terça-feira, 1 de dezembro de 2009

O Povo a Caminho – O Livro de Números - Lição 10

A "Loucura" do Profeta
(Números 22-24)

Introdução: Quantas vezes você esperou que Deus ignorasse um pequeno problema de pecado na tua vida? Você ama a Deus quer obedecer, exceto por esta pequena área pela qual, você espera, Deus irá demonstrar uma pequena tolerância. Afinal de contas, ninguém é perfeito e somos apenas humanos, certo? Esta semana estudaremos um homem que está longe de ser perfeito, mas que compreende que deveria obedecer a Deus. O resultado é um conflito entre a sua vontade e a vontade de Deus. Isso soa familiar? Vamos pular direto para dentro do nosso estudo da Bíblia e aprender mais!

I. Balaque Nervoso

A. Leia Números 22:1-3. Balaque é o rei de Moabe. O que acontecerá a ele se os israelitas derrotarem sua nação? (Ele perderá todas as suas coisas e poderá muito bem morrer.)

B. Leia Deuteronômio 2:9. Os moabitas tinham alguma coisa a temer por parte de Israel? (Não. Deus disse ao Seu povo para não atacá-los.)

1. Por que? (Leia Gênesis 19:36-37. Ló era o pai de Moabe, de quem os moabitas descendiam. Os moabitas eram aparentados com os israelitas. Deus havia dado a eles a sua terra. Se eles houvessem permanecido fiéis a Deus, saberiam essas coisas.)

C. Leia Números 22:4-6. O que há de bom e de ruim acerca de Balaque? (A coisa ruim é que ele planejava atacar os israelitas – mesmo quando ele não estava sendo realmente ameaçado por eles. A coisa boa é que ele se voltou para a batalha espiritual para resolver os seus problemas.)

1. O que havia que recomendava Balaão para esta tarefa? Será que Balaque disse “Bem, nosso grande ancestral, Ló, serviu ao verdadeiro Deus e então vou encontrar um servo de Deus para intervir em nosso favor”? (Nada deste tipo está registrado. Números 22:6 revela que Balaão tinha um histórico de sucesso.)

2. Vamos pular adiante e ler Números 24:1. Como Deus pode falar através de alguém que também é um porta voz de Satanás?

a. E você – já foi alguma vez um porta voz de Satanás e outras vezes de Deus? (Se você diz que “não”, então você só falou por Satanás! A natureza da nossa jornada cristã é agirmos e falarmos mais por Deus e menos por Satanás.)

b. Balaque deveria ter buscado Balaão? Você confiaria em Balaão? (Não. A palavra de Deus é o nosso único guia seguro e infalível. Se você sabe que o teu conselheiro recorre de vez em quando ao “lado escuro”, então não deveria aceitar conselhos desta pessoa.)

II. Balaão Ganancioso

A. Leia Números 22:7-8. O que isso nos mostra acerca de Balaão? Ele está tendo um bom ou um mal começo? (Os príncipes trouxeram dinheiro, então eles sabiam que Balaão estava vendendo seus serviços. Por outro lado, Balaão está esperando em Deus, e não agindo por si mesmo.)

1. Há algum problema em receber dinheiro? Não é isso que os doutores e advogados fazem? (Ele está sendo pago por um certo resultado. O seu Deus supostamente está disponível para receber propina!)

B. Leia Números 22:9. Há alguma coisa estranha nisso? (Deus vem a alguém que às vezes é um mago e faz a este mago uma pergunta!)

1. Sabemos que resposta anterior não pode ser certa. O que Deus está fazendo? (Está pedindo a Balaão que preste atenção ao propósito maligno de seus visitantes!)

C. Leia Números 22:10-12. Quais são as instruções de Deus a Balaão? (Não vá com os moabitas e não amaldiçoe este povo abençoado. Deus já havia se decidido e não seria corrompido com dinheiro.)

D. Leia Números 22:13-14. Balaão segue as instruções de Deus, mas ele não menciona que o povo em questão é abençoado. Balaão fez a coisa certa, ou ele deveria ter contado tudo o que sabia? (Permissão para viajar não é o problema, o problema é o propósito da missão. Balaão esconde este problema.)

E. Leia Números 22:15-17. Por que Balaque envia mais príncipes? (Ele não acredita que Balaão tenha {recebido} uma mensagem de Deus, ele pensa que Balaão está esperando mais dinheiro e mais respeito.)

F. Leia Números 22:18-19. Balaão está dando uma mensagem ambígua? (Ele se identifica como servo de Deus, mas parece acreditar que Deus mudará de idéia. Que Deus vai acrescentar algo novo que contradiga completamente Suas instruções anteriores.)

G. Leia Números 22:20-22. Isto se parece com a fala de Deus? Que razão Deus dá para mudar de idéia? (Que Balaque enviou mais príncipes!)

1. O relator desta conversa com Deus é confiável? (Duvido que Deus tenha dito isso. Esta fala não faz sentido – que seja por sua lógica ou pelas ações {posteriores} do anjo. A questão fica mais complexa por causa da maneira como a NVI traduz o verso 20. Outras versões traduzem este verso como “Se aqueles homens te vieram chamar...”. Vários comentaristas dizem que Balaão pulou em cima da sua jumenta antes de ser chamado, suscitando assim a ira de Deus. Esta explicação não se encaixa muito bem com os fatos.)

H. Leia Números 22:23-28. Como você responderia a esta pergunta se fosse Balaão? (Você me desobedeceu, esmagou o meu pé e não está fazendo o teu trabalho.)

I. Leia Números 22:29. Como Balaão responde à pergunta? Você daria esta resposta, em vez da minha resposta? (Como ele pode ser um grande profeta, digno de um vultuoso pagamento e de ser procurado por pessoas importantes, se não consegue controlar nem a sua jumenta? Como ele pode fazer algum mal a Israel se é zombado pela sua jumenta? É uma questão de orgulho pessoal.)

1. Quão tolo ele parece, argumentando com uma jumenta?

J. Leia Números 22:31-33. Este é um anjo? (Não. Apocalipse 22:8-9 revela que um anjo real não aceitaria adoração. Penso que este seja Jesus, porque a frase “Anjo do Senhor” é usada freqüentemente no Antigo Testamento para se referir a Deus.)

1. Vemos a Jesus como sendo extraordinariamente amoroso. Quão amável é da parte de Jesus permitir que a vida de Balaão dependesse da decisão de uma jumenta? (Balaão sabia que não poderia amaldiçoar a Israel. Suas razões para continuar eram ganância, honra e engano. Ele espancaria a sua jumenta para continuar em seu curso de ação egoísta. Essas eram ações que ele, e não a jumenta, havia tomado.)

a. Você já fez essas coisas – bater naqueles que estão ao teu redor para continuar em um curso de ação que era inconsistente com a vontade de Deus?

b. Você já tratou os outros com aspereza porque se sentiu frustrado porque era difícil resistir à vontade de Deus?

(1) Você já considerou que a tua vida pode estar nas mãos dessas pessoas? Que, se a tua família houvesse deixado de resistir, você poderia estar morto?

K. Leia Números 22:34-35. Isso é o que você recomendaria a Balaão dizer? (Deus havia acabado de dizer que ele quase morreu! Qualquer pessoa com bom senso diria “Estou indo para casa agora!”)

1. Por que Deus permitiu que Balaão continuasse? (Este texto mostra que Deus permite que continuemos com nosso tolo curso de ação.)

III. As Bênçãos

A. Leia Números 22:41 e Números 23:1-4. De quem foi a idéia de construir alteres e sacrificar animais? (De Balaão.)

B. Em Números 23:5-23 Balaão por duas vezes recebe uma mensagem de Deus a qual abençoa a Israel. Leia Números 23:24-25. Balaque está em uma situação pior do que quando chamou a Balaão pela primeira vez? (Sim! Ele concordou em pagar a Balaão para amaldiçoar a Israel, mas Balaão pronuncia uma bênção – que diz que eles “beberão o sangue” de seus inimigos! Balaque anuncia que seria melhor se Balaão não houvesse dito nada.)

C. Você pode ler em Números 23:27-24:8 que Balaque e Balaão decidiram tentar mais uma vez. Vamos ler o final da terceira tentativa. Leia Números 24:9-11. Que nota você daria para a experiência de Balaão ao tentar ficar rico amaldiçoando Israel? (Se Balaão tivesse simplesmente aceitado a palavra de Deus em Números 22:12, teria poupado muito tempo e problemas.)

D. Amigo, e você? A palavra de Deus é clara, mas em algum ponto você resiste por questões egoístas? Como Balaão, você pode quer fazer parecer como se estivesse buscando a direção divina, quando na verdade está esperando que Deus abra uma exceção para você. Isto não funciona.

IV. Tragédia Final

A. Leia Apocalipse 2:14 e Números 25:1-3. Balaão não conseguiu pronunciar uma maldição, mas planejou uma outra maneira de receber seu pagamento. Que maneira foi essa?

B. Isto funcionou? (Leia Números 25:4-9. Isto prejudicou Israel, mas não enfraqueceu seu poder militar.)

C. Deus estava determinado a abençoar este povo. Como eles conseguiram frustrar as bênçãos divinas?

D. Leia Números 31:7-8 e II Pedro 2:15-16. Balaão era mais ignorante do que a jumenta? O que a sua insistência em ir contra a vontade de Deus lhe custou? (Tudo! O dinheiro não tem qualquer serventia se você está morto.)

E. Amigo, quão determinado você está em resistir a Deus? Por que não decidir hoje a parar de resistir e seguir a vontade de Deus?

V. Próxima Semana: Imoralidade na Fronteira

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Direito de Cópia de 2009, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses.
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terça-feira, 24 de novembro de 2009

O Povo a Caminho – O Livro de Números - Lição 09

O Pecado de Moisés e Arão
(Números 20 e 21)

Introdução: Você já teve algum período na tua vida no qual você sentiu que tinha uma desculpa para pecar? Você tem tantas coisas acontecendo errado que é fácil escorregar e cair? Você se desapontou quando um líder espiritual no qual você confiava caiu em pecado? Você tem um padrão diferente para você e para os teus líderes? Deveria ter? Nossa lição desta semana é a respeito de um líder que caiu durante um período difícil em sua vida. Vamos mergulhar para dentro da nossa lição e aprender mais!

I. Problemas em Família

A. Leia Números 21:1. O texto começa com “no primeiro mês”. O primeiro mês do que? Eles estavam no deserto por décadas! (Lembre-se que em Números 14:32-34 Deus sentenciou aqueles que não confiaram nEle e que se recusaram a entrar em Canaã e peregrinar por quarenta anos no deserto e morrer lá. Números 33:38 sugere que os quarenta anos que lhes foi dito que passariam peregrinando no deserto estavam no fim. Provavelmente este é o primeiro mês de seu quadragésimo ano de peregrinação..

1. Você acha que Moisés esperava que sua irmã Miriã morresse? (Sabemos que ela era mais velha do que Moisés porque ela o vigiou quando ele foi colocado em um cesto no rio Nilo para salvar a sua vida. (Êxodo 2:1-4.) Talvez ela tenha sido incluída junto aos que foram sentenciados a morrer no deserto por causa de sua rebelião.)

2. Como você se sentiria se fosse Moisés? (Ela não era apenas a sua irmã mais velha, ela era parte da “equipe administrativa” dos israelitas.)

B. Leia Números 20:2-5. Estes seriam a nova geração do povo. E fé deles aumentou? A sua atitude ficou melhor?

1. O que você acha da sugestão deles, que estariam melhor se tivessem morrido com a geração mais velha?

2. Por que o Egito era o ponto de referência? Por que não suplicar a Deus para que Ele os levasse rapidamente para Canaã? (Eles não tinham visão nem confiança. Pensavam que seria preferível voltar à escravidão.)

C. Leia Números 20:6-8. Na tua opinião, Moisés e Arão estavam fazendo a coisa certa? (Sim, eles imediatamente se voltaram para Deus para resolver o problema.)

1. O que você pensa sobre a mensagem de Deus, que Moisés deveria “falar” à pedra?

a. Leia Gênesis 1:3 e Êxodo 17:5-6. Você acha que é significante que Deus diga agora a Moisés para falar à rocha em vez de bater na rocha? (Falar é um paralelo mais preciso do poder demonstrado por Deus na Criação. Não é necessário qualquer ação física, apenas um comando verbal. Um novo nível de poder é dado a Moisés.)

b. Por que Moisés precisa apanhar o seu cajado (Números 20:8), se agora ele só precisa falar?

D. Leia Números 20:9-11. O que você encontra de perturbador na declaração de Moisés ao povo? Ou será que Moisés está lhes falando a verdade – que eles são rebeldes? (O primeiro problema é que Moisés parece declarar que Arão e ele produzirão a água, e não Deus. Segundo, no passado Deus havia declarado que o povo era rebelde e Moisés havia intercedido por eles. Agora, Moisés os está condenando.)

1. Embora Moisés bata na rocha em vez de falar a ela, a água sai mesmo assim. Por que isso? Por que Deus executaria um milagre mesmo quando Moisés não seguiu as instruções? (Deus honra a Moisés, embora Moisés não honrasse a Deus.)

E. Leia Números 20:12. Qual é o erro de Moisés e Arão? Quando Deus diz “vocês não confiaram em Mim para honrar Minha santidade”, A que, exatamente Deus está se referindo? Que confiança, qual honra? (Deus pode criar meramente através da fala. Ele delegou este poder para Moisés – uma honra muito grande. Em vez de dar glória a Deus, Moisés não somente reclama o poder para si mesmo, mas ele bate na rocha – como se ele precisasse executar uma ação física para fazer um milagre. Moisés reclama o crédito, e faz isso agindo assim.)

1. O que você diria sobre o castigo? Ele parece severo?

a. Coloque-se no lugar de Moisés. O que você argumentaria em sua defesa? (Ainda estou perturbado pela morte da minha irmã. Estas pessos estão me deixando louco – parece que elas nunca aprendem. Este foi apenas um pequeno erro.)

b. Coloque-se no lugar de Deus. O que você diria a Moisés? (Toda a questão gira em torno de confiar em Mim. Como o povo pode aprender a confiar em Mim se você não confia em Mim (ao simplesmente falar)? Como as pessoas podem confia em Mim se você reclama a Minha autoridade?)

c. O castigo tem algum impacto prático na questão da confiança? (Até o ponto em que as pessoas confiam (e acusam) Moisés, se é preciso que elas entrem em Canaã sem ele, compreenderão mais claramente que Deus é a fonte de sua vitória.)

