos um novo estudo sobre Romanos.

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Direito de Cópia de 2010, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses.
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quarta-feira, 16 de junho de 2010

Saúde e Cura - Lição 12

Nutrição na Bíblia
(Daniel 1 e 10; Gênesis 1; Atos 21)

Introdução: Se te perguntassem qual é a chave para uma vida longa e saudável, o que você diria? A maioria diria “exercícios, dieta, ar puro e bom senso.” Bom senso quer dizer evitar práticas perigosas. A Bíblia diz muito acerca da dieta e do bom senso. Uma frase de Jesus que ficou famosa se encontra em Mateus 15:11: “O que entra pela boca não torna o homem ‘impuro’; mas o que sai de sua boca, isto o torna ‘impuro’”. Este texto torna a dieta irrelevante? Em caso afirmativo, por que a Bíblia fala tanto acerca da dieta? Vamos mergulhar em nosso estudo da Bíblia e ver o que podemos aprender!

I. A Dieta de Daniel

A. Leia Daniel 1:8-10. O rei se preocupava com o que Daniel e seus amigos comiam? (Aparentemente sim.)

1. Por que o rei se preocuparia? (O representante do rei pensava que a comida do rei tornaria estes homens saudáveis. Era uma busca pela saúde.)

2. Daniel se preocupava com o que ele comia? (Sim.)

a. Por que ele se preocupava? (Ele não queria tornar-se “impuro”.)

B. Leia Daniel 1:11-14. O que Daniel preferiu comer? (Vegetais – com água para beber.)

1. Esta seria a tua escolha?

C. Leia Daniel 1:15-16. Dez dias. Você acha que o resultado deste teste foi apenas o resultado da dieta, ou algo mais?

D. Leia Daniel 10:1-3. Daniel é agora um homem muito velho. Este texto sugere que em sua idade avançada ele comia carne e bebia vinho. Que conclusão podemos extrair da diferença na sua dieta quando ele era jovem e quando era um homem idoso e importante no reino? Ele se tornou complacente com a idade avançada? Quando você atinge uma certa idade, pode dizer “Acho que não interessa mais o que eu como”? (Uma vez que Deus ainda estava dando revelações a Daniel, não podemos concluir que Daniel havia se tornado complacente e caído em pecado em sua idade avançada. Ao contrário, voltamos à palavra “impuro”. Alguma coisa na carne do rei, mas não na carne de Daniel, era diferente.)

1. O que você acha que era diferente?

2. Leia Atos 21:25 e Gênesis 9:4. O que estes textos sugerem acerca da carne? (Atos nos diz que comer carne que não foi preparada de maneira apropriada é um problema tão grande quanto a imoralidade sexual! Gênesis 9:4 nos mostra que esta era uma preocupação de Deus desde muito cedo na história humana. A conclusão razoável é que a “carne do rei” não era preparada de maneira apropriada e podia ter sido oferecida aos ídolos. Quando Daniel já era velho e influente, ele podia exigir que a carne que ele comia fosse preparada de maneira adequada.)

E. Considere novamente Atos 21:25. Três destas quatro proibições tem a ver com a dieta! Os líderes da igreja apostólica haviam esquecido que Jesus havia dito (Mateus 15:11) que não importa o que entre na tua boca?

1. Como você pode explicar o que parece ser um sério conflito na Bíblia? (Leia Mateus 15:16-20. A questão real é não lavar as mãos, e não a dieta. Embora Jesus estivesse falando em termos gerais, parece que o ponto de vista dEle é que controlar a mente é mais importante do que controlar a dieta. Ele não está dizendo que a dieta é sem importância. Daniel e os líderes da igreja apostólica nos ensinam que a dieta é importante. Em seguida, vamos explorar a história da dieta na Bíblia.)

