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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

O Povo a Caminho – O Livro de Números - Lição 13

Cidades de Refúgio (Números 35)

Introdução: Nos últimos capítulos de Números vemos que Deus está verdadeiramente trazendo Seu povo a Canaã. O capítulo 33 de Números contém o relato histórico da jornada do Egito a Canaã. A viagem entra agora nos livros de história e não faz mais parte da vida cotidiana. No capítulo 34 de Números lemos o que Deus estabeleceu como as novas fronteiras para Israel. Em Números capítulo 35 Deus descreve um sistema de justiça, incluindo a localização das prisões! Você gostaria de uma prisão construída nos fundos da tua casa? Você sabia que Israel possuía prisões? Você sabia que os ministros foram morar com aqueles que eram acusados de assassinato? Vamos mergulhar em nosso estudo da Bíblia e descobrir mais!

I. Ministros e Assassinos

A. Leia Números 35:1-3. O que aprendemos anteriormente acerca dos Levitas? (Os levitas foram fiéis a Deus quando o resto dos israelitas estavam adorando o bezerro de ouro no Monte Sinai. Como resultado, Deus os pôs a cargo do Tabernáculo e {os estabeleceu como} ministros para a comunidade.

1. Se os levitas eram os “bons rapazes” por que eles ganharam cidades em vez de partes da terra? (A sua parte (herança), de acordo com Números 18:24, era receber os dízimos do povo e não uma parte da terra.)

B. Leia Números 35:4-5. Por que eles precisavam de um trecho limitado de terra para pastagens? (Porque os dízimos incluíam animais. Assim, eles os teriam com eles por um período limitado de tempo, antes de comê-los.)

1. Por que os ministros não eram vegetarianos? Se esta é a dieta mais saudável, e Deus estabeleceu o sistema, por que não fazer com que eles comessem apenas vegetais? (Uma vez que o sacrifício de animais deveria lembrá-los de Jesus, não era muito prático para eles serem vegetarianos. Considerações práticas sobrepujaram considerações de saúde.)

C. Leia Números 35:6-8. Os levitas deviam morar com pessoas que haviam matado alguém e deviam viver entre o restante das tribos. Por que você acha que Deus planejou as coisas desta forma? Existem lições aqui para os ministros modernos? (Alguém que cometeu assassinato ou foi acusado de assassinato estaria em maior necessidade de aconselhamento espiritual. Com respeito à arte não letal da população, os levitas não deveriam viver em uma colônia, separados deles. Ao contrário, suas cidades deveriam ser distribuídas por todo Israel. Ministros precisam estar entre o povo.)

D. Leia Números 35:9-11. As “cidades de refúgio” são onde todos os assassinos moram (juntamente com os levitas e suas famílias)? (Não. Elas eram para aqueles que houverem “matado alguém sem intenção.”)

E. O que você considera como matar sem intenção? Isto incluiria alguém que foi negligente? Alguém que dirigia a 90 Km por hora em uma zona escolar, enquanto lia uma mensagem de texto no telefone celular? (Leia Deuteronômio 19:4-6. A chave é a falta de “premeditação”. A morte foi não intencional.)

1. Havia negligência envolvida na morte com o machado? Uma pessoa razoável verificaria a firmeza da cabeça do machado antes de manuseá-lo próximo a outras pessoas? (Esta é a questão da negligência. Se a resposta é “sim”, uma pessoa razoável verificaria, o portador do machado é negligente. Se a resposta é “não”, a morte é puramente acidental. Em qualquer um dos eventos, a pessoa está qualificada para uma cidade de refúgio.)

F. Leia Números 35:12. As cidades de refugo eram prisões? Eram lugares onde aqueles que haviam sido acusados de assassinato moravam permanentemente? (Se você olhar novamente em Deuteronômio 19:6, este texto se refere ao vingador da vítima perseguindo o assassino “enfurecido”. Estas cidades permitiam que os ânimos se acalmassem sem que alguém fosse morte durante este período.)

1. Quem é o “vingador” e o que este vingador tem a ver com a cidade de refúgio? (Leia Gênesis 9:5-6. O vingador era, provavelmente, um membro da família do falecido, que estaria seguindo a declaração de Gênesis acerca de derramar o sangue de alguém que derramou o sangue de outro.)

G. Veja novamente Números 35:12. Como você acha que este sistema de justiça funcionava? (A cidade de refúgio não era apenas um local para que os ânimos se acalmassem, era um lugar para que aqueles que tinham autoridade separassem os assassinos intencionais daqueles que por acidente ou negligência haviam matado alguém. O vingador não deveria matar o acusado antes que as coisas fossem esclarecidas por um julgamento.)

H. Leia Números 35:13-15. Quem estava qualificado para tirar vantagem de uma cidade de refúgio? (Qualquer um. Você poderia pensar que um estrangeiro não era protegido pela lei hebraica. Estas eram as pessoas que mais provavelmente sofreriam nas mãos de uma multidão enraivecida. Deus indica que todos estão qualificados a um julgamento justo.)

1. O que a localização das cidades de refúgio sugere? (Que elas eram igualmente disponíveis para todos.)

II. A Jurisprudência de Deus

A. Leia Números 35:16-18. Acabamos de aprender que a “premeditação” é a chave para separar aqueles que são culpados de assassinato daqueles que são culpados de um acidente. Nós agora mudamos as regras? O que ferro, pedra ou madeira tem a ver com inimizade? (Atingir alguém com uma arma letal nas suas mãos revela o que está em tua mente.)

B. Leia Números 35:20-21. Agora estamos de volta à questão da premeditação. Jogar alguma coisa em alguém é a mesma coisa que premeditação? E um soco com hostilidade? (Normalmente, premeditação quer dizer que você planejou fazer o mal para alguém. Penso que o soco com hostilidade ou empurrar intencionalmente ampliam um pouco o conceito de assassinato. Ele parece incluir ataques de raiva.)

C. Leia Números 35:22-23. Estes são exemplos de negligência ou de premeditação? Qual você acha que é a diferença chave? (A “intenção de ferir.”)

1. Vamos assumir que você está em um júri e estes últimos versos fossem as instruções do júri. Elas estão claras para você?

2. Você se sente confiante para julgar um caso de assassinato? (Penso que as instruções de Deus são muito claras.)

3. Quão semelhantes são as leia em teu país? (Não tenho estado envolvido com o direito criminal por mais de trinta anos, mas estas regras parecem refletir as regras da lei comum por assassinato nos Estados Unidos. Contudo, nossas regras de “homicídio culposo” e de “cumplicidade” criam uma rede mais ampla do que a lei de Deus.)

D. O que acontece àqueles que matam alguém por negligência ou por acidente? Estão livres para ir embora? (Estas pessoas estão descritas em Números 35:22-24, que acabamos de ler. Vamos continuar lendo: Números 35:25-28. Que tipo de sentença é esta?

1. Você acha que isto é justo? (A punição está de acordo com o crime. Por acidente ou negligência, uma pessoa perdeu a sua vida. A punição é um limite à vida do assassino, determinada pelo acaso – por quanto tempo o sumo sacerdote viverá? Parece que o acaso está envolvido nos dois lados: na morte e na punição.)

a. Como isto se compara com a lei do teu país? (Se a morte pe um acidente puro, nós não punimos o assassino de forma alguma.)

E. Nós discutimos as regras da lei, mas quais são as exigências de provas do assassinato? Vamos ler Números 35:30. Sob este padrão um assassino pode ser executado com base em uma confissão, enquanto estiver sob custódia da polícia? (Não. Uma testemunha não é suficiente. Deus tem uma regra contra a auto-incriminação.)