II. O Fim de Arão

A. Leia Números 20:23-29. Coloque-se no lugar de Moisés. Sua irmã morre e, quatro meses mais tarde (Números 33:38), seu irmão morre. Quais são os teus pensamentos a respeito de Deus? Quais são os teus pensamentos a respeito da morte próxima?

1. Por que Moisés tirou as vestes de Arão? (Esta era uma passagem simbólica da autoridade do Sumo sacerdote Arão para Eleazar.)

a. Que tipo de emoção você consegue ver neste processo para eles três? (Moisés pode sentir que uma parte disso é sua culpa, por ter batido na rocha. Moisés perdeu agora seu irmão e co-líder. Arão está morrendo por causa de seu pecado – e sem entrar na terra prometida. O filho compreende que o fim chegou para o seu amado pai.)

b. Quando as pessoas chegam ao final de suas vidas, olham para trás e fazem julgamentos acerca das coisas. Que julgamentos Arão teria feito?

c. Já ocorreram algumas situações difíceis na tua vida? Coisas que, se você analisa honestamente, tem a ver com falhas da tua parte? Como você as aceitaria?

d. Leia Judas 1:9 e Mateus 17:3. Estou avançando {com o assunto} aqui, mas o que estes versos nos ensinam a respeito do amor e cuidado de Deus por nós quando passamos por situações difíceis por causa dos nossos pecados? (Não sabemos o que aconteceu com Arão, mas nos foi revelado que Deus foi mais do que justo no que diz respeito a Moisés. Ele foi levado para a terra prometida final – e imediatamente.)

e. Qual é a lição para nós? (Tanto Arão quanto Miriam (a irmã de Moisés) estavam envolvidos em rebelião. Arão era velho e esta foi uma boa maneira de morrer. Porém, levando em conta que ele morreu antes de entrar em Canaã, é uma advertência para que nós confiemos em Deus e não nos rebelemos contra Ele. Para que não levemos crédito pelo poder de Deus.)

III. A Serpente

A. Leia Números 21:4-6. O povo deveria ter aprendido alguma coisa com a morte de Arão?

1. Seria razoável para eles crer que as suas últimas reclamações levaram à morte de Arão e ao julgamento contra Moisés?

B. Leia Números 21:7-9. Nós acabamos de aprender que quando Deus diz para fazermos alguma coisa, deveríamos fazê-la. Por que você acha que Deus ordenou a Moisés fazer a imagem de uma serpente para salvá-los?

1. Leia João 3:14-15. Se Jesus é como esta serpente, por que não fazer um cordeiro e colocá-lo em um poste? A serpente não representa o pecado? Como Jesus pode ser como a serpente? (A serpente representa o pecado. O pecados das pessoas as estavam matando. O primeiro passo para a salvação é reconhecer o teu pecado – admitir que você é um pecador necessitado da graça. Portanto, olhar para a serpente é o reconhecimento do teu pecado.)

2. Leia II Reis 18:3-5. Por que Ezequias destruiu a serpente que Moisés havia feito? (As pessoas a estavam adorando. Elas a estavam tratando como um ídolo.)

a. Há uma lição nisto para nós hoje? (Precisamos enfrentar e confessar os nossos pecados. Contudo, não deveríamos mais tarde ficar “adorando” o nosso passado pecaminoso, se orgulhando dele para os outros. Nosso objetivo é confessar e abandonar o pecado, não voltar a ele.)

C. Amigo, todos nós passamos por momentos difíceis. Ao invés de ficar usando esses momentos como desculpa para não confiarmos em Deus, em momentos difíceis precisamos confiar nEle ainda mais. Você vai pedir a Deus agora mesmo para te dar um espírito de confiança e gratidão e tirar o teu espírito de rebelião?

IV. Próxima Semana: A "Loucura" do Profeta

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Direito de Cópia de 2009, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses.
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terça-feira, 17 de novembro de 2009

O Povo a Caminho – O Livro de Números - Lição 08

Sacerdotes e Levitas
(Números 18 e 19)

Introdução: Depois das últimas semanas, quais são os teus pontos de vista acerca de rebelião contra Deus? E contra Seus líderes? Estou assumindo que a tua resposta seja: “Eu não quero ser um rebelde!” A rebelião pode existir em algo que não seja óbvio? Por exemplo, e se eu me recusar a apoiar financeiramente os líderes de Deus? E se eu sou crítico de seus estilos de vida? E se alguém nos corrige e ficamos ressentidos com esta pessoa por causa disso? Quais responsabilidades os líderes assumem pela natureza rebelde do “rebanho”? Com estas questões em mente, vamos mergulhar no nosso estudo de Números!

I. Assumir Responsabilidade

A. Leia Números 18:1. Revise mentalmente a lição da semana passada: aquela sobre a terra se abrir e engolir os rebeldes, aquela sobre o fogo descer do céu e consumir os que estavam segurando incensários. Então releia nosso último verso da semana passada: Números 17:12-13. Agora que você está com o contexto mental correto, considere Números 18:1. O que você diria se fosse Arão? (Ou um temeroso “Sim, Deus!”, ou (“Me acerte agora mesmo.”)

1. O que você acha que Deus queria dizer? Afinal de contas, Ele somente interveio para salvar e vindicar Moisés e Arão quando a “família” estava se rebelando.

2. Você acha que Arão poderia ter sido parcialmente responsável pela rebelião que estudamos na semana passada?

3. Ou está acontecendo alguma outra coisa? (O presidente atual dos EUA se refere a “momentos de ensino”. Penso que temos um momento de ensino aqui. Deus é santo e Ele exige padrões muito altos de seus representantes quando se trata do santuário. Esta é parte da explicação para o tratamento dramático dado a Corá, que era, afinal de contas, um coatita – parte do grupo que está sendo referido aqui. Com grande autoridade vem uma grande responsabilidade.)

B. Leia Números 18:2-4. Por que tanto o supervisor quanto o supervisionado morrem no caso de uma infração?

C. Há cerca de dois meses atrás, preguei um sermão que foi gravado profissionalmente em vídeo. Assim que comecei o sermão, um garotinho veio subindo os degraus da plataforma. Imediatamente eu pensei, “O que devo fazer?” Eu me virei e comecei a andar para o outro lado, para que a câmera me seguisse e não gravasse aquela distração. Isso me distraiu tanto do que eu estava dizendo que falei uma palavra errada – qual, então, tive que corrigir. Isto me fez ter um começo ruim. Eu tinha alguma obrigação de dizer às pessoas acerca de suas obrigações na gravação? Eu não havia dito nada sobre isso. (Isto foi parcialmente minha culpa.)

II. Colher os Benefícios

A. Leia Números 18:8-9. Leia Números 18:11-12. Lembre-se de que somente animais perfeitos (Levítico 22:19) deviam ser oferecidos. Arão e os levitas tinham responsabilidades muito grandes, mas também tinham boas recompensas. Isto deveria se aplicar aos representantes de Deus hoje?

1. Um artigo da edição mais recente {da revista} Christianity Today fala sobre a polêmica entre algumas igrejas acerca da riqueza de seus líderes. Este texto fala sobre os nossos líderes espirituais terem as coisas “mais finas” (melhores)?

a. Eu não ganho um centavo por escrever esses comentários, nem nunca ganhei. Todos os tradutores são voluntários. Isto é errado? (Se isso fosse a única coisa que eu estivesse fazendo, provavelmente seria errado. Mas sou pago por meu trabalho legal e não preciso ser pago por este trabalho.) (N.T. – O Dr. Bruce Cameron é advogado especializado em assuntos de liberdade religiosa e professor universitário de Direito.)

B. Leia Números 18:20. Se você é membro de outra tribo, poderia ganhar todo o dinheiro que quisesse. Isto é verdade com relação aos levitas? (Deus proibiu que eles possuíssem terras e regulamentou o valor de seus ganhos.)

1. Que aplicação isto teria para o apoio dos ministros hoje em dia?

C. Leia Números 18:21. Quais duas fontes de renda nós descobrimos? (Os sacerdotes tomavam posse de todos os sacrifícios e ofertas que não eram queimados. Os levitas tinham como renda os dízimos dados pelo povo.)

D. Leia Números 18:25-32. Certa vez ouvi um ministro dizer para mim que “Os levitas nunca receberam ordem para dar o dízimo”. Ele não leu cuidadosamente a sua Bíblia. Por que os levitas deveriam dar o dízimo? Eles recebiam o dízimo por causa de seu trabalho na causa de Deus. Que obra o seus dízimos apoiavam? (Este texto nos ensina que dizimar não é somente uma questão de apoiar os trabalhadores na obra de Deus, mas é sobre agradecermos a Deus por Suas bênçãos.)

1. Leia II Coríntios 9:7. Compare com Números 18:32. Podemos dizer que você evita morrer “com alegria”?

a. Esses dois versos cabem na mesma sala? (Uma distinção que eu vejo é que os levitas eram pagos daquilo que era dado a Deus pela Sua obra. Para eles, usar mal {este recurso} ou apropriar-se indevidamente dele era uma questão muito séria.)

E. O que você acha do sistema de Deus para apoiar os sacerdotes e os levitas? É justo? Quanto você pagaria pelo perdão de pecados? Pela provisão de comida? Pela direção de Deus? (Parece que 10% mais as ofertas variadas é uma verdadeira pechincha. O valor {dessas coisas} parece ser “sem preço” para mim.)

1. Alguma nação segue um programa assim, no que diz respeito aos impostos? (Os Estados Unidos não seguem. No sistema de apoio de Deus, aqueles que produziam mais, pagavam mais, mas eles pagavam a mesma porcentagem, independentemente da renda. Nos Estados Unidos aqueles que ganham mais pagam uma porcentagem maior de sua renda em impostos. Os que estão no limite inferior da escala não pagam coisa alguma em impostos. Os que não pagam coisa alguma não tem incentivos para reduzir impostos e aqueles que pagam mais tem menos incentivos para ganhar mais. O sistema de Deus é mais lógico.)

III. A Novilha Vermelha

A. Se você der uma olhada em Números 19, verá que contém muitos trechos que discutem sobre cadáveres e estar impuro por tocar um cadáver. Por que você acha que estas instruções aparecem aqui? (Leia Números 16:49. Eles tinham muitos cadáveres com os quais deviam lidar.)

B. Leia Números 19:1-5. Eles tinham o sistema sacrifical. Eles tinham um altar. Eles tinham o método para o perdão dos pecados. Por que Deus exigiria alguma coisa que parece ser semelhante, mas é diferente?

1. Havia alguma coisa errada com o sistema atual? (Pense acerca do que estivemos estudando. Um grande número de levitas estavam em revolta. Muitas pessoas haviam morrido por causa dos juízos de Deus. O sistema não estava operando com a “fluidez” costumeira. Como resultado, Deus fez uma coisa um pouco diferente.)

2. Por que a novilha tinha que ser “vermelha”, sem defeito, nunca ter sido usada como animal de carga e sacrificada fora do acampamento? (Todas essas coisas podem representar Jesus. Ele derramou Seu sangue por nós. Ele viveu uma vida perfeita. Ele deu a sua vida voluntariamente. Ele foi morto do lado de fora dos portões de Jerusalém.)

a. Como esta idéia de um sacrifício semelhante, mas deferente, se encaixa com a nossa comparação com Jesus? (O sistema sacrifical estabeleceu o exemplo de como o pecado é tratado, mas Jesus é muito mais do que o sistema sacrifical. Quando as coisas não estavam andando bem com o sistema sacrifical, quando a morte estava em toda a volta, Deus dá uma instrução que mostra que Ele tem um plano para lidar com todos esses problemas.)

C. Leia Números 19:9. As cinzas da novilha vermelha são utilizadas para a “água da purificação”. Você consegue relacionar isso com Jesus? Jesus nos dá a “água da vida”. Ele nos dá a vida eterna.)

D. Leia Hebreus 9:13-14. Onde você ouviu falar de pecado ser tirado por cinzas sendo “espalhadas”? (A “novilha” à qual este verso se refere é muito provavelmente a novilha vermelha. O “sangue de bodes e touros” se refere ao sistema do santuário. Mas a novilha e o espalhamento {das cinzas} parecem ser uma referência a Números 19, especificamente a Números 19:17-21.)

1. Como a novilha vermelha está vinculada a Jesus? (Jesus cumpriu a profecia da novilha vermelha.)

E. Como as cinzas da novilha vermelha eram utilizadas para purificar, alguns acreditam que uma “novilha vermelha” nascerá em Jerusalém nos tempos modernos, que suas cinzas serão utilizadas para purificar o local histórico do tempo, e que um novo templo será construído pelos judeus em Jerusalém. O que você tem a dizer sobre as bases bíblicas para esta afirmação? (Hebreus 9 nos diz que Jesus nos dá um sacrifício melhor e eterno. Por que iríamos querer voltar ao sistema do santuário na terra?)

F. Amigo, parece que cobrimos vários assuntos nesta semana. O fio condutor entre todos eles é levar a lei de Deus a sério. Devemos respeitar a vontade de Deus e a Sua lei. Não podemos levar a lei de Deus a sério se não estudamos a Sua palavra. Estudar a Sua palavra nos dá acesso hoje à “água da vida” e nos dá uma visão com relação às dificuldades das teorias da “novilha vermelha”. Hoje, você vai se comprometer a estudar a palavra de Deus?

IV. Próxima Semana: O Pecado de Moisés e Arão

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Direito de Cópia de 2009, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses.
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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O Povo a Caminho – O Livro de Números - Lição 07

Luta Pelo Poder
(Números 16-17)

Introdução: Você já participou de uma disputa na tua igreja? (Esta é uma pergunta tola, certo?) Como você pode saber quem está certo e quem está errado? Às vezes isso é óbvio, mas às vezes os dois lados possuem bons argumentos. O que acontece se você apoiar o lado que perde? Como você lidaria com isso? Esta semana vamos olhar uma luta pelo poder dentro da comunidade israelita. Vamos mergulhar e ver quais lições podemos aprender para a comunidade da igreja atual!

I. A Disputa

A. Leia Números 16:1-2. Que credenciais Corá tem? (Muito altas. Ele não apenas era bisneto de Levi, mas ainda era neto de Coate. Os coatitas “tinham a responsabilidade de cuidar do santuário” (Números 3:28). Dentre todo o trabalho especial dos levitas, os coatitas tinham um trabalho muito exaltado.)

B. Leia Números 16:3 e Números 16:12-13. Qual é a reclamação contra Moisés e Arão? (Eles se consideravam acima de todos os outros, quando a sua liderança havia trazido resultados obviamente pobres.)

1. Se você fosse alguém que estava olhando e ouvisse as acusações contra Moisés, as evidências fariam você pensar que as acusações eram verdadeiras?