II. A Dieta de Adão

A. Leia Gênesis 1:29-30. Qual era a dieta de Adão? (Plantas e vegetais.)

1. Qual era a dieta dos animais? (A mesma.) {Nota do tradutor: Uma leitura mais estrita do texto demonstra que a dieta original de Adão era composta de sementes (cereais e nozes) e frutas. Os serem humanos não comiam folhas (verso 29). Apenas os animais comiam folhas (verso 30). As folhas passaram a fazer parte da dieta dos seres humanos somente após o pecado, quando passou a ser necessário cultivar a terra (Gênesis 3:18).}

2. Por que você acha que a dieta original excluía a carne? (a razão mais óbvia é que antes da entrada do pecado no mundo não havia morte. Sem morte = sem carne de animais mortos.) {Nota do tradutor: É interessante notar que, mesmo após o pecado, Deus não introduziu imediatamente a carne na dieta dos seres humanos, embora já houvesse a morte.}

III. A Dieta de Noé

A. Leia Gênesis 9:1-3. Como a dieta de Noé mudou depois do dilúvio? (Ele agora podia comer carne.)

1. Por que a dieta de Noé mudou? Seria por que o dilúvio havia destruído as frutas e os vegetais? (esta parece ser uma razão improvável, uma vez que ele também tinha um número limitado de animais. Se Deus estava preocupado em termos de curto prazo, poderia ter dado a eles o maná, ou limitado a licença para comer animais por alguns meses. Algo mais fundamental havia acontecido.)

2. Vamos revisar nosso pensamento acerca da dieta de Adão. Se a ausência de pecado e de morte era a razão para a dieta de “frutas e vegetais”, por que você acha que Deus esperou centenas de anos depois da entrada do pecado para acrescentar animais à nossa dieta? (Esta demora sugere que a diferença entre a dieta de Adão e a dieta de Noé não estava confinada apenas à questão pecado/morte. Deus deve ter considerado a dieta de Adão como sendo superior, independentemente da questão pecado/morte.)

B. Dê uma olhada em Gênesis capítulos 5-11. O que voe pode notar? (Que a longevidade dos seres humanos cai dramaticamente depois do dilúvio – que é exatamente o ponto onde a dieta de Noé foi introduzida.)

1. Leia Gênesis 6:1-3 e Gênesis 6:5-6. Este texto sugere uma razão para a mudança na dieta? (Parece que Deus pode ter decidido que seria melhor limitar o período de vida dos seres humanos. Creio que a referência aos “cento e vinte anos” está no contexto do período do dilúvio, mas ela sugere que Deus está repensando a longevidade de Sua criação.)

2. Que lição podemos extrair disto? (A dieta original de Deus tinha um impacto na longevidade. Sabemos hoje que uma dieta que exclui a carne tem um impacto claro na longevidade.)

3. A longevidade tem alguma coisa a ver com pecado? (Imagine um mundo sem livros, mas um mundo no qual você podia conversar com seus tataravôs todos os dias. A longevidade aumentaria o aprendizado e a transmissão de conhecimento. Se o conhecimento é a respeito do mal, então podemos começar a ver por que Deus pode ter pensado que um período de vida mais curto seria melhor.)

IV. Espiritualidade e Dieta

A. Leia Gênesis 7:1-3. Sobre qual base Deus faz distinção entra os animais? (Ele faz uma distinção entre animais “puros” e “impuros”.)

1. Isto tem alguma coisa a ver com tomar banho? (Não. Dê uma olhada em Levítico 11 e leia Deuteronômio 14:3-8. Animais puros poderiam ser comidos e animais impuros não poderiam – eles não deveriam nem ser tocados quando estivessem mortos.)

2. Leia Deuteronômio 14:21. Qual é a regra sobre animais mortos por acidente? (Você não poderia comê-lo, mas poderia dá-lo a um estrangeiro.) {Nota do tradutor: O Dr. Cameron esclareceu que a pratica de preparar e comer animais mortos por atropelamento não é incomum nos Estados Unidos, É considerada por muitos uma prática jocosa, praticamente uma brincadeira, realizada por pessoas de sensibilidades menos refinadas.}

a. O que este texto sugere acerca da natureza das regras de Deus acerca da dieta? (As coisas impuras não eram veneno. Em vez disso, elas tem algo a ver com um relacionamento adequado com Deus.)