1. Quantas testemunhas são exigidas? (Leia Deuteronômio 17:6-7. Duas ou três.)

a. Isto é igual a dizer que “Vou vender o meu carro por {um preço entre} R$10.000,00 e R$12.000,00, e isso quer dizer que o preço é R$10.000,00?

b. Que efeito a regra de que as “testemunhas serão as primeiras a proceder à sua execução” tem sobre o testemunho das testemunhas? (Este texto sugere que é preciso ter pelo menos duas testemunhas fortes. Alguém que está incerto não irá desejar participar da execução. Se você tem duas testemunhas fracas, isto não é suficiente.)

c. Isto significa que sob as regras de Deus, alguns assassinos ficariam livres?

F. Leia Números 35:31-32. As pessoas ricas operavam sob diferentes regras de justiça no sistema de Deus? (Não. Não é possível pagar uma quantia em dinheiro para mudar a sentença.)

G. Leia Números 35:33-34. Qual é a razão para estas regras? (Eles vivem na presença de Deus.)

III. Deus Brilha

A. O que essas regras sobre o assassinato, e especificamente os últimos textos que lemos, nos ensinam acerca do nosso Deus? (Ele é um Deus de justiça, que protege a vida. Vemos isto em uma só regra legal para todos e no julgamento justo através do sistema de cidades de refúgio.)

B. Como o sistema divino do “cordeiro-substituto”, Seu plano de salvação com “Jesus-substituto” se encaixa com uma regra legal que proíbe o resgate (Números 35:31) e exige a expiação através da morte do pecador (Números 35:33)? (Duas coisas. Primeiro, estamos falando sobre regras da vida na terra, não sobre vida eterna. Segundo, Jesus é nosso Criador. Ele não é apenas uma outra pessoa se oferecendo para resgatar a nossa vida. O sacrifício de Jesus não apenas mostra a terrível natureza do pecado, ele mostra a que ponto Deus chega para salvar eternamente a nossa vida.)

C. Amigo, temos um Deus de justiça e misericórdia. Você vai aceitar Sua misericórdia para evitar a Sua justiça? Por que não dar a Ele o teu coração agora mesmo?

IV. Próxima Semana: Iniciaremos uma nova série sobre “Dons Espirituais”

=============================== Direito de Cópia de 2009, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses. Para receber semanalmente estes comentários diretamente no teu endereço de e-mail, acesse: http://br.groups.yahoo.com/subscribe/BruceCameron ===============================

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

O Povo a Caminho – O Livro de Números - Lição 12

A Segunda Geração: Advertências (Números 26-32)

Introdução: Como as vidas dos teus pais afetam a tua vida? Alguns filhos culpam seus pais por suas falhas e repetem os erros dos pais. Outros vêem o que os pais têm de bom e de ruim e decidem fazer o melhor possível com relação ao que é ruim. Moisés se coloca como uma figura paterna, tanto para a primeira quanto para a segunda geração. O que Israel fez, no que se refere à segunda geração? O que Moisés fez com relação aos seus erros e aos erros dos outros? Vamos mergulhar em nosso estudo da Bíblia e descobrir!

I. Nova Geração, Novas Oportunidades

A. Números 26 relata o recenseamento feito por Moisés e Eleazar. Leia Números 26:63-65. Quem não foi contado? (Aqueles que eram adultos e que haviam se recusado a entrar em Canaã pela primeira vez.)

1. Isto é triste? Temos apenas uma chance na vida para sermos bem sucedidos? (Apenas para ser claro, não estamos falando sobre salvação. Contudo, decisões importantes, que alteram a tua vida, normalmente são tomadas quando se é jovem. Estas decisões podem afetar todo o curso da nossa vida.)

B. Leia Números 26:51-56. O sorteio é uma forma apropriada para dividir a terra? Por que não dar a melhor terra para os melhores guerreiros? Por que não dar o melhor para aqueles que são corajosos?

1. Como você descreveria o sistema utilizado? (É pragmático. Ele mantém as famílias juntas e atende o número de pessoas que precisam de terras.)

2. Leia Atos 1:23-26. Você acha que isto é puro acaso?

3. Leia Josué 15:13-17. A parte de Calebe é resultado do acaso? Que tipo de método Calebe usou para incentivar a coragem? (Foi prometida a Calebe a terra ocupada por gigantes porque ele queria aquela terra. Ele escolheu seus genros por sua coragem. A alocação não foi por puro acaso.)

C. Que lição espiritual encontramos no sistema de Deus para a distribuição da terra? (Em algumas situações vemos um sistema de méritos, em outras um sistema pragmático.)

D. Que fato importante esta decisão da divisão assume? (Que a segunda geração seria bem sucedida onde a primeira geração não foi.)

II. Deus de Oportunidades Iguais

A. Leia Números 27:1-4. Qual é a resposta histórica para a pergunta colocada em Números 27:4? (Você vai ficar surpreso. Leia I Crônicas 2:34-36. Vemos aqui que a herança passava através da filha. Isto aconteceu antes do tempo de Moisés. Infelizmente, mesmo nos tempos modernos, existem países que negam às mulheres o direito a possuir propriedades.)

1. Essas eram as primeiras defensoras da liberação das mulheres? De onde elas tiveram essas idéias? (O Comentário Bíblico Wycliffe nos informa que no Egito a Herança passava através das mães.)

B. Leia Números 27:5-7. Qual é a resposta de Deus? (Deus concorda com as mulheres. Elas deveriam ter a possibilidade de herdar a terra do seu pai.)

C. Leia Números 27:8-11. Como resultado de essas mulheres terem reivindicado seus direitos à propriedade, o que aconteceu? (Elas estabeleceram um precedente! Deste ponto em diante as filhas herdariam antes de qualquer outro parente distante.)

III. Começando a Transição

A. Leia Números 27:12-14. Como você reagiria a isso se fosse Moisés? Deus te mostra o objetivo de toda a tua vida e então diz, “Você não pode entrar por causa do teu pecado.”

1. Você tem desculpas? Tem argumentos {para dizer que} Deus não deveria ser tão severo?

2. Que lições espirituais encontramos aqui? Deus está sendo severo demais? (Sabemos que Moisés foi para o céu (Mateus 17:3), então Deus deu a ele a terra prometida final. Mas, não deveríamos nos esquecer que Deus é tanto nosso Pai quanto nosso Juiz. Ele tem um padrão muito alto para nós.)

B. Leia Números 27:15-17. Que tipo de reação Moisés teve? (Ele estava simplesmente cuidando do povo. Note que este era o mesmo povo que o havia provocado e o levado a cometer o pecado que agora o impedia de entrar na terra prometida.)

1. Que tipo de grande homem é Moisés?

C. Leia Números 27:18-20. Por que Josué foi escolhido? (Um “homem em quem está o Espírito”. Mesmo nos tempos do Antigo Testamento, ser cheio do Espírito Santo é essencial para a liderança.)

D. Leia Números 27:21-23. Josué tem o mesmo status de Moisés? Que diferença você pode notar? (Deus fala diretamente com Moisés. Mas Josué deve conhecer a opinião de Deus através de Eleazar, o sumo sacerdote, que deverá obtê-la através do Urim.)

1. O que é o “Urim”? (Leia Levítico 8:8. A Bíblia nunca nos diz claramente o que são o Urim e o Tumim. Comumente acredita-se que eram duas pedras no peitoral do sumo sacerdote, as quais sinalizavam, de alguma forma, a decisão de Deus sobre um assunto. Embora elas funcionassem, ninguém mais estava conversando com Deus.)