C. Leia Números 16:8-10 e Números 16:15. Qual é a defesa de Moisés contra essas acusações? (As pessoas que estavam fazendo as acusações já tinham grande autoridade, e eles só queriam mais porque tinham sede de poder. Moisés nunca havia tirado nada deles, nem havia agido mal para com eles de forma alguma.)

1. Moisés estava respondendo à altura das acusações deles? (Quando a acusação é de má liderança, a resposta “Eu nunca tirei nada de vocês” não está à altura da acusação. Com relação à autoridade, ambos parecem estar acusando a outra parte de haver excedido sua autoridade legítima.)

D. Vamos rever uma das acusações de Corá. Leia novamente Números 16:3. Você tem a impressão de que toda a comunidade era santa? (Se eu fosse o advogado de Moisés, teria argumentado que a razão pela qual eles estavam nesta triste situação não era por falta de liderança da parte de Moisés, mas sim devido ao fato de que o povo estava muito longe de ser santo!)

E. Leia Números 16:4-7. O que Moisés propôs? (Que Deus resolveria isto.)

1. Este é um argumento? (Em qualquer disputa, deveríamos primeiro nos voltar para Deus. Se eu fosse Moisés, teria me defendido dizendo, “Deus me escolheu. Não estou usurpando nada da autoridade de vocês. Deus fez isso.” Dizer que “o Senhor mostrará quem lhe pertence” é um equivalente prático.)

II. A Demonstração

A. Leia Números 16:16-19. Crie um quadro desta cena em tua mente. Me parece que Moisés e Arão estavam em pé, com um grande grupo que se opunha a eles. Em termos humanos eles estavam em inferioridade numérica!

1. Por que toda a assembléia estava aqui? (Eles devem ter criado excitação no acampamento. Agora vamos ter alguma coisa sobre a qual falar!)

a. Se você fizesse uma pesquisa com o povo, como você acha que eles votariam? Eles apoiariam Moisés ou Corá? (Uma vez que os levitas foram os únicos que ficaram fiéis anteriormente (Êxodo 32:6) e agora eles estavam em revolta, acredito que Corá tinha o apoio da multidão. Especialmente, porque ele estava argumentando que todos eram santos – que mensagem encorajadora! Parece que a multidão veio em apoio a Corá, não apenas por curiosidade.)

B. Leia Números 16:20-22. Quem a assembléia deveria ter apoiado? (Está claro, pela resposta de Deus, que o povo apoiava Corá. Deus iria executar juízos sobre eles, mas Moisés e Arão intercederam por eles. Você não poderia ter uma amigo melhor do que Moisés.)

1. Quantas vezes você já pediu a Deus que não ferisse os teus acusadores? Que não ferisse aqueles que desejam te ferir?

C. Leia Números 16:23-27. Você acha que Corá e seus seguidores ainda estão confiantes do julgamento de Deus a seu favor?

D. Leia Números 16:28-30. É assim que deveríamos resolver as disputas na igreja?

1. E se você estiver do lado errado da discussão?

2. Leia o conselho de Gamaliel em Atos 5:38-39. Este é o equivalente prático ao que Moisés está fazendo?

E. Leia Números 16:31-33. Temos uma resposta clara sobre quem estava certo e quem estava errado?

1. Em Números 16:27 vimos uma referência aos “filhos e [às] crianças pequenas” dos rebeldes. O que você diz acerca da justiça de engoli-los? (Deus fará o julgamento acerca da vida e da morte eternas. Contudo, alguns destes pequeninos simplesmente tinham os pais errados.)

a. Isto é verdade hoje? Se você é um pai, qual é a importância de você ser fiel a Deus? (Podemos confiar que Deus é mais do que justo porque Ele morreu por nós, mas este texto mostra a realidade séria da influência dos pais sobre o bem estar dos seus filhos.)

F. Leia Números 16:34. Por que eles diriam isso? (Este texto deixa claro que eles haviam escolhido o lado de Corá.)

G. Leia Números 16:35 e Números 16:41. Estou certo que alguns de meus leitores estão balançando a cabeça e pensando “Deus é muito severo.” Se esta é a tua opinião, como explicar Números 16:41?

1. O que você teria feito, de fosse Deus, para mostrar ao povo que Moisés e Arão eram os teus líderes estabelecidos? (O povo de alguma forma pensava que Moisés e Arão haviam feito aquilo pelo seu próprio poder. Que eles manipularam um deus para realizar a sua vontade egoísta. Não compreendiam que o grande Deus do céu estava mostrando a eles a sua decisão acerca da liderança. Qualquer coisa menos dramática certamente não teria convencido o povo.)

H. Leia Números 16:42-44. Deus está certo? (Amigos, eu voto a favor de Deus aqui. Como a Sua vontade poderia ser mais clara? Ele precisava de uma nova tripulação.)

I. Leia Números 16:46-48. Arão, o Sumo Sacerdote “se pôs entre os mortos e os vivos.” Do que isto te lembra? (Leia Hebreus 8:1-2. Meu julgamento é que este povo merecia a morte. Meu julgamento é que eu mereço a morte. Louvado seja Deus por Jesus, que pagou a pena de morte por mim e agora está em pé como meu Sumo Sacerdote, para me dar a vida eterna!)

III. O Caso Para o Estúpido

A. Leia Números 17:1-5. O que persistiu, a despeito de todos esses terríveis sinais do poder e do juízo de Deus? (Queixas!)

1. O que Deus acha que resolveria o problema? (Um milagre que não envolvesse a morte de alguém.)

a. O que você acha desta abordagem?

B. Leia Números 17:6-11. Quem Deus escolheu claramente? (Arão.)

1. Por que Deus fez com que a vara fosse mostrada publicamente? (Para que todos pudessem ver e compreender o milagre e a escolha de Deus.)

C. Leia Números 17:12. Quão estúpidas são essas pessoas? Quão estúpidos nós somos?

1. Houve alguma lição aprendida até agora desta terrível experiência? (Sim. Em Números 16:41 eles pensaram que Moisés tinha algum poder especial (e maligno) para matar o “povo de Deus”. Agora, pelo menos eles compreendem que é Deus quem está fazendo isso aos “perdidos”.

2. Vamos presumir que você acredita que não é tão tolo quanto este povo parece ser. Qual é a lição que eles deveriam ter aprendido? (Deus está no comando, Deus tem Seus líderes. Rebelião contra Deus e Seus líderes resulta em morte. Somente a intervenção do Sumo Sacerdote ode nos salvar de uma morte merecida.)

D. Vamos relembrar alguns estudos e considerar que lições deveríamos ter aprendido.

1. Qual é a lição que deveríamos ter aprendido da falha do povo em entrar em Canaã? (Precisamos confiar em Deus quando nossas vidas estão em perigo. Precisamos confiar em Deus quando oportunidades difíceis estão diante de nós.O medo não apenas é um desprezo para com Deus, ele nos impede de receber grandes bênçãos.)

2. Qual é a lição que lição deveríamos ter aprendido com o apanhador de lenha no Sábado? (Podemos acreditar que Deus tenha falhado conosco, quando {o que ocorreu} foi nossa própria falta de fé. Afastar-se desafiadoramente de Deus e pecar somente termina em destruição.)

E. Ao colocar a lição desta semana juntamente com as últimas duas, como você resumiria a nossa escolha na vida? (Deus é este poder maravilhoso e amedrontador. Se você confia nEle, coisas fabulosas são possíveis. Se você se rebela contra Ele, é estúpido. Em meio a esta Presença terrível vem Jesus, que Se oferece para nos salvar de nossos pecados.)

F. Amigo, as escolhas são claras. Por qual delas você vai optar hoje?

IV. Próxima Semana: Sacerdotes e Levitas

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Direito de Cópia de 2009, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses.
Para receber semanalmente estes comentários diretamente no teu endereço de e-mail, acesse: http://br.groups.yahoo.com/subscribe/BruceCameron
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terça-feira, 3 de novembro de 2009

O Povo a Caminho – O Livro de Números - Lição 06

Disposições Para o Futuro
(Números 15)

Introdução: Que mudança na vida! Imagine que você construiu tuas esperanças e sonhos de uma terra nova e maravilhosa. Você planejou ter uma casa dos sonhos e uma fazenda dos sonhos. Agora você sabe que isso nunca vai acontecer, porque você desconfiou de Deus. Vai viver e morrer como um nômade no deserto. As boas notícias são que você não é mais um escravo. Vive na presença de Deus. Como você agiria agora? O que Deus exige de você agora que quebrou a tua confiança nEle? Vamos continuar a nossa jornada com os israelitas enquanto eles caminham para longe da terra prometida!

I. Pecados Não Intencionais

A. Leia Números 15:27-28 e Mateus 5:27-28. O pecado no Antigo Testamento é semelhante ao pecado no Novo Testamento?

1. Considere esses dois textos. Números nos diz que podemos pecar sem mesmo saber disso. Jesus nos fala em Mateus que podemos pecar sem mesmo fazer ação alguma.

2. Existem nos Estados Unidos muitos crimes nos quais é requerido que haja “intenção”, para que seja considerado um crime. Números 15:27 nos fala que podemos pecar sem ter a intenção? (Provavelmente não. Sem dúvida o “pecador não intencional” pretendeu realizar o ato. O pecador simplesmente não sabia que aquilo era pecado.)

a. Isso já aconteceu com você – que você tenha pecado porque não sabia direito? Você pensava (esperava) que aquilo não fosse pecado, mas mais tarde viu que era? (Todos nós deveríamos desejar conhecer melhor a Deus. Conforme nossa compreensão de Deus e da vida aumentam, compreendemos que algumas de nossas ações e atitudes do passado estavam erradas.)

b. Se você é como eu, tenta justificar os teus pecados. Diz a si mesmo “isto, na verdade, não é realmente pecado”. Então Deus faz alguma coisa que te dá uma visão muito clara do teu pecado. Isto soa familiar para você?

B. Leia Números 15:29. O que este texto fala acerca da atitude de Deus com relação à Sua lei? (Deus acredita na “regra da lei”. A lei não muda de acordo com a pessoa. Uma lei para os ricos e famosos. Outra lei para os pobres e incultos. Outra lei para os estrangeiros. Todos são iguais sob a lei de Deus.)

II. Pecados Desafiadores

A. Leia Números 15:30-31. Lembre-se do contexto dessa passagem. Essas pessoas acabaram de passar por pecados desafiadores. Eles desprezaram a Deus, discutiram seriamente sobre apedrejar a Moisés e recusaram-se a entrar na terra prometida. Por que não foram “eliminados”? Como podem ainda ter algum futuro?

1. A palavra hebraica para “desafiador” deveria ser traduzida como “mão alta”. O Comentário Bíblico de Wycliffe diz “com o punho erguido e fechado”. A recusa de Israel de entrar na Terra Prometida foi uma recusa de “punho fechado”? (Acabamos de aprender que Deus acredita na “regra da lei”. Só podemos concluir que a recusa de entrar em Canaã, o desprezo demonstrado para com Deus, por mais mal que seja, não era um pecado de “punho fechado”. Foi fraqueza e estupidez, e não uma atitude tão desafiadora que passou dos limites.)

2. Quando o texto se refere a “ser eliminado” de seu povo, isto quer dizer ser morto? (Creio que não, mas isso vai ficar longe de ser esclarecido, conforme continuamos o nosso estudo.)

a. Qual você acha que seja o propósito da “eliminação” (Considere a história do “filho pródigo” em Lucas 15:11-32. Este jovem pecou intencionalmente. Ele foi desafiador com relação às regras do seu pai. Ser “eliminado” da família, dos amigos e dos recursos o trouxe de volta à sua razão. Ele voltou para o seu pai, que o perdoou. Penso que este é o objetivo em Números.)

B. Depois de nossa discussão, que tipos de pecados deveriam nos preocupar? (Aprendemos que podemos pecar de forma não intencional, que podemos pecar de forma intencional (mesmo ser praticar o ato) e que podemos pecar de forma desafiadora. O pecado desafiador nos torna “eliminados”, na esperança que recuperemos a nossa razão.)

1. Essas regras deveriam ser aplicadas aos membros da tua igreja local? Deveríamos ajudar uns aos outros em nossos pecados não intencionais e intencionais, mas “eliminar” aqueles que se envolvem em pecados desafiadores?

C. Muitos cristãos vivem no que eu chamaria de “área de perigo”. Eles acreditam que são salvos pela graça (eles realmente são), acreditam que não podem conquistar a salvação (estão certos) e embora acreditem em “fazer a coisa certa”, lá no fundo acreditam que as suas ações não importam. Deus vai perdoá-los de qualquer coisa que fizerem. Como você acha que Deus vê alguém que peca, sabendo que é errado, pensando que Deus o perdoará? Isto é pecado desafiador?

III. Transgressão do Sábado

A. Leia Números 15:32-34. Qual é o relacionamento entre o que acabamos de discutir e este exemplo concreto? (O exemplo nos ajuda a decidir se as conclusões às quais acabamos de chegar são válidas. O exemplo e as instruções nos dão um quadro mais completo da atitude de Deus com relação ao pecado.)

B. À luz das regras que acabamos de discutir, por que é justo dizer que “não está claro” o que deveria ser feito com este transgressor do sábado? (O propósito e a atitude são críticas para decidirmos como lidar com o pecado. As pessoas não estavam certas das intenções dessa pessoa.)

1. O que você acha que deveria ter sido feito a essa pessoa?

2. Leia Êxodo 31:14-15. Qual é a penalidade estabelecida para a transgressão do sábado?

a. Você notou que “ser eliminado” e a morte são usados de forma intercambiável?

3. Leia Êxodo 16:23. Vamos nos colocar no lugar do apanhador de lenha. Ele está se esgueirando na escuridão para apanhar lenha? (Não. Aparentemente ele está fazendo isso em plena luz do dia.)

a. O que você acha que ele pretendia fazer com esta lenha? Ele estava apenas dando uma arrumada no deserto? (Sem dúvida o seu plano seguinte era fazer um fogo para cozinhar seu maná – plenamente à vista de todos.)

4. Baseado nesses fatos, você acha que isto era não intencional, intencional, ou desafiador? (Uma vez que este homem era parte do grupo parece ser impossível que fosse não intencional. Dado o seu provável curso de ação, este parece ser um pecado desafiador.)