B. Levítico e Deuteronômio nos lembram o sistema sacrifical. Esta idéia de impuro = profano terminou quando o sistema sacrifical terminou? (Alguns poderiam argumentar que sim. Mas existem problemas muito sérios com esta conclusão. Primeiro, nem todos os animais limpos, como por exemplo, grilos e peixes com escamas e barbatanas, eram sacrificados. Eles não tinham coisa alguma a ver com o sistema sacrifical. Segundo, a distinção entre animais puros e impuros existia antes do dilúvio, antes que o sistema do santuário fosse formalizado e antes que os seres humanos fossem autorizados a comer carne. Terceiro, a proibição de Atos 21:25 com relação a comer sangue com a carne (o que certamente nos lembra do sistema sacrifical) foi importa depois da ressurreição de Jesus.)

1. O que devemos concluir a partir disto? (Não consigo explicar isso, mas Deus tem diferentes níveis recomendados de dieta. A melhor prática de dieta são os frutos e os vegetais. A prática de dieta normal são os animais limpos, sem sangue. Comer animais mortos por acidente é prática de estrangeiros!)

2. As pessoas que estão caminhando no caminho da santidade deveriam se esforçar para ter a melhor prática na dieta?

C. Leia Romanos 14:2-4. Espere um minuto! Se pessoas santas tem uma dieta santa {a qual vemos que consiste de frutos e vegetais}, como Paulo pode descrever essas pessoas como sendo pessoas “cuja fé é fraca”? Como o estrangeiro, aquele que come animais portos por acidente, ser equiparado com os que são fortes na fé? (Este é um quebra-cabeças. Precisamos explorar melhor o pensamento de Paulo.)

D. Leia I Coríntios 10:1-5. O que Paulo sugere acerca da dieta e justificação? (Uma dieta espiritual, entre outras coisas, não quer dizer que estamos agradando a Deus.)

E. Leia I Coríntios 10:18. Qual é a resposta? (Sim! Aqueles que traziam seus sacrifícios ao templo participavam no ritual de remoção do pecado.)

F. Leia I Coríntios 10:19-24. Deveríamos comer carne oferecida a um ídolo pagão? (Do ponto de vista prático, sabemos que um ídolo não significa coisa alguma. Mas seria “benéfico” evitar comer carne sacrificada aos ídolos.)

G. Leia I Coríntios 10:25-33. O que este texto nos ensina a respeito da afirmação de Paulo em Romanos 14 sobre comparar a dieta de animais mortos por acidente com uma fé forte? (Paulo está nos dizendo que o aspecto mais importante da dieta é usá-la para o avançamento do Reino de Deus. Embora um ídolo seja nada, se você sabe que a carne foi oferecida a um ídolo, não há benefício algum e comê-la – especialmente se estiver na presença de alguém que tem reservas a este respeito. Portanto, a pessoa “cuja fé é fraca” de Romanos 14 é alguém que recentemente praticava a adoração a ídolos e não tem fé suficiente para compreender que os ídolos não significam coisa alguma.)

H. Qual deveria ser a nossa conclusão final acerca da fé e a dieta? (Deus deu aos seres humanos, de maneira consistente, instruções acerca da dieta. Há poucas dúvidas que Ele tenha recomendações acerca da dieta as quais seria “benéfico” seguirmos. Porém, a questão mais importante a respeito da dieta é como lidamos com ela em termos da fé dos outros.)

I. Amigo, e você? Vai reconsiderar a tua atitude acerca da dieta e ter certeza de que ela está de acordo com a vontade de Deus?

V. Próxima Semana: Apoio Social: Laços de Amor

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