IV. Votos

A. Leia Números 30:1-2. Quantas vezes o líder da tua igreja pediu que você assumisse um compromisso por alguma coisa diante de Deus? Já pediram que você levantasse a mão ou ficasse em pé, juntamente com todos os outros?

1. Em caso afirmativo, quão sério é este voto? Ele depende de como o pedido foi formulado? (Lembro-me do meu pastor pedindo às pessoas que se comprometessem a ler toda a Bíblia no próximo ano. Se você nunca leu a Bíblia {toda}, certamente deveria fazê-lo.)

2. Por que alguém seria tentado a quebrar um voto a Deus? (Deus não vai te processar? De alguma forma, pensamos em nossas obrigações para com Deus e a igreja como sendo menos impositivas do que as nossas obrigações para pagar as prestações da casa ou do carro.)

V. Ainda Relutante?

A. Leia Números 32:1-5. O que motivou essas duas tribos a ficarem no lado do deserto, {antes de atravessar} o Jordão? (A terra era apropriada para a criação de gado e eles não queriam levar {o gado} para o outro lado do rio.)

1. Você consegue pensar em alguma outra razão pela qual eles poderiam não querer atravessar o rio? (Eles haviam conquistado os povos deste lado do Jordão, mas não os do outro lado!)

B. Leia Números 32:6-8. Como Moisés reagiu a este plano?

1. Qual é a sua preocupação histórica? (Que há quarenta anos atrás seus ancestrais não quiseram cruzar o Jordão e isto os levou a quarenta anos de peregrinações! Eles não deveriam cometer o mesmo erro.)

2. Esta segunda geração é como aquela que se recusou a entrar em Canaã? (Vários comentaristas bíblicos relatam que esta terra era muito boa – melhor do que algumas partes do outro lado do Jordão.

C. Leia Números 32:14-15. Parece ser inconsistente que Moisés esteja falando isso para estas pessoas, quando ele sabia que não entraria em Canaã? (Note que Moisés está falando não apenas acerca do seu bem estar, mas do bem estar de todos. Como um líder, este é o seu trabalho. Ele não está sendo hipócrita.)

D. Leia Números 32:16-19. Esta é uma contra-oferta razoável? Ela resolve as objeções levantadas por Moisés?

1. Você acha que os rubenitas e os gaditas tinham isso em mente quando fizeram a proposta inicial? (Eu suspeito que eles estavam esperando simplesmente ficar do lado deles do Jordão.)

E. Leia Números 32:20-24. E o sistema de seleção de terras por sorteio, que discutimos no início da lição? (Aparentemente ele era sujeito a alterações. Moisés viu que eles não estavam sendo covardes, não estavam desconfiando de Deus e que eles realmente queriam esta terra. Então, ele concordou em permitir que eles ficassem com esta terra, com base nas condições estabelecidas.)

1. Note novamente Números 32:21. Quem está lutando? (“... Até que [o Senhor] tenha expulsado os seus inimigos da frente dele.” É Deus quem está fazendo o trabalho pesado.)

F. Leia Números 32:28-30. Qual é o aspecto mais importante do nosso serviço para Deus? (Apresentar-se pronto para o trabalho. Muitas pessoas falam, mas nem tantos fazem realmente alguma coisa.)

G. Amigo, qualquer que tenha sido a vida que os teus pais levaram, você leva as tuas obrigações para com Deus a sério? Se leva, Deus está disposto a lutar as tuas batalhas e te recompensar generosamente!

VI. Próxima Semana: Cidades de Refúgio

=============================== Direito de Cópia de 2009, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses. Para receber semanalmente estes comentários diretamente no teu endereço de e-mail, acesse: http://br.groups.yahoo.com/subscribe/BruceCameron ===============================

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

O Povo a Caminho – O Livro de Números - Lição 11

Imoralidade na Fronteira (Números 25 e 31)

Introdução: Há muitos anos atrás conheci um homem honrado e importante que havia sido reitor de uma universidade. Ele havia caído em um pecado sexual, perdido seu emprego, sua reputação, e quem sabe mais o que. Você já foi abençoado por Deus e então, conseguiu, por conta de algum pecado tolo, destruir as bênçãos de Deus? Nossa lição desta semana continua no assunto com o qual fechamos nosso estudo da semana passada: como fazer confusão com as bênçãos de Deus. Vamos entrar em nosso estudo e aprender o que não fazer!

I. Tirando a Derrota das Garras da Vitória

A. Na semana passada aprendemos que Balaque e Balaão não conseguiram amaldiçoar aos israelitas. Tudo o que conseguiram fazer foi abençoá-los. Balaão, porém, pensou que poderia desviar asa bênçãos de Deus, atraindo os israelitas ao pecado. Balaão deveria saber uma coisa ou duas acerca das fraquezas humanas!

B. Leia Números 22:1. Onde os israelitas estavam neste momento? (Estavam prontos para entrar em Canaã. O objetivo longamente aguardado do êxodo do Egito estava agora à vista. Eles só precisavam cruzar o rio Jordão para estar em casa.)

C. Leia Números 25:1-3. Quão salvos e seguros estavam os israelitas? (lês haviam derrotado várias nações e Moabe estava apavorado com eles. Deus não apenas os protegera, Ele havia feito com que seus inimigos os abençoassem! Cheio de bênçãos e sob a proteção de Deus eles estavam prontos para alcançar o objetivo de suas vidas.)

1. Quão perigosos são os “tempos bons” no que diz respeito ao pecado?

2. Você está experimentando “tempos bons”? Tempos de bênçãos e paz?

3. Você consegue ter simpatia por alguma parte do pecado dos homens israelitas? Há alguma coisa assim nas manchetes atuais? (Uma vez que sou um homem, não é difícil para mim imaginar por que os homens israelitas se envolveram em imoralidade sexual com as mulheres moabitas. Lembre-se que Apocalipse 2:14 revela um plano para que as mulheres moabitas atraíssem os homens hebreus. Sem dúvida eram mulheres atrativas e havia sido idéia do seu governante.)

a. Mas por que adorar os seus deuses? Qual era a atração dos seus deuses? O comentário bíblico de Wycliffe explica que os festivais da primavera celebravam o casamento de Baaal de Baal-Peor com a deusa da fertilidade. De acordo com descobertas arqueológicas, a prostituição era parte do serviço de adoração.)

b. Imagine que você está procurando uma nova igreja. Na igreja A eles matam animais como parte do culto. Na igreja B eles fazem sexo como parte da adoração. O que você acha acerca da popularidade relativa dessas duas igrejas?

(1) Não tenho ciência de qualquer igreja em minha área (ou mesmo no meu país) na qual o sexo seja parte da adoração, mas esta questão de escolher a igreja tendo com base se o serviço de adoração te agrada é um ponto importante atualmente?

D. Números 25:3 diz que “a ira do Senhor acendeu-se contra Israel”. Coloque-se no lugar de Deus. Por que ele está irado? (O que os homens israelitas estão fazendo é errado em muitos níveis. É falta de lealdade para com o seu Deus, sua esposa e sua família. Não demonstra comprometimento com Deus, que os trouxe até a fronteira da terra prometida. Viola as regras de Deus com relação à conduta sexual. É até mesmo falta de lealdade para com a sua nação.)