5. Por muitos anos tirávamos férias acampando com nosso motor home. Muitas vezes eu fiz fogueiras no sábado, para que pudéssemos nos assentar em volta do fogo. A cada vez eu pensava o que a Bíblia diz acerca dos Sábados e do fazer fogo. Será que eu fui como aquele homem? (Espero que não. Qual era o “trabalho” de um israelita comum? Não seria apenas ajuntar lenha e fazer comida? Uma vez que a comida era fornecida, não consigo pensar em muitas outras coisas que eles poderiam ficar fazendo. Para mim, aquilo era pura recreação e descanso.)

C. Leia Números 15:35-36. O que este texto nos diz acerca da natureza do pecado do homem? (Que era um pecado desafiador. Neste caso, ser “eliminado” significava que lhe era tirada a vida.)

1. Isto te parece um pouco severo demais? (O texto que lemos do Êxodo mostra que era sabido que a morte era a penalidade [por este pecado]. Suspeito que este homem, sabendo que eles estavam destinados a ficar no deserto, ainda estava em aberta rebelião contra Deus. “Não vão me deixar entrar na terra prometida? Em me recuso a servir ou obedecer a Deus!”)

2. Por que todo o povo fazia parte da equipe de execução? (Isto ajudava a reforçar a questão da obediência.)

3. Este é Jesus, Este é o nosso mesmo Deus? (Sim. Precisamos considerar tanto a história do filho pródigo quanto a história do apanhador de lenha. Temos um Deus de amor e um Deus de juízo. Dizer, “eu estou disposto a pecar porque sei que serei perdoado” não é uma boa abordagem.)

IV. Notas de Lembrança

A. Leia Números 15:37-41. Você acha que essas instruções tinham alguma coisa a ver com a história do apanhador de lenha ou as instruções anteriores? (Sim. Deus diz “Quero que vocês conheçam minhas leia, quero que evitem pecados não intencionais e intencionais.” Deus diz, “Não quero que vocês terminem como o apanhador de madeira.”)

B. Concentre-se na frase de Números 15:39 “nem sigam as inclinações do seu coração e dos seus olhos.” Você já disse alguma vez “Deus me fez assim”? Deus me fez desejar [mulheres/homens]”? (O fato de que todos nós (sim, todos nós) desejamos alguma coisa que é inconsistente com a vontade de Deus não justifica uma violação da lei de Deus.)

C. Deveríamos estar pendurando anotações nas nossas roupas hoje? Se não, qual é o equivalente moderno disso? (Usar uma cruz? Ler a Bíblia? Duvido que a maior parte das pessoas para quem este texto foi endereçado era alfabetizadas. Esta era uma substituição prática para o texto escrito. Note que Deus busca nos lembrar continuamente de Sua vontade.)

D. Amigo, isso é coisa séria. Foi negada às pessoas a entrada na terra prometida por causa disso. Deus não os deixou como resultado do desprezo deles por Ele, mas Ele não deixou de lado Sua alta exigência de obediência. Você vai decidir hoje obedecer a Deus – não importa o que o teu coração e os teus olhos possam desejar?

V. Próxima Semana: Luta Pelo Poder

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Direito de Cópia de 2009, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses.
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terça-feira, 27 de outubro de 2009

O Povo a Caminho – O Livro de Números - Lição 05

Das Murmurações à Apostasia
(Números 11-14)

Introdução: Você sente que Deus te desapontou? Está insatisfeito com a vida que Deus tem te dado? Já reclamou que Deus não fez mais por você? Nossa lição desta semana mostra que Deus é receptivo a reclamações e que responde a elas; mas quando as reclamações se tornam em rebelião e desconfiança de Deus, cuidado! Vamos falar sobre fé. Nossos textos bíblicos sugerem que seria melhor nos concentrarmos nas reclamações Vamos pular para dentro do nosso estudo do livro de Números e aprender mais!

I. O Dilema do Onívoro

A. Leia Números 11:4-6. Você gosta de variedade na tua dieta? Tem simpatia pela reclamação do povo? (Gosto de visitar novos restaurantes para ver se têm algo diferente e bom para comer. Por outro lado, quando eu estava crescendo, comi o mesmo almoço por pelo menos cinco anos. Durante a semana de trabalho, tenho comido o mesmo café da manhã por mais de dez anos. Esta é a minha escolha.)

1. As pessoas estão somente reclamando da dieta? (Não, eles estão com saudades do Egito.)

a. Os peixes eram de graça no Egito? (Só se você esquecer o fato de que eles eram escravos, sem pagamento, no Egito.)

2. Estamos falando sobre quanto tempo com essa mesma dieta? (Leia Deuteronômio 1:2. Embora não saibamos o tempo total, a Bíblia nos diz que desde que os Dez Mandamentos foram dados até a sua localização atual, foi uma viagem de 11 dias!)

B. Leia Números 11:7-9. O que havia de bom acerca do maná?

1. Se você fosse Deus, o que pensaria sobre o pedido de mais variedade no menu?

2. Qual seria a dificuldade para Deus em mandar uma comida diferente para cada dia da semana?

3. Como Deus, você pode fazer qualquer coisa. Se você fosse Deus, qual seria a tua reação a tudo isso? (Onde está a gratidão por tudo o que fiz?)

C. Leia Números 11:10-15. Considere a reclamação de Moisés para Deus. Qual você considera como sendo a causa raiz do problema com a atitude de Moisés? (No verso 13 Moisés diz: “Onde conseguirei carne para todo esse povo?” Sua atitude é que ele é o responsável. Seus esforços solucionarão o problema.)

1. Moisés olhou para Deus em busca de ajuda? (No verso 14 Moisés parece pedir ajuda, mas novamente parece mais preocupado consigo mesmo – “não me deixes ver a minha própria ruína.”)

a. Considere a última vez que você reclamou com Deus. Você estava preocupado com a tua reputação? Estava tentando carregar o fardo sozinho?

2. Se você estivesse orientando Moisés nessa discussão com Deus, o que sugeriria que ele dissesse? (Não faça com que o assunto fique sendo sobre você. Faça com que Deus saiba sobre o problema e deixe Ele decidir como lidar com isso.)

D. Leia Números 11:16-17. Lemos anteriormente que Deus estava irado com o povo. Como você caracterizaria a resposta de Deus a Moisés? (Parece ser a mais razoável.)

1. O que Moisés perdeu? (Sua autoridade está a gora diluída.)

2. Qual é a chave para a liderança (O Espírito de Deus!)

3. Vamos pular alguns versos. Leia Números 11:24-25. Este não é o livro de Atos. O que este texto nos ensina acerca do Espírito Santo? (Que podemos esperar manifestações literais dele.)

a. Por que eles não profetizaram novamente? (Deus queria que eles soubessem que tinham o Espírito. Mas uma manifestação física contínua não era necessária.)

E. Leia Números 11:31-34. Que papel os 70 anciãs desempenharam nisso? (Nenhum. Deus poderia ter operado apenas através de Moisés.)

1. Deveríamos ser cuidadosos sobre o que pedimos?

2. Por que você acha que essas pessoas morreram? Qual é a lição para nós? (Não creio que as pessoas morreram porque pediram uma variação na dieta. Creio que elas morreram por causa de sua atitude. Não tiveram gratidão por haverem sido libertos da escravidão. Não tiveram gratidão pela comida fornecida. Elas tinham apenas reclamações.)

II. Terra Prometida

A. Leia Números 13:1-2. Qual você acha que eram os motivos de Deus para isso? (Se você está dando um presente para a sua esposa, fica ansioso para que ela o veja.)

B. Leia Números 13:26-29. Quais são os elementos essenciais do relato daqueles que foram explorar a terra? (Ela é em tudo como foi prometida. Mas será difícil possuí-la.)

1. Existe algum paralelo para nós hoje com relação ao céu?

C. Leia Números 13:30; Por que Calebe teve que silenciar o povo? (O relatório causou uma discussão instantânea. Aparentemente uma discussão acalorada.)

1. O que levou Calebe a dizer isso? (Ele estava preocupado que o povo seria desencorajado pelo relato das dificuldades em tomar a terra.)

D. Leia Números 13:31. Isto é verdade? (Sim. Se eles removessem Deus da equação.)

E. Leia Números 14:1-4. Há alguma lógica na resposta do povo? (Se eles queriam morrer, por que não morrer no campo de batalha? Por que não morrer tentando construir uma vida melhor para si mesmos?)

1. Você já foi culpado deste tipo de atitude quando enfrentou um grande problema na vida?

F. Leia Números 14:5-9. Por que Josué e Calebe pensaram que poderiam tomar a terra? (“A proteção deles se foi, mas o Senhor está conosco.”)

1. Eles tinham certeza de que Deus estava com eles? (Note o verso 8: “Se o Senhor se agradar de nós, Ele ... a dará a nós.”)

2. Vê você tivesse essa incerteza, avançaria? (Lembre-se que isto tem a ver com Deus, e não com o homem. Você avança sabendo que, qualquer que seja o resultado, Deus está no comando.)

G. Leia Números 14:10. O que o povo decidiu? (Que Moisés, Arão, Josué e Calebe haviam falhado com eles. Eram culpados de algo, talvez alo digno de morte.)

H. Leia Números 14:11. Note que Deus não fala sobre falta de fé, Ele fala sobre desprezo. O que você acha da reação de Deus?

1. Quando estamos encorajando a fé dos outros (ou de nós mesmos) deveríamos nos expressar em termos de desprezo a Deus?

2. Você acha que o povo realmente está desprezando a Deus? Seria o caso de que eles simplesmente não acham que poderiam fazer isso, e que o problema foi que eles deixaram Deus de fora da equação? (Se você é parte do povo de Deus, nunca pode deixá-Lo de fora da equação. Do ponto de vista de Deus, isso é desprezo.)

I. Leia Números 14:12-19. Este não é um diálogo extraordinário? Por que ele está no relato inspirado? Por que Deus quer que vejamos isso? Moisés está manipulando a Deus?

J. Leia Números 14:20. Essas pessoas pediram perdão? Lembre-se de que quando discutimos as epístolas de João (I João 5:16-17) consideramos se podemos orar pelo perdão do pecado de outras pessoas. Em Mateus 18:18 Jesus diz aos discípulos que eles podem “ligar” e “desligar” coisas no céu. Deveríamos orar pelo perdão dos pecados de ouras pessoas (como nossos filhos) ou você tem que ser um Moisés ou um discípulo para fazer isso?

K. Leia Números 14:21-25. Deus está dando ao povo o que eles pediram? (Compare Números 14:2 e Números 14:28-29.)

1. Se Deus os perdoou, então porque eles foram condenados à morte no deserto?

L. Em Números 14:36-38 aprendemos que todos aqueles que fizeram um mal relato morreram, somente Josué e Calebe sobreviveram. Isto foi relatado ao povo. Leia Números 14:40, 44-45. Foi dada uma segunda chance às pessoas? (Não. Eles haviam tido muitas “chances” antes, mas quando se trata de entrar na terra prometida, eles tiveram uma chance.)

1. Existe uma lição nisso para nós hoje? O que este texto sugere acerca da teoria “Deixados Para Trás”, que fala de uma segunda chance para o céu?

a. O que estes textos sugerem acerca de quaisquer diferenças entre a atitude de Deus com relação ao perdão dos pecados e a atitude de Deus com relação aos resultados práticos do pecado? (Nós pulamos Números 12, o qual revela segundas (ou mais) chances para Arão e Miriam. Em Números 14:22 Deus diz que deu a eles dez chances!)

b. O que a falha em entrar na terra prometida nos ensina acerca de desconfiarmos de Deus quando se trata de decisões importantes na vida?

M. Amigo, muitas vezes nessas lições tenho te convidado a ser um seguidor de Deus. Aceitar este convite traz junto a obrigação de confiar em Deus e não desprezá-Lo. Você vai decidir confiar em Deus hoje – mesmo quando enfrenta gigantes?

III. Próxima Semana: Disposições Para o Futuro

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terça-feira, 20 de outubro de 2009

O Povo a Caminho – O Livro de Números - Lição 04

Trombetas, Sangue, Nuvem e Fogo
(Números 9 e 10)

Introdução: Você gostaria de ser mais confiante? Confiante em que ficará bem na vida. Confiante que Deus está com você. Confiante que você tem uma compreensão correta de Deus e de Seu papel em nossa vida? Há anos atrás falei com um cristão que me disse que quando ele era jovem, queria fazer a vontade de Deus. O problema era que Deus nunca se mostrou para dizer-lhe o que fazer. Às vezes você se sente assim? Em caso afirmativo, vamos mergulhar em nosso estudo de Números para ver como Deus interagia com Seu povo naquele tempo!

I. Páscoa

A. Leia Números 9:1-3. Deus diz para celebrarmos a Páscoa. Sobre o que é a Páscoa? (Êxodo 12 relata como os judeus, enquanto ainda estavam no Egito, sacrificaram um cordeiro e colocaram o seu sangue na soleira da porta de suas casas. Como resultado de fazerem isto, protegeram seus primogênitos de serem mortos naquela noite.)

1. Quem estava matando todos os primogênitos? (Leia Êxodo 12:12. Deus disse que Ele faria isto.)

2. Por que nós, os seguidores de Deus, precisam ser protegidos de Deus? Deus não consegue distinguir o Seu povo dos egípcios? (Isto parece estranho, não é? A falta de lógica nisto sugere que Deus estava ensinando um ponto a Seu povo. Um ponto que sugere que eles possuem um papel (pequeno) em sua libertação.)

3. Por que simplesmente não desenhar uma estrela na porta? O sangue faz sujeira. (Deus estava começando a mostrar a esses escravos Seus planos para a erradicação do pecado e salvá-los da morte.)

4. O que isto nos diz acerca de Deus? (Ele não deve ser tratado de forma frívola. Ele está cuidando de Seus seguidores, mas PA uma coisa perigosa não obedecê-Lo.)

B. Leia Lucas 22:15-20. Por que Jesus era capaz de mudar a Páscoa?

1. Como as ações de Jesus eram consistentes com a Páscoa? (O propósito original de Deus em estabelecer a Páscoa era apontar para Jesus como o cumprimento final do “cordeiro” cuja morte nos salva da morte por desobediência.)

2. Isto ajuda a te dar confiança que o cristianismo é a religião “correta”? (Nenhuma religião mundial atual que acredite na inspiração do Antigo Testamento sacrifica um cordeiro para o perdão dos pecados. Isto parece estranho e inconsistente. Somente o cristianismo oferece uma resposta lógica. Ele ensina que Jesus era o cumprimento do sistema sacrifical e diz “Esta é a maneira pela qual ainda obtemos perdão de pecados de acordo com o ensinamento de Deus.)

3. Ainda existe um problema lógico? A páscoa apresentava uma ameaça para os primogênitos. Cremos que o pecado apresenta uma ameaça a todos, independentemente da ordem do nascimento. (Leia Colossenses 1:15. Parece estranho que somente o primogênito estivesse em perigo naquela época. O mistério do simbolismo se torna claro quando vemos que Jesus é o “primogênito” de toda a criação. Deus estabeleceu a Páscoa claramente com o sacrifício de Jesus em mente. Deus o Pai “perdeu” seu Filho primogênito para o pecado na cruz. A vitória de Jesus sobre o pecado e a morte, se a aceitamos, nos dá a vitória sobre o pecado e a morte.)

C. Leia Números 9:6-8. Qual é o problema? (Aprendemos de Números 5 que as pessoas cerimonialmente impuras deveriam ficar fora do acampamento. Ser cerimonialmente impuro era inconsistente com a adoração.)

1. O que Moisés fez? (Ele se consultou com Deus.)

a. Que lição este texto nos ensina quando nos encontramos com problemas teológicos? (A palavra de Deus é a Bíblia. Precisamos estudar a nossa Bíblia e pedir pela direção do Espírito Santo.)

D. Leia Números 9:9-10. A decisão de Deus faz algum sentido para você? Se sim, por que? (A Páscoa apontava para a solução final de Deus para o problema do pecado. Deus morreria por nós. Faz sentido lógico atrair todos os pecadores que pudermos! Impuro? Bem vindo a esta cerimônia!)

II. O Fogo e a Nuvem

A. Leia Números 9:15-22. Você já disse alguma vez “Me sinto como se uma nuvem negra estivesse em cima de mim”? Isto é uma coisa boa ou má? (Geralmente pensamos nisto como uma coisa ruim.)

1. Para qual propósito principal esta nuvem servia? (Ela era o guia de turismo!)

a. Os movimentos da nuvem eram previsíveis? (Não. Às vezes ela ficava em um lugar por uma noite. Às vezes ela ficava por um mês ou um ano.)

b. Lembre que começamos a nossa conversa falando sobre confiança, especialmente com relação ao papel de Deus em nossa vida. O que isto poderia nos ensinar acerca de como a liderança de Deus opera em nossa vida?

(1) As pessoas podiam deixar a nuvem? (Com certeza.)

(a) Por que você iria querer deixar a nuvem? (Ela estava passando pelo deserto – um lugar terrível. Ela era imprevisível. Ela não perguntava para as pessoas as preferências da agenda delas.)

(2) O que aconteceria às pessoas se elas decidissem esquecer essa questão de seguir a nuvem? (O fogo significava que eles podiam ver à noite. Não precisavam tropeçar nas pedras. O deserto é frio à noite. O fogo fornece calor. Durante o dia a sombra da nuvem tornava a temperatura mais suportável. Não seria agradável deixar a nuvem.)

2. Vamos assumir que vocês são estrangeiros que estão passando um tempo em um oásis e vêem esta vasta horda de pessoas (talvez um milhão) seguindo a nuvem. O que você pensaria? (Agora vocês tem uma idéia de por que os pagãos não entendem os cristãos.)

3. Você gostaria de ter uma “nuvem” na tua vida que te permitisse olhar para cima a saber o que fazer?

a. Você lê a tua Bíblia para aprender qual é a vontade de Deus? Se não, por que achar que você teria algum interesse na nuvem?

b. Quão específica era a informação da nuvem acerca da vida? (A nuvem não controlava todos os aspectos da vida. Deus deu a Moisés regras para muitas coisas da vida. A nuvem dava direções e horários genéricos.)

c. É significante que a nuvem dava informações genéricas? A maioria das pessoas recebe instruções do tipo “nuvem” da parte de Deus – Ele nos dá diretrizes gerais e deixa os detalhes para nós mesmos?

III. Trombetas

A. Números 10 revela que além da nuvem, Deus estabeleceu um sistema de “sinalização” para guiar o movimento ordenado de Seu povo. Era uma parceria nuvem/trombeta, Deus/homem.

B. Vamos olhar um aspecto das trombetas em maiores detalhes. Leia Números 10:8-9. O povo de Deus teria uma nuvem para determinar quando deveriam ir para a batalha? (Isto não é mencionado aqui.)

1. Este texto indica que Deus está ciente até mesmo da batalha específica? (Podemos dizer que Deus geralmente autorizava a batalha porque ocorria na “própria terra” dos israelitas e era contra um opressor. Mas, da maneira como está escrito, parece que Deus não é parte do ataque original.)

2. O que Deus promete fazer por Seu povo quando ele entra em uma batalha por si mesmo? (Dê uma “buzinada” para Deus e Ele te resgatará.)

3. Isto se aplica a nós hoje? Digamos que você está em algum tipo de problema. Você não pode dizer que Deus te dirigiu para ele, talvez você tenha se colocado nele. Deus está nos convidando a “chamar” por Ele? Fazer com que Ele saiba que você poderia usar alguma ajuda? (Gosto muito deste quadro. Deus nos convida a enviar a Ele uma “trombetada”. Enviar um sinal de perigo, mostrando que você poderia usar alguma ajuda agora mesmo.)

C. Amigo, a Páscoa nos dá confiança que Jesus é i Salvador prometido. Ele é o único que cumpre o simbolismo do Antigo Testamento. É o único que torna a lógica do sistema sacrifical completo. Olharmos para o sistema de “nuvem” de Deus nos dá confiança que Deus quer nos dar instruções na vida. Pode ser que Ele não esteja fazendo um micro-gerenciamento na tua vida, mas quer te guiar. Melhor ainda, quando entramos em um problema, podemos saber que Ele está à distancia de uma “trombetada”. O que você acha de fazer de Deus o Senhor da tua vida hoje?

IV. Próxima Semana: Das Murmurações à Apostasia

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Direito de Cópia de 2009, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses.
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domingo, 11 de outubro de 2009

O Povo a Caminho – O Livro de Números - Lição 03

Adoração e Dedicação
(Números 7 e 8)

Introdução: Nesta semana nos voltamos para o processo de equipamento do santuário de Deus. Como Deus quer conseguir obter o equipamento para a Sua obra? Como Ele quer obter os trabalhadores? E se o apoio vier de ofertas? Todos deveriam dar a mesma oferta? Alguém pode ser velho demais para trabalhar para Deus? Vamos mergulhar em nosso estudo de Números e aprender algo mais a respeito das instruções de Deus sobre essas questões!

I. Ofertas

A. Leia Números 7:1-2. Concentre-se no quadro: O Tabernáculo de Deus é armado, mobiliado e até tem todos os utensílios em seus lugares. Os chefes das famílias deram ofertas que tornaram isto possível. Sempre estamos interessados no ponto de vista de Deus com relação às ofertas. Cada pessoa trouxe uma oferta? (O texto diz que os líderes tribais as trouxeram.)

1. Por que não exigir que todos trouxessem uma oferta?

B. Leia Números 7:3. O que você acha dessas ofertas? Cada líder tribal examinou o seu coração e decidiu o que deveria dar? (Não. Isto é um esforço coordenado. Sem dúvida Moisés disse a eles o que era necessário e deles fizeram a doação.)

1. Você já fez isso antes: dar o que é necessário, em vez de dar dinheiro, de uma maneira genérica?

a. Qual abordagem você acha que é mais produtiva? (Penso que as pessoas dão mais para projetos. Elas podem ver para o que estão dando e se sentem mais envolvidas.)

C. Leia Números 7:4-8. Em que base as carroças e os bois eram distribuídos? (“Conforme exigia o trabalho deles”)

1. É assim que são distribuídas as ofertas na tua igreja hoje?

2. Em minha associação, eles observam a quantidade de membros nas igrejas, a freqüência, e chegam a uma fórmula para determinar quantos pastores a sua igreja deveria ter. Isto reflete {o princípio de} “conforme exigia o trabalho deles”?

3. E se os líderes da igreja simplesmente olhassem em volta e perguntassem: “Onde o trabalho de Deus está progredindo mais? O que está produzindo resultados? Vamos colocar o dinheiro ali.” Isto seria consistente com o que está acontecendo em Números?

D. Leia Números 7:10-11. Esta é uma oferta de dedicação. Um líder traz a sua oferta de dedicação a cada dia, por dose dias. Isto é apenas uma oferta, ou é uma cerimônia?

1. Deveríamos transformar as nossas ofertas em cerimônias?

2. Temos uma tendência para minimizar nossa ofertas. Algumas igrejas possuem uma caixa de ofertas nos fundos e nunca pedem [publicamente] uma oferta. Deveríamos às vezes colocar o foco nas ofertas?

E. Leia Números 7:12-17. Não vamos ler os próximos onze dias de ofertas, porque são a mesma coisa. O aniversário da minha esposa está chegando em breve. Gosto desta idéia de saber exatamente qual deverá ser o presente! Infelizmente, sou deixado com muito poucas orientações. O que deveríamos concluir a partir do fato de que cada um deu a mesma oferta?

1. Se você der uma olhada em Números 2, verá que algumas das divisões/tribos eram cinco vezes maiores do que outras. É o ponto de vista de Deus que todos devem dar a mesma quantia, independentemente de sua capacidade de pagamento? (Não é este o quadro completo que encontramos na Bíblia. O dízimo (Levítico 27:30-32) era baseado na “renda”, não era um quantia estabelecida que cada pessoa deveria pagar. Ele crescia com o crescimento da renda.)

2. Você pensa que o aspecto cerimonial desta oferta tem algo a ver com a quantia que está sendo oferecida? (Sim. Leia Números 7:84. Estes eram os pratos e bacias para o Tabernáculo. Eles precisavam de doze conjuntos idênticos. Cada tribo tinha uma porção igual a compartilhar no serviço de adoração. Duvido que esta oferta tenha esgotado os recursos mesmo da menor das divisões do povo.)

a. É assim que as nossas ofertas são normalmente vistas: como uma oportunidade de estar envolvidos na obra? (O tema geral aqui é que o povo deu ofertas que eles podiam ver que seriam parte do sistema de adoração. Cada uma das tribos era uma parte disso.)

II. A Voz de Deus

A. Leia Números 7:89. Quando estudamos o Gênesis, pensamos que era muito bom que Adão e Eva podiam falar face a face com Deus. Quando estudamos o livro de Atos, pensamos que era muito bom que o Espírito Santo estivesse tão obviamente envolvido na obra. De quem foi a idéia deste encontro entre Deus e Moisés? (O texto diz que Moisés pretendia falar com Deus.)

1. Moisés é o líder. Ele é um de talvez um milhão de israelitas. O que este texto nos ensina acerca de Deus falar conosco? É como ganhar em uma loteria? Temos que ser um Moisés – um em um milhão?

a. Leia Hebreus 4:14-16. O que este texto sugere acerca de nossa capacidade para se aproximar de Deus? O que ele sugere acerca de nossa capacidade para falar com Deus? (Podemos nos aproximar de Deus “com toda a confiança”. O texto não diz nada específico sobre realmente falar com Deus, mas indica que se chegarmos a Deus encontraremos “graça que nos ajude no momento da necessidade”. Alguma comunicação está acontecendo, porque Ele nos promete resultados!)

III. Aposentadoria?

A. Números 8:5-22 descreve a dedicação dos levitas para o trabalho do Tabernáculo. Quero me concentrar somente em uma pequena parte das instruções de Deus. Leia Números 8:23-26. O que este texto diz sobre o ponto de vista de Deus com relação à aposentadoria?

B. Leia Lucas 12:16-20. O que este texto sugere que seja o ponto de vista de Deus com relação à aposentadoria?

1. Sabemos a idade deste homem? (Não.)

2. O que sabemos sobre a sua riqueza em geral? (Ele era tão rico que não sabia onde guardar a sua última colheita.)

3. Por que este homem se aposentou? (Ele não se aposentou por causa da idade, ele se aposentou por causa de sua riqueza – ele não precisava mais trabalhar.)

C. Leia Lucas 12:21. O que Jesus fala sobre qual era o problema deste homem? (Ele se concentrava em si mesmo em vez de Deus. Ele se concentrava em seus prazeres em vez da vontade de Deus – em um tempo no qual ainda podia trabalhar.)

D. Freqüentemente ouvimos dizer que a Bíblia não diz coisa alguma acerca da aposentadoria. (Ouço isso de pessoas que estão dizendo que o silêncio significa que não devemos nos aposentar.) Eles acrescentam que, se diz alguma coisa, Lucas 12:18-20 diz algo negativo acerca da aposentadoria. Meu próprio plano é nunca me aposentar enquanto ainda puder trabalhar. Porém, nunca havia notado antes Números 8:25. Você consegue reconciliar {este texto} com Lucas 12? (Se você olhar cuidadosamente Lucas 12, ele não fornece conselho algum específico sobre a idade e trabalho. Embora muitas pessoas fiquem ricas o bastante em sua idade avançada para parar de trabalhar, Lucas 12 fala de dinheiro e trabalho.)

E. Vamos voltar pata Números 8:25-26. O texto diz “deverão afastar-se do serviço” e “não mais trabalharão”, mas também diz que eles “poderão ajudar seus companheiros de ofício” na execução de suas tarefas. Se você “deve se aposentar” o que é esta parte de “poderão ajudar seus companheiros de ofício”? Você pode reconciliar essas duas instruções? (Vários comentários sugerem que aos cinqüenta anos os levitas saíam do “serviço regular” para um papel de aconselhamento. Eles estavam dando instruções e conselhos.)

F. Leia Deuteronômio 31:1-2. Com que Idade Moisés se aposentou? (120 anos.)

1. Por que esta disparidade com os levitas? Moisés serviu mais de o dobro do que os levitas!

2. Que regra deveríamos encontrar nestes textos acerca da aposentadoria? (Não é errado se aposentar do trabalho regular com uma certa idade. Porém, Deus pode continuar a nos usar em Sua obra por toda a nossa vida.)

G. Amigo, nosso estudo desta semana fornece apoio para a idéia que Deus te abordagens diferentes com relação às ofertas e abordagens diferentes com relação ao serviço pessoal. Em algumas situações Deus deseja uma coisa e em outras, deseja outras. Você vai ser flexível e estar aberto à vontade de Deus no teu serviço?

IV. Próxima Semana: Trombetas, Sangue, Nuvem e Fogo

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Direito de Cópia de 2009, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses.
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

O Povo a Caminho – O Livro de Números - Lição 02

Preparando Um Povo
(Números 5 e 6)

Introdução: Leitores que não estão familiarizados com o Antigo Testamento se sentirão desconfortáveis quando lerem os dois capítulos de Números que estamos estudando hoje. Uma vez que o texto não se dirige a nós, não estamos nesta situação (um grupo enorme viajando através de um terrível deserto) e {essas instruções} não são parte do sistema do santuário, você poderá perguntar “Por que deveríamos estudar isso?” A maioria dos cristãos acredita que o que está escrito na Bíblia contém conselhos eternos para todas as gerações dos seguidores de Deus. Existem princípios (e talvez mais) no livro de Números que continuam a nos ensinar sobre os caminhos e os planos de Deus e Suas expectativas para conosco. Vamos pular direto para dentro deste assunto muito interessante!