E. Leia Números 25:4-5. Deus se preocupa com a nossa conduta?

1. Note que os homens desleais tinham “líderes”. O que isso nos diz? Eu pensava que eram uns poucos homens que se infiltraram babando para o lado dos moabitas! Isto é verdade? (Como quase todos os pecados, nós tentamos justificá-lo.) Alguns podem ter afirmado que esta seria uma maneira superior de adorar a um deus superior. Eles convenceram outros a se juntar ao grupo. Isto era um movimento, não um lapso.)

F. Leia Números 25:6. Israel está “chorando” diante do Senhor. Por que? (Considere a emoção deste momento. Alguns tinham amigos e membros da família que eram parte do pecado moabita e que agora haviam sido executados publicamente. Outros estavam tristes por causa da ofensa a Deus. Outros estavam preocupados com a morte por causa da praga. Outros estão desencorajados por causa da maneira como as coisas estão caminhando, agora que eles estão tão perto da vitória. A boa notícia é que todos estes estão se achegando a Deus em busca de ajuda.)

G. Leia Números 25:6-9. Acabamos de discutir que a nação estava chorando; o que este “israelita” estava fazendo? Como explicar a sua conduta? (Enquanto toda a nação está em arrependimento, e uma praga está grassando {entre o povo}, este homem é tão ousado em seu pecado que traz uma mulher midianita para a sua tenda, à vista de todos. Isto corrobora a minha conclusão anterior que se tratava de um movimento, não apenas alguns poucos homens se esgueirando na escuridão.)

1. A hipocrisia está mal avaliada? (Pelo menos os hipócritas reconhecem o curso de ação correto. Certamente que defender o erro e agir errado não é superior a defender a verdade, mas agir errado. Os hipócritas só parecem maus, eles não têm conversos.)

2. O que você acha das ações de Finéias, o futuro Sumo Sacerdote? Isto parece ser a coisa certa a fazer ou parece como o Taleban? (O relato sugere que o casal estava fazendo sexo; ou teria sido realmente difícil atravessar a lança pelos dois. A ousadia do pecado é equivalente à ousadia do servo de Deus em lutar contra o pecado.)

3. Leia Levítico 20:10. Finéias está agindo fora da lei? (Não. Este não é apenas um ato mau. Finéias está executando sobre este homem um julgamento bem conhecido.)

a. Espere um minuto. A mulher não conhecia esta lei, certo? (Errado. Lembre-se de que tudo isso era parte de um plano moabita para atrair Israel a ser desleal para com o seu Deus. Ela sabia acerca do plano.)

H. Leia Números 25:10-13. O que Deus pensa acerca dos motivos de Finéias? (Deus disse que ele foi “zeloso” para com a honra de Deus.)

1. Note que Números 25:13 diz que Finéias fez “propiciação” pelos israelitas. Como isto pode ser verdade? Penso que a propiciação era feita quando o sacerdote sacrificava um animal e não humanos, certo? (O animal era um símbolo de Jesus, que faz a propiciação pelos nossos pecados. Ele morreu em nosso lugar. Se rejeitamos a Jesus, morreremos por causa dos nossos pecados tão certamente quanto este casal morreu em meio ao seu pecado.)

2. Leia Salmos 106:30-31. Como este ato foi “creditado” a Finéias como justiça? O que aconteceu com a justificação pela fé? Foi substituída pelo justificação pela lança? (Penso que este ato foi uma ousada declaração ao lado de Deus, ousadamente escolhendo a Deus, que foi creditado a Finéias como justiça. Isto está de acordo com o comentário em Números 25:11 que Finéias estava protegendo a honra de Deus.)

3. Não temos que olhar muito longe para ver pecados sexuais em nossa cultura. Quando se trata dos teus próprios atos, você se declara ousadamente ao lado de Deus? Como os outros te vêem no que diz respeito à pureza sexual?

I. Note que tanto em Números 25:8 quanto em Salmos 106:30 a praga foi interrompida como resultado da ação de Finéias. Vamos pular para a frente e ler Números 31:22-23. Esta é uma referência feita a um despojo que foi tomado dos midianitas. O que isto sugere acerca da origem da praga? (Este texto sugere que os midianitas tinham algum tipo de doença para a qual os israelitas não tinham imunidade. Estes homens introduziram a praga no acampamento dos israelitas. Deus parou a prega como resultado da ação justa de Finéias.)

II. Vingança

A. Um livro que estou lendo faz a observação marcante que, para uma nação de cristãos, os cidadãos dos Estados Unidos gostam muito de tomar vingança. Vemos isto em nossos filmes, livros e nas ações do Estado. Leia Números 31:1-2. O que foi feito a Israel que merecia vingança? (O plano de Balaque e Balaão, que resultou na praga.)

1. O que você acha sobre o último ato de Moisés ser um ato de vingança?

2. Você acredita na vingança? (E o que dizer do último filme, peça {que você assistiu} ou livro que você leu, onde você ficou feliz pela morte do “vilão”?)

3. Leia Romanos 3:5-6, Romanos 12:19-21 e Hebreus 10:30-31. A vingança é uma coisa boa ou má?

a. Finéias deveria ter dado a eles um copo de água em vez de usar a lança?

b. Qual é o nosso papel na vingança? (Devemos deixar a vingança para Deus. As instruções de Moisés e a ação de Finéias mostram que, às vezes, o governo é o instrumento de Deus para a vingança.)

B. Amigo, devoção a Deus é importante. Você vai decidir hoje a ser sério acerca de honrar a Deus com a tua vida? Será fiel na área da pureza sexual, mesmo quando outros fazem planos contra você?

III. Próxima Semana: A Segunda Geração: Advertências

=============================== Direito de Cópia de 2009, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses. Para receber semanalmente estes comentários diretamente no teu endereço de e-mail, acesse: http://br.groups.yahoo.com/subscribe/BruceCameron ===============================

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

O Povo a Caminho – O Livro de Números - Lição 10

A "Loucura" do Profeta (Números 22-24)

Introdução: Quantas vezes você esperou que Deus ignorasse um pequeno problema de pecado na tua vida? Você ama a Deus quer obedecer, exceto por esta pequena área pela qual, você espera, Deus irá demonstrar uma pequena tolerância. Afinal de contas, ninguém é perfeito e somos apenas humanos, certo? Esta semana estudaremos um homem que está longe de ser perfeito, mas que compreende que deveria obedecer a Deus. O resultado é um conflito entre a sua vontade e a vontade de Deus. Isso soa familiar? Vamos pular direto para dentro do nosso estudo da Bíblia e aprender mais!

I. Balaque Nervoso

A. Leia Números 22:1-3. Balaque é o rei de Moabe. O que acontecerá a ele se os israelitas derrotarem sua nação? (Ele perderá todas as suas coisas e poderá muito bem morrer.)

B. Leia Deuteronômio 2:9. Os moabitas tinham alguma coisa a temer por parte de Israel? (Não. Deus disse ao Seu povo para não atacá-los.)

1. Por que? (Leia Gênesis 19:36-37. Ló era o pai de Moabe, de quem os moabitas descendiam. Os moabitas eram aparentados com os israelitas. Deus havia dado a eles a sua terra. Se eles houvessem permanecido fiéis a Deus, saberiam essas coisas.)

C. Leia Números 22:4-6. O que há de bom e de ruim acerca de Balaque? (A coisa ruim é que ele planejava atacar os israelitas – mesmo quando ele não estava sendo realmente ameaçado por eles. A coisa boa é que ele se voltou para a batalha espiritual para resolver os seus problemas.)

1. O que havia que recomendava Balaão para esta tarefa? Será que Balaque disse “Bem, nosso grande ancestral, Ló, serviu ao verdadeiro Deus e então vou encontrar um servo de Deus para intervir em nosso favor”? (Nada deste tipo está registrado. Números 22:6 revela que Balaão tinha um histórico de sucesso.)