I. Reforma Sanitária

A. Leia Números 5:1-3. É assim que deveríamos tratar os doentes?

1. Todas as pessoas descritas aqui estão doentes? (Não. Algumas delas estão “cerimonialmente impuras”.)

2. Se nem todos os que são mandados para fora estão doentes, que sentido isso faz para nós hoje? (A pessoa que morreu pode não ter morrido de velhice. Uma vez que o “impuro” tocou o cadáver, ele pode muito bem ter apanhado alguma doença contagiosa séria.)

3. Considerando essas regras, selas são para o benefício do povo ou não? Elas demonstram compaixão ou não? (Com todas essas pessoas viajando em tal condição de proximidade, separar os doentes (e os potenciais vetores de doenças) até que melhorassem ou provassem estar livres de doenças é uma grande bênção para todo o restante {do povo}.

B. Veja Números 5:3 mais uma vez. Por que Deus sugere que esta regra tem a ver com Ele e não com a saúde do povo? (Deus havia assumido a propriedade destas pessoas. Elas eram dEle. Ele quer um acampamento saudável para o Seu povo. Isto nos lembra da natureza santa de Deus.)

1. Que lição encontramos aqui para quando pensamos que Deus está “limitando a nossa liberdade” com Suas regras arbitrárias e impopulares? (Deus está cuidando de nós de uma maneira confiável. Podemos pensar que Suas regras são arbitrárias, mas Ele tem em mente os nossos melhores interesses.)

C. Leia Números 5:4. Você acha que esses escravos recém libertos entendem porque Deus estava impondo essas exigências? (É improvável que eles entendessem as razões, mas a boa notícia é que eles obedeceram.)

II. Reforma Legal

A. Leia Números 5:5-7. Qual é a tua maior reclamação contra o sistema de justiça criminal? (Nos Estados Unidos, uma grande reclamação é que as vítimas tem poucos direitos, quando os tem. Raramente a vítima é compensada pelo mal sofrido.)

1. Que penalidade a Bíblia sugere? (Que a vítima não apenas tem o direito a uma compensação total, mas a um pagamento adicional de 20% pela perda sofrida.)

2. Nos EUA, o culpado geralmente vai para a prisão. Qual sistema é melhor? O sistema da Bíblia ou o sistema do governo dos EUA? (A maior parte da nossa (enorme) população carcerária é constituída de ofensores não violentos. Os contribuintes alimentam, dão abrigo e roupas para as pessoas que estão na prisão. O sistema dos EUA exige muito dinheiro – dinheiro proveniente de pessoas inocentes e que não se destina a ajudar vítimas inocentes. Este sistema também não parece fazer muito pelos culpados, a não ser trancá-los isolados do restante de nós.)

B. Note que Números 5:6 diz que o ofensor {é culpado de} “ofender o Senhor”. Por que isto é verdade? O ofensor não ofendeu a vítima? (Essas pessoas são a gora o povo de Deus, em uma jornada com Ele. Ele os criou e qualquer falha em viver de acordo com Seus padrões é uma ofensa contra Ele.)

1. Existe algum conceito remotamente familiar a este hoje em dia? (Estou familiarizado apenas com o sistema criminal americano, mas o nosso sistema é exatamente assim. Se você viola uma lei, a queixa criminal é apresentada em nome do governo. O governante diz, “Estas são as minhas leis para proteger o público e você as quebrou contra mim.)

2. Números 5:7 diz que a pessoa deve confessar. A quem a confissão está sendo feita? (O texto diz que um “pecado” está sendo confessado – e isto tem a ver com Deus. Há duas coisas acontecendo aqui: Primeiro {a compensação e} a multa de 20% “acerta” as coisas com a pessoa ofendida. Segundo, a confissão acerta as coisas com Deus.)

III. Reforma Matrimonial

A. Pule Números 5:11-28 e leia Números 5:29-30. Que preocupações você tem a respeito deste procedimento? (Por que é a mulher, e não o homem, quem passa por tudo isso? Por que meros ciúmes são a base para este procedimento? Ciúmes pode ser um pecado – e ele foi a base para o primeiro assassinato, certo (Gênesis 4)?)

1. Esta é a penalidade normal para o adultério? (Leia Levítico 20:10. Esta não é a penalidade normal. A penalidade normal é que tanto o homem quanto a mulher que cometeram adultério sejam mortos.)

2. Leia Deuteronômio 17:6. O que está faltando no processo por ciúmes de Números 5? (Não há testemunhas. Você precisa de duas ou três testemunhas para impor a pena de morte em Levítico 20:10.)

3. Pare por um momento e coloque de lado todas as tuas preocupações “modernas” acerca de igualdade. Qual é o problema no tipo de família descrita aqui? (Acusações entre o marido e a mulher. O lar é destroçado, relacionamentos são arruinados com base em suspeitas que podem ser verdade ou não.)

a. E o que o plano de Deus consegue obter? Que objetivos são satisfeitos por este procedimento? (Ele termina com o ciúmes e a incerteza. Ou Deus libera a esposa (e quem pode argumentar contra Deus?) ou a esposa morre. Os comentaristas judaicos dizem que a mulher poderia recusar-se a passar pelo voto, confessar e simplesmente divorciar-se. Não haveria morte porque não haveria evidências adequadas.)

B. Qual é a lição para nós hoje? (A maior parte do que vemos na televisão e nos filmes glorifica o adultério. Adultério é um problema terrível na sociedade e na igreja. O ponto de Deus nisto é duplo: Ele odeia o adultério e que trazer paz aos casamentos nos quais estas acusações foram levantadas. Deus quer que isto termine. Ele não quer uma batata quente no casamento.)

IV. Reforma Espiritual

A. Leia Números 6:1-4. Lembre-se que Deus havia separado os levitas como Seu povo especial. Que oportunidade este texto dá para aqueles que não nasceram como levitas ou como homens? (O texto mostra que, mesmo nos tempos do Antigo Testamento, Deus desejava ter um relacionamento especial com todos os que estivessem dispostos – independentemente de família ou gênero.)

1. Você acha que isto está ligado às regras anteriores? (Tentações sexuais são fortes. Alguém, tendo visto o procedimento anterior poderia decidir que precisava de um tempo especial com Deus.)

2. Deus instrui que qualquer um que deseje ter um relacionamento especial com Ele não deveria beber álcool. Como essas coisas estão relacionadas? (Quantas vezes o pecado sexual envolve álcool?)

a. Parece haver uma razão óbvia pela qual ficar bêbado é inconsistente com um “voto de separação para o Senhor”. Mas esta regra veda suco de uva e mesmo uvas passas – qualquer coisa que venha da uva. Como comer uvas passas pode interferir com um relacionamento com Deus?

3. Leia Mateus 26:27-29. O que Jesus diz acerca de Seu futuro e o vinho? (Que Ele não beberá novamente dele até estarmos juntos com Ele no céu.)

4. Uma questão prática: Como comer uvas e beber vinho era uma questão para pessoas no deserto que estavam comendo somente maná? Não eram todos eles nazireus (até certo ponto) durante a jornada pelo deserto?

5. Quando você come Taco Bell, Subway, McDonald’s ou Burger King, você bebe água?

a. Todos os refrigerantes nesses lugares possuem ou cafeína, ou açúcar ou ambos. Eu não quero ficar agitado ou gordo. Ficar agitado e gordo é o pior! Mas a água geralmente tem um gosto horrível. Mesmo se não tiver gosto ruim, a maioria vai preferir o gosto do refrigerante (com gás).

6. Espero que tenha feito você pensar sobre porque o suco da uva tem esta propriedade estranha na Bíblia (e tenho certeza que você não está pensando em um lanchinho rápido). O que há no suco da uva (e nos produtos da uva) que é tão especial – ligado com um relacionamento especial com Deus? (Sempre pensei que isto tinha a ver com auto-negação. Negue a si mesmo e tenha um relacionamento especial com Deus. Mas Frank Holbrook me ajudou a olhar mais profundamente. Ele disse que plantar e cuidar de uma vinha mostrava que você estava “estabelecido” na terra. Jesus não está “estabelecido” até que estejamos reunidos com Ele. Não deveríamos nos “estabelecer” para um relacionamento comum com Deus. Precisamos estar na estrada para um melhor relacionamento e para o lar eterno!

B. Bênçãos Finais

C. Leia Números 6:22-27. Amigo, você gostaria desta bênção? Ela vem do mesmo Deus que nos deu instruções sobre como viver. Você pode imaginar isso? Um relacionamento entre a maneira de vivermos e as bênçãos de Deus!

V. Próxima Semana: Adoração e Dedicação

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Direito de Cópia de 2009, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses.
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terça-feira, 29 de setembro de 2009

O Povo a Caminho – O Livro de Números - Lição 01

Uma Nova Ordem
(Números 1-4)

Introdução: Você é bom em Matemática? Você sabia que fórmulas matemáticas governam grande parte de nosso mundo físico? Os cientistas ainda estão tentando achar uma correspondência entre as coisas que observam e a matemática que conhecem. Eles têm um longo caminho a percorrer para conseguir isso, assumindo que um dia consigam. Imagine então um livro da Bíblia chamado de “Números”. Será que o Criador do Universo, Aquele que criou as coisas “de acordo com os números” tem um livro sobre ordem? Parece que sim. Se você é como eu, temos muito a aprender sobre matemática e a ordem de Deus, então vamos mergulhar no nosso novo estudo sobre o livro de Números!

I. O Recenseamento

A. Leia Números 1:1-5. Às vezes você se pergunta se Deus está envolvido com a tua vida? Que nível de envolvimento você vê aqui? (Deus lhes dá instruções específicas, chegando ao ponto de dar os nomes dos que deveriam ajudar!)

1. Qual é a razão para este recenseamento? (É para o exército.)

2. Pense no que você conhece da Bíblia, especialmente o Antigo Testamento. Deus ganha batalhas “por causa dos números”? Ele é um Deus do tipo “nós temos mais homens do que vocês”?

3. Sabemos que Deus tem uma maneira estranha de ganhar batalhas. Quando Deus trabalhou com Gideão (Juízes 7), Ele foi reduzindo o número de homens do exército. Na batalha no vale de Beraca (II Crônicas 20), Deus colocou um coral para liderar os soldados para a batalha. Por que Deus iria se apoiar em um exército do tipo convencional aqui? (O ponto importante é que Deus é Deus e nós não somos. Qualquer que seja o motivo pelo qual Deus queira fazer algo, deveríamos simplesmente seguir na fé. Contudo a ordem é uma coisa característica de Deus.)

B. Leia Números 1:44-46. O que você acha do tamanho deste exército? (É enorme!)

C. Leia Números 1:47-51. Qual é o papel dos levitas? (Serem os responsáveis pelo Tabernáculo de Deus.)

1. O que este verso diz acerca da idéia de uma religião organizada?

2. Por que não contar os levitas? Não seria bom saber quantos ajudantes do templo haviam? (O objetivo do recenseamento era organizar o exército. A ordem de Deus era que os levitas não deveriam ser parte do exército.)

a. Por que Deus faz esta distinção? Por que não ter sacerdotes guerreiros?

3. Leia Números 3:14-16. Aqui vemos que Deus faz um recenseamento dos levitas. O que há de diferente neste recenseamento? (Eles contaram todos os meninos, a partir de um mês de idade, não apenas aqueles que tinham 20 anos ou mais e podiam lutar.)

a. Por que a distinção? (Mais uma vez, sob a organização de Deus os levitas não eram parte dos que entravem em batalha.)

4. Meu pai foi recrutado pelo exército e lutou na Europa na II Guerra Mundial. Quando ele estava na faculdade, rapazes que estavam cursando religião ou teologia estavam isentos da convocação. Lembro-me de meu pai sugerindo que a convocação, e não um comprometimento com Deus pode ter motivado a escolha que alguns fizeram de seus cursos. Você acha que esta isenção estava baseada em Números? Se sim, por que ela faria qualquer sentido em um exército dos tempos moderno?

II. Deus Santo

A. Leia Números 1:51-53. Se outra pessoa, que não um levita, se aproximasse do santuário, morreria. Se as tendas deles ficassem muito próximas ao Tabernáculo, a “ira” cairia sobre eles. Por que isso?

1. Leia Números 8:19. Como este texto explica o problema da “ira” com a aproximação de Deus? (Deus era santo. Eles eram pecadores. Quando um pecador se aproximasse de Deus, deveria morrer.)

2. Vamos começar comigo. Sempre usei paletó e gravata na igreja. Fiz isso desde que era um adolescente até quando tinha por volta de meus 40 anos. Talvez até mais. Hoje eu não uso. Sempre uso um casaco, mas uso roupas na igreja que não me são permitidas usar no tribunal. Estou negligenciando a distinção entre pecadores e um Deus santo?

3. Em minha igreja, as crianças regularmente correm em frente à plataforma durante o sermão. Adultos, que poderiam sair do santuário pelas portas traseiras, regularmente passam bem em frente à plataforma para saírem do santuário. Isto é inconsistente com o que lemos em Números?

4. Leia Colossenses 1:19-20. É seguro agora se aproximar de um Deus Santo? (Sim. Ainda me preocupo com a falta de “respeito” no santuário e estou aberto ao debate sobre se usar um paletó e gravata deveria ser exigido ou se causa mais mal do que bem. Mas, a linha que separava o israelita comum de Deus foi apagada por Jesus. Seja louvado!)

a. Deveríamos nos preocupar com {a possibilidade de} ignorarmos completamente a separação entre o santo e o comum?

III. A Ordem de Deus

A. Leia Números 2:1-7. O texto prossegue listando cada tribo, o líder e o local de acampamento. No meio estão os levitas e o Tabernáculo (a Tenda do Encontro). Imagine alguém dizendo “Que diferença faz onde meu grupo acampa?” O que você diria?

1. Realmente faria alguma diferença se, digamos, duas tribos trocassem de lugar? E se a tribo de Rubem votasse que eles não preferiam ficar no lado sul, mas que gostariam de ficar no lado oeste. A tribo de Manassés preferiria ficar no sul do que no oeste. Deus se importaria se Rubem e Manassés trocassem de lugar?