2. Vamos pular adiante e ler Números 24:1. Como Deus pode falar através de alguém que também é um porta voz de Satanás?

a. E você – já foi alguma vez um porta voz de Satanás e outras vezes de Deus? (Se você diz que “não”, então você só falou por Satanás! A natureza da nossa jornada cristã é agirmos e falarmos mais por Deus e menos por Satanás.)

b. Balaque deveria ter buscado Balaão? Você confiaria em Balaão? (Não. A palavra de Deus é o nosso único guia seguro e infalível. Se você sabe que o teu conselheiro recorre de vez em quando ao “lado escuro”, então não deveria aceitar conselhos desta pessoa.)

II. Balaão Ganancioso

A. Leia Números 22:7-8. O que isso nos mostra acerca de Balaão? Ele está tendo um bom ou um mal começo? (Os príncipes trouxeram dinheiro, então eles sabiam que Balaão estava vendendo seus serviços. Por outro lado, Balaão está esperando em Deus, e não agindo por si mesmo.)

1. Há algum problema em receber dinheiro? Não é isso que os doutores e advogados fazem? (Ele está sendo pago por um certo resultado. O seu Deus supostamente está disponível para receber propina!)

B. Leia Números 22:9. Há alguma coisa estranha nisso? (Deus vem a alguém que às vezes é um mago e faz a este mago uma pergunta!)

1. Sabemos que resposta anterior não pode ser certa. O que Deus está fazendo? (Está pedindo a Balaão que preste atenção ao propósito maligno de seus visitantes!)

C. Leia Números 22:10-12. Quais são as instruções de Deus a Balaão? (Não vá com os moabitas e não amaldiçoe este povo abençoado. Deus já havia se decidido e não seria corrompido com dinheiro.)

D. Leia Números 22:13-14. Balaão segue as instruções de Deus, mas ele não menciona que o povo em questão é abençoado. Balaão fez a coisa certa, ou ele deveria ter contado tudo o que sabia? (Permissão para viajar não é o problema, o problema é o propósito da missão. Balaão esconde este problema.)

E. Leia Números 22:15-17. Por que Balaque envia mais príncipes? (Ele não acredita que Balaão tenha {recebido} uma mensagem de Deus, ele pensa que Balaão está esperando mais dinheiro e mais respeito.)

F. Leia Números 22:18-19. Balaão está dando uma mensagem ambígua? (Ele se identifica como servo de Deus, mas parece acreditar que Deus mudará de idéia. Que Deus vai acrescentar algo novo que contradiga completamente Suas instruções anteriores.)

G. Leia Números 22:20-22. Isto se parece com a fala de Deus? Que razão Deus dá para mudar de idéia? (Que Balaque enviou mais príncipes!)

1. O relator desta conversa com Deus é confiável? (Duvido que Deus tenha dito isso. Esta fala não faz sentido – que seja por sua lógica ou pelas ações {posteriores} do anjo. A questão fica mais complexa por causa da maneira como a NVI traduz o verso 20. Outras versões traduzem este verso como “Se aqueles homens te vieram chamar...”. Vários comentaristas dizem que Balaão pulou em cima da sua jumenta antes de ser chamado, suscitando assim a ira de Deus. Esta explicação não se encaixa muito bem com os fatos.)

H. Leia Números 22:23-28. Como você responderia a esta pergunta se fosse Balaão? (Você me desobedeceu, esmagou o meu pé e não está fazendo o teu trabalho.)

I. Leia Números 22:29. Como Balaão responde à pergunta? Você daria esta resposta, em vez da minha resposta? (Como ele pode ser um grande profeta, digno de um vultuoso pagamento e de ser procurado por pessoas importantes, se não consegue controlar nem a sua jumenta? Como ele pode fazer algum mal a Israel se é zombado pela sua jumenta? É uma questão de orgulho pessoal.)

1. Quão tolo ele parece, argumentando com uma jumenta?

J. Leia Números 22:31-33. Este é um anjo? (Não. Apocalipse 22:8-9 revela que um anjo real não aceitaria adoração. Penso que este seja Jesus, porque a frase “Anjo do Senhor” é usada freqüentemente no Antigo Testamento para se referir a Deus.)

1. Vemos a Jesus como sendo extraordinariamente amoroso. Quão amável é da parte de Jesus permitir que a vida de Balaão dependesse da decisão de uma jumenta? (Balaão sabia que não poderia amaldiçoar a Israel. Suas razões para continuar eram ganância, honra e engano. Ele espancaria a sua jumenta para continuar em seu curso de ação egoísta. Essas eram ações que ele, e não a jumenta, havia tomado.)

a. Você já fez essas coisas – bater naqueles que estão ao teu redor para continuar em um curso de ação que era inconsistente com a vontade de Deus?

b. Você já tratou os outros com aspereza porque se sentiu frustrado porque era difícil resistir à vontade de Deus?

(1) Você já considerou que a tua vida pode estar nas mãos dessas pessoas? Que, se a tua família houvesse deixado de resistir, você poderia estar morto?

K. Leia Números 22:34-35. Isso é o que você recomendaria a Balaão dizer? (Deus havia acabado de dizer que ele quase morreu! Qualquer pessoa com bom senso diria “Estou indo para casa agora!”)

1. Por que Deus permitiu que Balaão continuasse? (Este texto mostra que Deus permite que continuemos com nosso tolo curso de ação.)

III. As Bênçãos

A. Leia Números 22:41 e Números 23:1-4. De quem foi a idéia de construir alteres e sacrificar animais? (De Balaão.)

B. Em Números 23:5-23 Balaão por duas vezes recebe uma mensagem de Deus a qual abençoa a Israel. Leia Números 23:24-25. Balaque está em uma situação pior do que quando chamou a Balaão pela primeira vez? (Sim! Ele concordou em pagar a Balaão para amaldiçoar a Israel, mas Balaão pronuncia uma bênção – que diz que eles “beberão o sangue” de seus inimigos! Balaque anuncia que seria melhor se Balaão não houvesse dito nada.)

C. Você pode ler em Números 23:27-24:8 que Balaque e Balaão decidiram tentar mais uma vez. Vamos ler o final da terceira tentativa. Leia Números 24:9-11. Que nota você daria para a experiência de Balaão ao tentar ficar rico amaldiçoando Israel? (Se Balaão tivesse simplesmente aceitado a palavra de Deus em Números 22:12, teria poupado muito tempo e problemas.)

D. Amigo, e você? A palavra de Deus é clara, mas em algum ponto você resiste por questões egoístas? Como Balaão, você pode quer fazer parecer como se estivesse buscando a direção divina, quando na verdade está esperando que Deus abra uma exceção para você. Isto não funciona.

IV. Tragédia Final

A. Leia Apocalipse 2:14 e Números 25:1-3. Balaão não conseguiu pronunciar uma maldição, mas planejou uma outra maneira de receber seu pagamento. Que maneira foi essa?

B. Isto funcionou? (Leia Números 25:4-9. Isto prejudicou Israel, mas não enfraqueceu seu poder militar.)

C. Deus estava determinado a abençoar este povo. Como eles conseguiram frustrar as bênçãos divinas?

D. Leia Números 31:7-8 e II Pedro 2:15-16. Balaão era mais ignorante do que a jumenta? O que a sua insistência em ir contra a vontade de Deus lhe custou? (Tudo! O dinheiro não tem qualquer serventia se você está morto.)

E. Amigo, quão determinado você está em resistir a Deus? Por que não decidir hoje a parar de resistir e seguir a vontade de Deus?

V. Próxima Semana: Imoralidade na Fronteira

=============================== Direito de Cópia de 2009, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses. Para receber semanalmente estes comentários diretamente no teu endereço de e-mail, acesse: http://br.groups.yahoo.com/subscribe/BruceCameron ===============================

terça-feira, 24 de novembro de 2009

O Povo a Caminho – O Livro de Números - Lição 09

O Pecado de Moisés e Arão (Números 20 e 21)

Introdução: Você já teve algum período na tua vida no qual você sentiu que tinha uma desculpa para pecar? Você tem tantas coisas acontecendo errado que é fácil escorregar e cair? Você se desapontou quando um líder espiritual no qual você confiava caiu em pecado? Você tem um padrão diferente para você e para os teus líderes? Deveria ter? Nossa lição desta semana é a respeito de um líder que caiu durante um período difícil em sua vida. Vamos mergulhar para dentro da nossa lição e aprender mais!

I. Problemas em Família

A. Leia Números 21:1. O texto começa com “no primeiro mês”. O primeiro mês do que? Eles estavam no deserto por décadas! (Lembre-se que em Números 14:32-34 Deus sentenciou aqueles que não confiaram nEle e que se recusaram a entrar em Canaã e peregrinar por quarenta anos no deserto e morrer lá. Números 33:38 sugere que os quarenta anos que lhes foi dito que passariam peregrinando no deserto estavam no fim. Provavelmente este é o primeiro mês de seu quadragésimo ano de peregrinação..

1. Você acha que Moisés esperava que sua irmã Miriã morresse? (Sabemos que ela era mais velha do que Moisés porque ela o vigiou quando ele foi colocado em um cesto no rio Nilo para salvar a sua vida. (Êxodo 2:1-4.) Talvez ela tenha sido incluída junto aos que foram sentenciados a morrer no deserto por causa de sua rebelião.)

2. Como você se sentiria se fosse Moisés? (Ela não era apenas a sua irmã mais velha, ela era parte da “equipe administrativa” dos israelitas.)

B. Leia Números 20:2-5. Estes seriam a nova geração do povo. E fé deles aumentou? A sua atitude ficou melhor?

1. O que você acha da sugestão deles, que estariam melhor se tivessem morrido com a geração mais velha?

2. Por que o Egito era o ponto de referência? Por que não suplicar a Deus para que Ele os levasse rapidamente para Canaã? (Eles não tinham visão nem confiança. Pensavam que seria preferível voltar à escravidão.)

C. Leia Números 20:6-8. Na tua opinião, Moisés e Arão estavam fazendo a coisa certa? (Sim, eles imediatamente se voltaram para Deus para resolver o problema.)

1. O que você pensa sobre a mensagem de Deus, que Moisés deveria “falar” à pedra?

a. Leia Gênesis 1:3 e Êxodo 17:5-6. Você acha que é significante que Deus diga agora a Moisés para falar à rocha em vez de bater na rocha? (Falar é um paralelo mais preciso do poder demonstrado por Deus na Criação. Não é necessário qualquer ação física, apenas um comando verbal. Um novo nível de poder é dado a Moisés.)

b. Por que Moisés precisa apanhar o seu cajado (Números 20:8), se agora ele só precisa falar?

D. Leia Números 20:9-11. O que você encontra de perturbador na declaração de Moisés ao povo? Ou será que Moisés está lhes falando a verdade – que eles são rebeldes? (O primeiro problema é que Moisés parece declarar que Arão e ele produzirão a água, e não Deus. Segundo, no passado Deus havia declarado que o povo era rebelde e Moisés havia intercedido por eles. Agora, Moisés os está condenando.)

1. Embora Moisés bata na rocha em vez de falar a ela, a água sai mesmo assim. Por que isso? Por que Deus executaria um milagre mesmo quando Moisés não seguiu as instruções? (Deus honra a Moisés, embora Moisés não honrasse a Deus.)

E. Leia Números 20:12. Qual é o erro de Moisés e Arão? Quando Deus diz “vocês não confiaram em Mim para honrar Minha santidade”, A que, exatamente Deus está se referindo? Que confiança, qual honra? (Deus pode criar meramente através da fala. Ele delegou este poder para Moisés – uma honra muito grande. Em vez de dar glória a Deus, Moisés não somente reclama o poder para si mesmo, mas ele bate na rocha – como se ele precisasse executar uma ação física para fazer um milagre. Moisés reclama o crédito, e faz isso agindo assim.)

1. O que você diria sobre o castigo? Ele parece severo?

a. Coloque-se no lugar de Moisés. O que você argumentaria em sua defesa? (Ainda estou perturbado pela morte da minha irmã. Estas pessos estão me deixando louco – parece que elas nunca aprendem. Este foi apenas um pequeno erro.)

b. Coloque-se no lugar de Deus. O que você diria a Moisés? (Toda a questão gira em torno de confiar em Mim. Como o povo pode aprender a confiar em Mim se você não confia em Mim (ao simplesmente falar)? Como as pessoas podem confia em Mim se você reclama a Minha autoridade?)

c. O castigo tem algum impacto prático na questão da confiança? (Até o ponto em que as pessoas confiam (e acusam) Moisés, se é preciso que elas entrem em Canaã sem ele, compreenderão mais claramente que Deus é a fonte de sua vitória.)

II. O Fim de Arão

A. Leia Números 20:23-29. Coloque-se no lugar de Moisés. Sua irmã morre e, quatro meses mais tarde (Números 33:38), seu irmão morre. Quais são os teus pensamentos a respeito de Deus? Quais são os teus pensamentos a respeito da morte próxima?

1. Por que Moisés tirou as vestes de Arão? (Esta era uma passagem simbólica da autoridade do Sumo sacerdote Arão para Eleazar.)

a. Que tipo de emoção você consegue ver neste processo para eles três? (Moisés pode sentir que uma parte disso é sua culpa, por ter batido na rocha. Moisés perdeu agora seu irmão e co-líder. Arão está morrendo por causa de seu pecado – e sem entrar na terra prometida. O filho compreende que o fim chegou para o seu amado pai.)

b. Quando as pessoas chegam ao final de suas vidas, olham para trás e fazem julgamentos acerca das coisas. Que julgamentos Arão teria feito?

c. Já ocorreram algumas situações difíceis na tua vida? Coisas que, se você analisa honestamente, tem a ver com falhas da tua parte? Como você as aceitaria?

d. Leia Judas 1:9 e Mateus 17:3. Estou avançando {com o assunto} aqui, mas o que estes versos nos ensinam a respeito do amor e cuidado de Deus por nós quando passamos por situações difíceis por causa dos nossos pecados? (Não sabemos o que aconteceu com Arão, mas nos foi revelado que Deus foi mais do que justo no que diz respeito a Moisés. Ele foi levado para a terra prometida final – e imediatamente.)

e. Qual é a lição para nós? (Tanto Arão quanto Miriam (a irmã de Moisés) estavam envolvidos em rebelião. Arão era velho e esta foi uma boa maneira de morrer. Porém, levando em conta que ele morreu antes de entrar em Canaã, é uma advertência para que nós confiemos em Deus e não nos rebelemos contra Ele. Para que não levemos crédito pelo poder de Deus.)