2. E hoje? Se Deus diz que devemos adorá-Lo no Sábado (Êxodo 20:10), estamos livres para trocar por outro dia?

3. Se a resposta é “estamos sob uma nova aliança”, então isso quer dizer que a vontade de Deus não importa mais? Deus é {como se fosse} uma pessoa no andar superior, que podemos ignorar?

B. Você acha que a ordem de Deus era puramente arbitrária? \por que Ele escolheu os levitas para um papel tão importante?

1. Leia Êxodo 32:19-20. Qual é o contexto da história aqui? (Enquanto Moisés estava no monte recebendo de Deus os Dez Mandamentos, o povo estava fazendo um bezerro de ouro e o adorando!)

2. Leia Êxodo 32:25-26. Me diga se a escolha dos levitas como obreiros especiais de Deus foi arbitrária. (Eles foram a tribo que estava fiel durante a insurreição do bezerro de ouro.)

C. Leia Números 3:11-13. De quem os levitas tomaram o lugar? (Dos primogênitos.)

1. A seleção do primogênito como especial para Deus é puramente arbitrária, enquanto que a seleção dos levitas foi uma decisão baseada em méritos? (Certamente que parece ser assim.)

D. Leia Números 3:2-6. Aprendemos que os levitas foram selecionados porque eles estavam ao lado de Deus quando todos os outros falharam com Ele. O que aprendemos acerca da seleção de Aarão e sua família para serem os Sumo Sacerdotes?

1. Vamos voltar para a nossa história do bezerro de ouro e olhar o papel de Arão. Leia Êxodo 32:21-24. à luz desta história, você selecionaria Aarão e seus filhos para serem os teus Sumos Sacerdotes?

2. {Leia Levítico 10:1-2} Por que Nadabe e Abiu caíram mortos por haverem usado “fogo profano” e Aarão continuou vivo quando ele dirigiu (ou pelo menos facilitou) o povo na adoração ao bezerro de ouro? (Na superfície, isto não faz sentido).

3. Que lição encontramos aqui? (Às vezes, quando se trata das decisões de Deus, dizemos, “Entendi. Eu compreendo.” Às vezes a decisão parece ser arbitrária (e pode ser). Como meros seres humanos, nós simplesmente não sabemos. A lição para mim é que eu preciso simplesmente obedecer a Deus. Quer a razão seja óbvia, quer não, Deus exige obediência e os devemos isto a Ele.)

E. Amigo, vimos que Deus não está interessado apenas em ordem, está interessado nos menores detalhes de nossa vida com Ele. Se você acha que Deus não se preocupa com você, ou não se importa se você O obedece ou não, Números nos diz outra coisa. Você vai decidir obedecer a Deus, não importando se você compreende todas as razões de Deus?

IV. Próxima Semana: Preparando um Povo

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Direito de Cópia de 2009, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses.
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quarta-feira, 23 de setembro de 2009

As Epístolas do Amado - Lição 13

A Batalha Pelo Poder
(III João, João 20)

Introdução: Você alguma vez já leu um livro e desejou que fosse mais longo? Ficou triste quando chegou ao final? É assim que eu me sinto com as cartas de João. Nesta semana chegamos à última delas em nossa série de estudos sobre as cartas de João à igreja. Vamos mergulhar em nosso estudo sobre a Terceira Epístola de João. E enquanto estamos estudando, vamos retomar uma discussão que deixamos inacabada na semana passada!

I. Gaio

A. Leia III João 1:1-2. João começa com um comentário sobre a saúde de Gaio. Este é um livro curto, por que gastar tempo com este assunto? (João demonstra um interesse especial pela vida de Gaio. Deus tem um interesse especial pela nossa vida e Seus seguidores deveriam refletir este preocupação em relação aos outros.)

1. Isto é apenas simpatia? Ou existe uma dimensão espiritual ligada à nossa saúde física? (Deus quer que desfrutemos de saúde física e mental. Creio que existe uma ligação entre as duas. Assim, a saudação de João não é apenas um desperdício de tempo. João está dizendo a nós (e a Gaio) que deveríamos nos preocupar não apenas com a condição espiritual dos que estão ao nosso redor, mas também com a sua saúde física.)

B. Leia III João 1:3-4. Primeiro João diz “espero que você esteja bem” e então, nos dois versos seguintes ele cumprimenta Gaio. Isto também é parte de alguma lição espiritual para nós? (João está encorajando Gaio a viver corretamente. Deveríamos fazer isto por nossos irmãos na fé.)

C. Leia III João 1:5. Por que mencionar aqueles que estão sendo ajudados por Gaio como “desconhecidos”? (Este texto demonstra que Gaio não tinha esperança de algum ganho pessoal com isso. Ele está ajudando esses desconhecidos porque são irmãos em Cristo, não por causa de interesses egoístas.)

II. A Igreja

A. Leia III João 1:6-8. Por que os “irmãos” que ficaram com Gaio esperavam ajuda por parte dos gentios? (Este texto sugere que eles eram evangelistas. Gaio abrigou-os por algum tempo enquanto estavam fazendo trabalhos evangelísticos naquela região.)

1. Assumindo que você não tem o dom de falar em público, isto te torna menos importante na obra de Deus? (Gaio está demonstrando hospitalidade. João nos diz que a obra da igreja é um esforço em equipe: “para que nos tornemos cooperadores em favor da verdade”. Cada um na equipe é importante para o resultado final. Deus reconhece o valor de cada membro da equipe.)

B. Leia III João 1:9-10. Se você perguntasse aos membros da igreja quem eles pensavam que era mais importante para a igreja, Diótrefes ou Gaio, o que você acha que eles diriam? (Se Diótrefes tem a autoridade para “expulsar [pessoas] da igreja”, os membros devem escolher a ele.)

1. João aponta que Diótrefes (ao contrário de Gaio) se recusa a receber os irmãos. Se Diótrefes é o líder da igreja local, ele não tem autoridade para tomar esta decisão?

a. Que autoridade independente Deus coloca nas mãos dos líderes das igrejas locais?

C. Leia Mateus 16:17-19. Este texto não dá aos líderes da igreja uma grande autoridade e poder de decisão ao tratarem com os “irmãos”?

1. Veja novamente III João 1:10. Uma vez que João é o “Presbítero”, por que não exerce a sua autoridade para “impedir” Diótrefes? Por que simplesmente “chamar a atenção” com relação às preocupações de João acerca dele?

D. Leia João 20:19-23. Na semana passada, quando estávamos discutindo o conselho de João acerca dos erros e do anti-cristo, alguns membros da classe mencionaram a igreja Católica. Detesto atacar irmãos na fé, então expliquei a eles algumas coisas que aprecio acerca da igreja Católica, mas disse que não concordava com algumas de suas doutrinas – incluindo minha preocupação sobre a distorção do papel de Jesus como nosso mediador. Um membro católico da classe perguntou “E {o que podemos dizer sobre} João 20?” Vamos olhar esta questão por aluns minutos.

1. Quem escreveu João 20? (João – o mesmo homem que escreveu as cartas que estamos estudando.)

a. Para quem Jesus estava falando em João 20:23, quando deu esta autoridade? (A João! Entre outros.)

b. Se João sabia (uma vez que ele escreveu este verso) que ele tinha a autoridade para impedir que os pecados de orgulho e intrigas de Diótrefes fossem perdoados, por que não dizer isso? Por que meramente dizer que iria “chamar a atenção” para os seus pecados?

2. Considerando João 20:23, a quem você acha que Jesus está dando esta autoridade? Somente aos discípulos na sala? A todos os líderes cristãos? A todos os evangelistas? A todos os cristãos?

a. Se você acha que Jesus está dando esta autoridade a mais pessoas além daquelas que estavam na sala, considere novamente I João 5:16-17. Será que Jesus deveria ter acrescentado uma nota de rodapé a João 20:23, dizendo “Oferta limitada àqueles pecados que não levam à morte”?

(1) Se o crente (ou líder) tem a autoridade para perdoar pecados, por que João nos diz (I João 5:16) “ore, e Deus dará vida ao que pecou”?

E. O contexto é importante. O que é significativo acerca do contexto de João 20:23? (Jesus havia acabado de ressuscitar da tumba. Ele havia acabado de derrotar o pecado!)

1. Que mudança este fato causa na maneira como os pecados eram perdoados? (Não mais sacrifícios de animais. Jesus havia morrido uma só vez por todos os pecados. Hebreus 7:27.)

2. Que papel os discípulos desempenharam em alertar o mundo para esta nova solução para o problema do pecado? (Este é o ponto principal ao qual penso que João 20:232 se refere: se os discípulos compartilhassem com outros esta solução para o pecado, então os pecados dos ouvintes poderiam ser perdoados. Se eles não compartilhassem isto, então o mundo não saberia.)

F. Concentre-se novamente em João 20:22-23. Parte do contexto é a dádiva do Espírito Santo. Que papel o Espírito Santo desempenha no perdão dos pecados? (Leia João 16:7-8. Parte do papel do Espírito Santo é nos convencer dos nossos pecados.)

1. Leia Mateus 12:31-32. O que este texto sugere a respeito do papel relativo dos seres humanos e do Espírito Santo no perdão dos pecados? (Este texto ensina que o agente ativo na convicção dos pecados é o Espírito Santo. Se “falarmos contra” (rejeitarmos) o Espírito Santo, então o poder de convicção nos deixa e nunca confessaremos os nossos pecados.)

2. Alguém pode me dizer se em algum lugar do Novo Testamento lemos acerca dos discípulos perdoando ou retendo os pecados dos outros? (João não sugere que ele poderia fazer isso com Diótrefes e em lugar algum do Novo Testamento encontramos isto sendo praticado pelos discípulos.)

3. Leia Mateus 6:14-15. Este texto sugere que temos o poder definitivo para perdoar pecados?

4. Leia Atos 10:43. Como este texto sugere que recebemos o perdão dos pecados? (Através do nome de Jesus.)

G. Vamos ver novamente os escritos de João. Leia I João 2:1-2. Quem este texto diz que tem a autoridade para perdoar pecados? (Jesus tem a autoridade definitiva sobre o pecado.)

H. Leia Lucas 24:45-49. Que elementos são combinados aqui para o perdão dos pecados? (Creio que este texto tem a explicação definitiva para João 20:23. A vice, morte e ressurreição de Jesus derrotou Satanás, o pecado e a morte. Este é o elemento essencial para o perdão dos pecados. Contudo, outro elemento essencial é o Espírito Santo. Se afastarmos o Espírito Santo não podemos ser perdoados – não importa o que Jesus tenha feito ou que seres humanos possam fazer por nós. O terceiro elemento para o perdão dos pecados é a parceria entre o Espírito Santo e os seres humanos que pregam o evangelho.)

1. Isto é tudo o que Jesus queria dizer em João 20:23 – que devemos ser testemunhas aos outros? (Leia Mateus 9:2-9. Lendo a história de Mateus 9 e compreendendo João 20:23 como um tipo de delegação da autoridade de Jesus, penso que há mais aqui do que simplesmente testemunho. Quanto mais, eu não sei. O limite de João 20:23 é que, no final das contas, o perdão dos pecados envolve três elementos: Jesus, o Espírito Santo e Seus seguidores.)

I. Leia III João 1:11. Qual é o nosso papel ao vivermos de forma diária para Jesus? (Fazer o que é bom. Podemos entrar em discussões complexas acerca do papel que os seres humanos possuem no perdão dos pecados, mas não podemos perder de vista o fato de que nosso objetivo pessoal é viver de forma correta.)

J. Leia III João 1:12-14. Amigo, você gostaria de ser como Demétrio? Ao encerrarmos o nosso estudo das cartas de João, acredito que a mensagem principal delas para nós é andarmos no caminho da luz (o caminho para a vida eterna) e a cada dia caminharmos em direção à justiça. Você vai aceitar este desafio?

III. Próxima Semana: Começaremos o nosso estudo sobre o livro de Números!

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Direito de Cópia de 2009, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses.
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segunda-feira, 14 de setembro de 2009

As Epístolas do Amado - Lição 12

A Epístola de João Para a Senhora Eleita
(II João)

Introdução: “Verdade” não é um bem valorizado hoje em dia – pelo menos nos Estados Unidos. A mídia e o sistema educacional confundem tolerância com verdade. Deus nos ensina tolerância atreves de Seu exemplo de permitir que o pecado siga o seu curso. Mas, Deus nunca confunde tolerância com verdade. Quando se trata de salvação, Jesus nos ensina que existe uma verdade, não muitas crenças diferentes que são “verdade” para o indivíduo que os sustenta. Em vez disso, João tem alguns conselhos duros acerca de apoiar aqueles que ensinam outras coisas além da verdade objetiva. Vamos mergulhar em nosso estudo da Bíblia e aprender mais!

I. A Senhora e Seus Filhos

A. Leia II João 1:1-2. João é o “Presbítero”. Você acha que ele conhece a “senhora eleita”? (Sim. Seria alguém (ou algum grupo) que saberia que João era o “Presbítero”.)

1. Quem é a senhora? (João também escreveu o Apocalipse, no qual se refere (Apocalipse 12:1) à verdadeira igreja como uma mulher. Talvez se trate da igreja. Também poderia ser uma mulher proeminente. Uma vez que esta palavra é a forma como os gregos traduzem o nome “Marta”, também pode estar se referindo a uma mulher chamada Marta. Nós simplesmente não sabemos.)

a. Importa se João está escrevendo para uma igreja ou para uma mulher específica? (Uma vez que João se refere a “seus filhos”, sabemos que ele pretendia que suas palavras fossem endereçadas a um grupo, portanto não creio que seja importante.)

2. A carta diz como a senhora foi eleita? (Não.)

a. Como você acha que ela foi eleita?

b. Será que João quer dizer “eleita por Deus”? (Tenho certeza que ela foi eleita por Deus, mas duvido que seja isso que João quer dizer. Provavelmente todos eram eleitos por Deus. De acordo com {o comentário} Wuest’s Word Studies este termo em grego é a forma feminina de uma palavra grega que significava “senhor, mestre”. Portanto, se João está se referindo a um indivíduo, poderia ser um membro proeminente da sociedade.)

3. João fica repetindo a palavra “verdade”. Por que João diz que ele a ama “na verdade”? Pessoas honestas são mais dignas de nosso amor? Não temos uma tendência de amar os transviados? (Quando alguém tem uma visão de mundo como a nossa, sentimos empatia com esta pessoa. Nos sentimos próximos daqueles que se enquadram nas nossos pontos de vista espirituais. Como veremos mais tarde, João valoriza aqueles que conhecem a verdade.)