III. A Serpente

A. Leia Números 21:4-6. O povo deveria ter aprendido alguma coisa com a morte de Arão?

1. Seria razoável para eles crer que as suas últimas reclamações levaram à morte de Arão e ao julgamento contra Moisés?

B. Leia Números 21:7-9. Nós acabamos de aprender que quando Deus diz para fazermos alguma coisa, deveríamos fazê-la. Por que você acha que Deus ordenou a Moisés fazer a imagem de uma serpente para salvá-los?

1. Leia João 3:14-15. Se Jesus é como esta serpente, por que não fazer um cordeiro e colocá-lo em um poste? A serpente não representa o pecado? Como Jesus pode ser como a serpente? (A serpente representa o pecado. O pecados das pessoas as estavam matando. O primeiro passo para a salvação é reconhecer o teu pecado – admitir que você é um pecador necessitado da graça. Portanto, olhar para a serpente é o reconhecimento do teu pecado.)

2. Leia II Reis 18:3-5. Por que Ezequias destruiu a serpente que Moisés havia feito? (As pessoas a estavam adorando. Elas a estavam tratando como um ídolo.)

a. Há uma lição nisto para nós hoje? (Precisamos enfrentar e confessar os nossos pecados. Contudo, não deveríamos mais tarde ficar “adorando” o nosso passado pecaminoso, se orgulhando dele para os outros. Nosso objetivo é confessar e abandonar o pecado, não voltar a ele.)

C. Amigo, todos nós passamos por momentos difíceis. Ao invés de ficar usando esses momentos como desculpa para não confiarmos em Deus, em momentos difíceis precisamos confiar nEle ainda mais. Você vai pedir a Deus agora mesmo para te dar um espírito de confiança e gratidão e tirar o teu espírito de rebelião?

IV. Próxima Semana: A "Loucura" do Profeta

=============================== Direito de Cópia de 2009, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses. Para receber semanalmente estes comentários diretamente no teu endereço de e-mail, acesse: http://br.groups.yahoo.com/subscribe/BruceCameron ===============================

terça-feira, 17 de novembro de 2009

O Povo a Caminho – O Livro de Números - Lição 08

Sacerdotes e Levitas (Números 18 e 19)

Introdução: Depois das últimas semanas, quais são os teus pontos de vista acerca de rebelião contra Deus? E contra Seus líderes? Estou assumindo que a tua resposta seja: “Eu não quero ser um rebelde!” A rebelião pode existir em algo que não seja óbvio? Por exemplo, e se eu me recusar a apoiar financeiramente os líderes de Deus? E se eu sou crítico de seus estilos de vida? E se alguém nos corrige e ficamos ressentidos com esta pessoa por causa disso? Quais responsabilidades os líderes assumem pela natureza rebelde do “rebanho”? Com estas questões em mente, vamos mergulhar no nosso estudo de Números!

I. Assumir Responsabilidade

A. Leia Números 18:1. Revise mentalmente a lição da semana passada: aquela sobre a terra se abrir e engolir os rebeldes, aquela sobre o fogo descer do céu e consumir os que estavam segurando incensários. Então releia nosso último verso da semana passada: Números 17:12-13. Agora que você está com o contexto mental correto, considere Números 18:1. O que você diria se fosse Arão? (Ou um temeroso “Sim, Deus!”, ou (“Me acerte agora mesmo.”)

1. O que você acha que Deus queria dizer? Afinal de contas, Ele somente interveio para salvar e vindicar Moisés e Arão quando a “família” estava se rebelando.

2. Você acha que Arão poderia ter sido parcialmente responsável pela rebelião que estudamos na semana passada?

3. Ou está acontecendo alguma outra coisa? (O presidente atual dos EUA se refere a “momentos de ensino”. Penso que temos um momento de ensino aqui. Deus é santo e Ele exige padrões muito altos de seus representantes quando se trata do santuário. Esta é parte da explicação para o tratamento dramático dado a Corá, que era, afinal de contas, um coatita – parte do grupo que está sendo referido aqui. Com grande autoridade vem uma grande responsabilidade.)

B. Leia Números 18:2-4. Por que tanto o supervisor quanto o supervisionado morrem no caso de uma infração?

C. Há cerca de dois meses atrás, preguei um sermão que foi gravado profissionalmente em vídeo. Assim que comecei o sermão, um garotinho veio subindo os degraus da plataforma. Imediatamente eu pensei, “O que devo fazer?” Eu me virei e comecei a andar para o outro lado, para que a câmera me seguisse e não gravasse aquela distração. Isso me distraiu tanto do que eu estava dizendo que falei uma palavra errada – qual, então, tive que corrigir. Isto me fez ter um começo ruim. Eu tinha alguma obrigação de dizer às pessoas acerca de suas obrigações na gravação? Eu não havia dito nada sobre isso. (Isto foi parcialmente minha culpa.)

II. Colher os Benefícios

A. Leia Números 18:8-9. Leia Números 18:11-12. Lembre-se de que somente animais perfeitos (Levítico 22:19) deviam ser oferecidos. Arão e os levitas tinham responsabilidades muito grandes, mas também tinham boas recompensas. Isto deveria se aplicar aos representantes de Deus hoje?

1. Um artigo da edição mais recente {da revista} Christianity Today fala sobre a polêmica entre algumas igrejas acerca da riqueza de seus líderes. Este texto fala sobre os nossos líderes espirituais terem as coisas “mais finas” (melhores)?

a. Eu não ganho um centavo por escrever esses comentários, nem nunca ganhei. Todos os tradutores são voluntários. Isto é errado? (Se isso fosse a única coisa que eu estivesse fazendo, provavelmente seria errado. Mas sou pago por meu trabalho legal e não preciso ser pago por este trabalho.) (N.T. – O Dr. Bruce Cameron é advogado especializado em assuntos de liberdade religiosa e professor universitário de Direito.)

B. Leia Números 18:20. Se você é membro de outra tribo, poderia ganhar todo o dinheiro que quisesse. Isto é verdade com relação aos levitas? (Deus proibiu que eles possuíssem terras e regulamentou o valor de seus ganhos.)

1. Que aplicação isto teria para o apoio dos ministros hoje em dia?

C. Leia Números 18:21. Quais duas fontes de renda nós descobrimos? (Os sacerdotes tomavam posse de todos os sacrifícios e ofertas que não eram queimados. Os levitas tinham como renda os dízimos dados pelo povo.)

D. Leia Números 18:25-32. Certa vez ouvi um ministro dizer para mim que “Os levitas nunca receberam ordem para dar o dízimo”. Ele não leu cuidadosamente a sua Bíblia. Por que os levitas deveriam dar o dízimo? Eles recebiam o dízimo por causa de seu trabalho na causa de Deus. Que obra o seus dízimos apoiavam? (Este texto nos ensina que dizimar não é somente uma questão de apoiar os trabalhadores na obra de Deus, mas é sobre agradecermos a Deus por Suas bênçãos.)

1. Leia II Coríntios 9:7. Compare com Números 18:32. Podemos dizer que você evita morrer “com alegria”?

a. Esses dois versos cabem na mesma sala? (Uma distinção que eu vejo é que os levitas eram pagos daquilo que era dado a Deus pela Sua obra. Para eles, usar mal {este recurso} ou apropriar-se indevidamente dele era uma questão muito séria.)

E. O que você acha do sistema de Deus para apoiar os sacerdotes e os levitas? É justo? Quanto você pagaria pelo perdão de pecados? Pela provisão de comida? Pela direção de Deus? (Parece que 10% mais as ofertas variadas é uma verdadeira pechincha. O valor {dessas coisas} parece ser “sem preço” para mim.)