B. Leia II João 1:3. Você gostaria de “graça, misericórdia e paz”? (Com certeza.)

1. Quem está dando essas coisas? (João nos diz que Deus o Pai e Jesus são a fonte dessas bênçãos.)

2. Elas vêm automaticamente? Por que João escreve “estarão conosco em verdade e em amor”? (A graça, a misericórdia e a paz de Deus vêm àqueles que permanecem na verdade. Eles experimentam o amor especial de Deus. Deus mostra amor por todos, mas tem uma consideração especial por Seus fiéis seguidores.)

3. Jesus fez a paz por nós com o Pai? (Jesus reconciliou um Deus Santo com pecadores (como nós) quando nos cobriu com Seu sangue. Veja Colossenses 1:19-20.)

II. Os Filhos

A. Leia II João 1:4. Se você tem filhos, todos eles estão andando na verdade? Esta senhora tinha uma situação familiar semelhante, nem todos os seus filhos estavam andando como deveriam? (Talvez seja isso que {este texto} signifique. Também pode significar que João havia encontrado alguns de seus filhos em seu trabalho e aqueles que ele viu estavam andando na verdade.)

1. Qual é a importância de andar na verdade? A nossa salvação pela graça quer dizer que podemos esquecer a obediência? (João repete um tema que aprendemos em I João. A graça não elimina as exigências pela obediência. Deus, João nos diz, nos deu um “mandamento” para andarmos na verdade.)

2. Te dá alegria quando os teus filhos andam no caminho de Deus?

a. O que você pode fazer se eles não andam?

B. Leia II João 1:5-6. Por quanto tempo é exigido de nós que andemos na verdade? (Desde o princípio. A obediência é uma exigência que nunca mudou.)

1. Qual é a ligação entre obediência e amor? Qual é a ligação entre andar na verdade e o amor? (Mostramos o nosso amor para com Deus e amor para com os outros quando seguimos ao mandamentos de Deus.)

a. Quando os teus filhos te obedecem, isso demonstra que eles te amam?

(1) E o inverso: Se os teus filhos te amam, eles irão te obedecer?

(2) Esta é a resposta sobre o que deveríamos fazer pelos filhos que não estão andando no caminho de Deus – que deveríamos demonstrar amor para com eles?

III. Enganadores

A. Leia II João 1:7. Qual é a questão sobre a qual o engano está operando? (Se Jesus veio em carne.)

1. Por que esta parte da nossa crença é tão importante? (Esta é a encarnação – Deus tomou a forma humana e viveu entre nós. Compreender que Jesus era completamente Deus e completamente humano é essencial para a compreensão cristã da salvação. Nosso Criador viveu uma vida perfeita em nosso lugar. Quando Ele morreu em nosso lugar, nós morremos simbolicamente com Ele. Quando Ele ressuscitou da tumba, nos foi dada a oportunidade da vida eterna.)

2. É por isso que João fica falando sobre a “verdade” no começo de sua carta?

B. Leia II João 1:8. Podemos perder a nossa salvação? Ou é {uma questão de} “uma vez salvo, salvo para sempre”? (Nós podemos perder a salvação.)

1. Por que João se refere à nossa salvação como algo pela qual nós “trabalhamos”. Algo pela qual somos “recompensados plenamente.”? Isto dificilmente soa como {salvação pela} graça! (João acredita na salvação pela fé. I João 2:1-2. Ela é um dom gratuito de Jesus. Mas João também ensina que devemos andar na luz. I João 1:7. Ele ensina que se conhecemos verdadeiramente a Deus, iremos querer obedecer aos mandamentos de Deus. I João 3:4-6. A obra que devemos desempenhar e a de obedecer – e pela qual seremos aparentemente recompensados.)

C. Leia II João 1:9. Note a frase “vai além dele”. Geralmente, aqueles que lideram a corrida vencem. Por que estar na frente seria uma coisa ruim? (Vemos isso todo o tempo. Os “espertinhos” têm uma nova luz. Eles tem alguma compreensão “progressiva”, que nunca tivemos antes. Tenham cuidado com este tipo de ensinamento. Se ele nega a encarnação de Jesus, então é um falso ensinamento.)

D. Leia II João 1:10-11. Quase todas as igrejas possuem a questão de se seus seminários (e colégios) possuem professores que ensinam doutrinas contrárias aos ensinamentos da igreja. O que João sugere a respeito disso? (Devemos dizer a eles que vão ensinar em algum outro lugar. Não devemos “receber em casa” nem “saudar” os falsos mestres. Por que? Por que então nos tornaremos “participantes das suas obras malignas.”)

1. E o que dizer da liberdade acadêmica?

2. E sobre a importância da academia para explorar novos conhecimentos e compreensões? (Duvido que João seja contra o estudo e o aprendizado. Ele é contra acrescentar falsos ensinamentos. Quando isto se torna claro, precisamos evitar apoiar estes falsos mestres.)

IV. E-Mail

A. Leia II João 1:12. João gostaria de usar o e-mail em vez de papel e tinta? João é “verde”?

1. Qual é o objetivo de João com este encontro face a face? (Isto trará alegria. Existe alguma coisa acerca dos encontros pessoais que é muito melhor do que escrever. Há anos atrás minha esposa sugeriu que tivéssemos uma regra em casa eu deixaria que ela revisasse todos os maus e-mails para membros da igreja antes que eu os enviasse. Por que? Eu poderia fazer uma brincadeira sobre alguma coisa e os membros da igreja poderiam levar a sério e se sentirem insultados. Quando nos encontramos face a face, isso ajuda a evitar mal-entendidos.)

B. Leia II João 1:13. Este texto sugere que a “senhora eleita” e sua “irmã eleita” sejam igrejas? (Tendo a pensar que são igrejas, talvez igrejas domésticas, em vez de apenas uma pessoa.)

C. Amigo, você aceitou a verdade de que Jesus veio em carne, morreu em nosso favor e ressuscitou dos mortos para que pudéssemos ter a vida eterna? Que ensinamento maravilhoso, que maravilhosa promessa!Se você não o aceitou, por que não dar o teu coração a Jesus agora mesmo?

V. Próxima Semana: A Batalha Pelo Poder

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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

As Epístolas do Amado - Lição 11

Temas Importantes em 1 João
(I João 1-5)

Introdução: Gosto de ler livros acerca do cérebro. Ninguém sabe ao certo como as pessoas pensam ou como processam a informação de forma tão rápida. Quanto tempo leva para que você reconheça um rosto familiar? Quanto tempo leva para que você determine a idade relativa de uma pessoa? Reconhecimento facial e determinação de idade são tarefas muito difíceis para um computador. Uma coisa que sabemos sobre nosso cérebro é que repetir algo reforça nossa capacidade de compreensão. Isto é o que vamos fazer nesta semana. Vamos fazer uma coisa que sabemos que funciona para o nosso cérebro: reforçar a nossa compreensão das coisas maravilhosas que João escreveu. Vamos pular direto para dentro da nossa revisão de I João e ver como tudo isso se encaixa!

I. Dois Caminhos

A. Leia I João 1:5-7. Que duas escolhas temos na vida? (Podemos andar no caminho da luz ou podemos andar no caminho das trevas.)

1. Podemos confiar nas pessoas para que nos digam de forma precisa em que caminho elas estão andando? Não. I João 1:6 revela que alguns mentes a respeito disso.)

2. Como podemos saber qual caminho estamos tomando? E se não pudermos confiar em nós mesmos para sabermos a verdade sobre a nossa vida? (Sabemos que estamos no caminho da luz se vivemos na verdade. Temos comunhão com outras pessoas no caminho da luz. Estamos fazendo progressos ao longo do caminho.)

3. O que, no que se refere a caminhar no caminho da luz, nos salva do pecado? É a escolha, é o caminhar, a verdade, ou o que? (“O sangue de Jesus ... nos purifica de todo pecado”.)

4. Se o sangue de Jesus nos purifica do pecado, então por que estou tendo todo este trabalho de andar no caminho da luz? Caminhar são obras! Caminhar exige esforço! (João pinta um quadro da vida cristã progressiva. Estamos constantemente nos movendo com o propósito de irmos na direção certa.)

II. Condições no Caminho da Luz

A. Leia I João 2:1-2. Qual é a importância da guarda dos mandamentos para os que estão no caminho da luz? (Jesus diz que nosso objetivo é não pecar.)

1. Qual é a seriedade do problema se cometemos pecado? (Boas notícias! Jesus cobre os nossos pecados com o sacrifício de Sua vida.)

B. Leia I João 2:3-6. Deixem-me repetir a mesma pergunta que acabei de fazer. À luz destes versos, qual é a seriedade do problema se cometemos pecado? (João escreve que as nossas ações são como um polígrafo (detector de mentiras) para a nossa afirmação de que “conhecemos” a Jesus.)

1. O que João diria acerca de uma pessoa que disse que é salva pela graça, mas que conscientemente pecou porque achava que isso não importava – uma vez que ela é salva pela graça? (João nos diz que esta pessoa não conhece verdadeiramente a Jesus. Esta pessoa está mentindo (a si mesmo e aos outros) a respeito de ter um relacionamento com Jesus.)

C. Leia I João 2:9-11. Há uma porção de mandamentos aqui. Como posso saber se sou um guardador dos mandamentos – e portanto, não estou mentindo acerca de estar no caminho da luz? (Amamos nossos irmãos cristãos.)

1. Leia Mateus 22:36-40. Como Jesus faz a ligação entre a lei do amor e os Dez Mandamentos? (e todos os outros mandamentos)?

2. Nós falamos sobre a importância da guarda do Sábado. Este é o mandamento mais importante? (Não. Este não é o mandamento “fundamental”, que é o amor.)

a. A guarda do Sábado tem alguma coisa a ver com o amor? (Cada mandamento de Deus tem a ver com o amor. Neste caso, tem a ver com amar tanto a Deus quanto a nós mesmos, por separarmos um período de tempo de nossas agendas cheias para adorar a Deus e descansarmos de nossas obras.)

D. Leia I João 2:15-17. Existe um amor bom e um amor ruim? Se estamos no caminho da luz, estamos proibidos de amar nosso casso, nossa casa, nosso trabalho, nosso dinheiro ou nossos animais de estimação? (Isto não é fácil de descrever, mas tenho visto o ponto que João está enfatizando aqui, sendo vivido em algumas das igrejas que tenho visitado. Em algumas igrejas, o teu emprego e a tua saúde são importantes. Em outras, pás pessoas não parecem se preocupar muito com isso. João nos diz que a atitude daqueles que estão no caminho da luz é que as posses e posições são desejos ligados ao mundo.)

1. Estamos sendo completamente não-pragmáticos e irrealistas? Afinal de contas, dinheiro, poder, posições são todas elas coisas importantes do ponto de vista prático, certo? (João responde ao argumento da “praticidade” em I João 2:17. Ele diz que todas essas coisas práticas irão queimar. Elas passarão. Assim, vamos ser verdadeiramente práticos e nos concentrar nas coisas que não passarão.)

III. Melhorias no Caminho da Luz

A. Leia I João 3:1-3. Você admira (ou admirava) teu pai ou mãe? Em caso afirmativo, tentou viver de acordo com os padrões deles?

1. Por quê? (Você sentia uma obrigação. Você sentia que era correto viver de acordo com as expectativas que as pessoas tinham de você. Você não queria deixar os teus pais frustrados.)

2. Meu pai costumava dizer, “Vocês são filhos de Don Cameron e espero que se comportem!” O que João nos diz em I João 3:1-3 que soa como meu pai? (Ele diz que somos filhos de Deus e deveríamos nos esforçar para ser como nosso Pai do Céu.)

a. Contraste isto com a pessoa que diz “Estou salvo, o que eu faço não importa.” Uma pessoa com esta atitude realmente conheceria Deus como um Pai?

B. Leia I João 3:7-8. Qual é o ponto discutido, sobre o qual João não quer que sejamos enganados? (Se as nossas ações importam ou não.)

1. Qual é o ponto claro como cristal, acerca do nosso comportamento? (Pessoas justas fazem coisas justas. Pessoas injustas fazem coisas pecaminosas. Quer saber se você está no caminho da luz ou no caminho das trevas? Olhe para os teus atos. Isto não é complicado.)

C. Leia I João 3:11. Qual é o padrão final para os nossos atos de justiça? (Novamente, João martela no ponto que o padrão final é se amamos uns aos outros.)

1. Quantos de nossos pecados surgem por causa do nosso egoísmo? Você ama a si mesmo mais do que aos outros?

IV. Andando no Amor

A. Leia I João 4:7-8. Tenho dificuldade com esta idéia de amar aos outros. Gosto de muitas pessoas. Mas, amá-los como eu amo a mim mesmo não é fácil. Como nos tornamos mais amorosos? (A fonte do amor é Deus. Conhecendo mais sobre Deus, sendo “nascidos” de Deus aumenta a nossa capacidade de amar.)

B. Leia I João 4:9-11. Você pode dizer que realmente ama a Deus? Quem tomou a primeira iniciativa em um relacionamento entre você e Deus? (Deus tomou a iniciativa. Ele enviou Seu Filho para viver e morrer por nós em um tempo quando nós não O amávamos.)

1. Você já ouviu alguém dizendo, “Eu perdôo aquela pessoa quando ela vier pedir perdão”? “Eu vou tratar aquelas pessoas com respeito quando elas aprenderem a demonstrar respeito”? O que João sugere acerca desta atitude? (Se devemos amar como Deus amou, amaremos as pessoas antes de elas se tornarem amáveis.)

C. Leia I João 4:12. João está dizendo que é difícil amar a Deus porque não vemos a Deus? Ou ele está falando alguma outra coisa? (Penso que João está dizendo que as pessoas não vêem a Deus, mas eles vêem a você. Se o amor de Deus habita em teu coração, então você é a maneira pela qual os outros “vêem” o amor de Deus.)

1. O que você acha desta responsabilidade? A visai que os outros têm de Deus repousa sobre teus ombros!

D. Leia I João 5:3-5. João nos diz que esta responsabilidade de amar a Deus e aos outros não é pesada. Isto é uma promessa? (Nós começamos conhecendo a Deus. Lendo e estudando acerca dEle e de Seus caminhos. Então, passamos a obedecê-Lo. Uma vez que tenhamos iniciado a caminhada nesta estrada, continuar não é um fardo pesado. Apenas precisamos começar.)

E. Amigo, e você? Se você sente que o teu amor está um pouco baixo, vai se comprometer a fazer o esforço de conhecer melhor a Deus e de obedecê-Lo? E o que você acha de pedir ao Espírito Santo que entre em teu coração hoje para te ajudar na tua caminhada nesta direção?

V. Próxima Semana: A Epístola de João Para a Senhora Eleita

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