1. Alguma nação segue um programa assim, no que diz respeito aos impostos? (Os Estados Unidos não seguem. No sistema de apoio de Deus, aqueles que produziam mais, pagavam mais, mas eles pagavam a mesma porcentagem, independentemente da renda. Nos Estados Unidos aqueles que ganham mais pagam uma porcentagem maior de sua renda em impostos. Os que estão no limite inferior da escala não pagam coisa alguma em impostos. Os que não pagam coisa alguma não tem incentivos para reduzir impostos e aqueles que pagam mais tem menos incentivos para ganhar mais. O sistema de Deus é mais lógico.)

III. A Novilha Vermelha

A. Se você der uma olhada em Números 19, verá que contém muitos trechos que discutem sobre cadáveres e estar impuro por tocar um cadáver. Por que você acha que estas instruções aparecem aqui? (Leia Números 16:49. Eles tinham muitos cadáveres com os quais deviam lidar.)

B. Leia Números 19:1-5. Eles tinham o sistema sacrifical. Eles tinham um altar. Eles tinham o método para o perdão dos pecados. Por que Deus exigiria alguma coisa que parece ser semelhante, mas é diferente?

1. Havia alguma coisa errada com o sistema atual? (Pense acerca do que estivemos estudando. Um grande número de levitas estavam em revolta. Muitas pessoas haviam morrido por causa dos juízos de Deus. O sistema não estava operando com a “fluidez” costumeira. Como resultado, Deus fez uma coisa um pouco diferente.)

2. Por que a novilha tinha que ser “vermelha”, sem defeito, nunca ter sido usada como animal de carga e sacrificada fora do acampamento? (Todas essas coisas podem representar Jesus. Ele derramou Seu sangue por nós. Ele viveu uma vida perfeita. Ele deu a sua vida voluntariamente. Ele foi morto do lado de fora dos portões de Jerusalém.)

a. Como esta idéia de um sacrifício semelhante, mas deferente, se encaixa com a nossa comparação com Jesus? (O sistema sacrifical estabeleceu o exemplo de como o pecado é tratado, mas Jesus é muito mais do que o sistema sacrifical. Quando as coisas não estavam andando bem com o sistema sacrifical, quando a morte estava em toda a volta, Deus dá uma instrução que mostra que Ele tem um plano para lidar com todos esses problemas.)

C. Leia Números 19:9. As cinzas da novilha vermelha são utilizadas para a “água da purificação”. Você consegue relacionar isso com Jesus? Jesus nos dá a “água da vida”. Ele nos dá a vida eterna.)

D. Leia Hebreus 9:13-14. Onde você ouviu falar de pecado ser tirado por cinzas sendo “espalhadas”? (A “novilha” à qual este verso se refere é muito provavelmente a novilha vermelha. O “sangue de bodes e touros” se refere ao sistema do santuário. Mas a novilha e o espalhamento {das cinzas} parecem ser uma referência a Números 19, especificamente a Números 19:17-21.)

1. Como a novilha vermelha está vinculada a Jesus? (Jesus cumpriu a profecia da novilha vermelha.)

E. Como as cinzas da novilha vermelha eram utilizadas para purificar, alguns acreditam que uma “novilha vermelha” nascerá em Jerusalém nos tempos modernos, que suas cinzas serão utilizadas para purificar o local histórico do tempo, e que um novo templo será construído pelos judeus em Jerusalém. O que você tem a dizer sobre as bases bíblicas para esta afirmação? (Hebreus 9 nos diz que Jesus nos dá um sacrifício melhor e eterno. Por que iríamos querer voltar ao sistema do santuário na terra?)

F. Amigo, parece que cobrimos vários assuntos nesta semana. O fio condutor entre todos eles é levar a lei de Deus a sério. Devemos respeitar a vontade de Deus e a Sua lei. Não podemos levar a lei de Deus a sério se não estudamos a Sua palavra. Estudar a Sua palavra nos dá acesso hoje à “água da vida” e nos dá uma visão com relação às dificuldades das teorias da “novilha vermelha”. Hoje, você vai se comprometer a estudar a palavra de Deus?

IV. Próxima Semana: O Pecado de Moisés e Arão

=============================== Direito de Cópia de 2009, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses. Para receber semanalmente estes comentários diretamente no teu endereço de e-mail, acesse: http://br.groups.yahoo.com/subscribe/BruceCameron ===============================

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O Povo a Caminho – O Livro de Números - Lição 07

Luta Pelo Poder (Números 16-17)

Introdução: Você já participou de uma disputa na tua igreja? (Esta é uma pergunta tola, certo?) Como você pode saber quem está certo e quem está errado? Às vezes isso é óbvio, mas às vezes os dois lados possuem bons argumentos. O que acontece se você apoiar o lado que perde? Como você lidaria com isso? Esta semana vamos olhar uma luta pelo poder dentro da comunidade israelita. Vamos mergulhar e ver quais lições podemos aprender para a comunidade da igreja atual!

I. A Disputa

A. Leia Números 16:1-2. Que credenciais Corá tem? (Muito altas. Ele não apenas era bisneto de Levi, mas ainda era neto de Coate. Os coatitas “tinham a responsabilidade de cuidar do santuário” (Números 3:28). Dentre todo o trabalho especial dos levitas, os coatitas tinham um trabalho muito exaltado.)

B. Leia Números 16:3 e Números 16:12-13. Qual é a reclamação contra Moisés e Arão? (Eles se consideravam acima de todos os outros, quando a sua liderança havia trazido resultados obviamente pobres.)

1. Se você fosse alguém que estava olhando e ouvisse as acusações contra Moisés, as evidências fariam você pensar que as acusações eram verdadeiras?

C. Leia Números 16:8-10 e Números 16:15. Qual é a defesa de Moisés contra essas acusações? (As pessoas que estavam fazendo as acusações já tinham grande autoridade, e eles só queriam mais porque tinham sede de poder. Moisés nunca havia tirado nada deles, nem havia agido mal para com eles de forma alguma.)

1. Moisés estava respondendo à altura das acusações deles? (Quando a acusação é de má liderança, a resposta “Eu nunca tirei nada de vocês” não está à altura da acusação. Com relação à autoridade, ambos parecem estar acusando a outra parte de haver excedido sua autoridade legítima.)

D. Vamos rever uma das acusações de Corá. Leia novamente Números 16:3. Você tem a impressão de que toda a comunidade era santa? (Se eu fosse o advogado de Moisés, teria argumentado que a razão pela qual eles estavam nesta triste situação não era por falta de liderança da parte de Moisés, mas sim devido ao fato de que o povo estava muito longe de ser santo!)

E. Leia Números 16:4-7. O que Moisés propôs? (Que Deus resolveria isto.)

1. Este é um argumento? (Em qualquer disputa, deveríamos primeiro nos voltar para Deus. Se eu fosse Moisés, teria me defendido dizendo, “Deus me escolheu. Não estou usurpando nada da autoridade de vocês. Deus fez isso.” Dizer que “o Senhor mostrará quem lhe pertence” é um equivalente prático.)

II. A Demonstração

A. Leia Números 16:16-19. Crie um quadro desta cena em tua mente. Me parece que Moisés e Arão estavam em pé, com um grande grupo que se opunha a eles. Em termos humanos eles estavam em inferioridade numérica!

1. Por que toda a assembléia estava aqui? (Eles devem ter criado excitação no acampamento. Agora vamos ter alguma coisa sobre a qual falar!)

a. Se você fizesse uma pesquisa com o povo, como você acha que eles votariam? Eles apoiariam Moisés ou Corá? (Uma vez que os levitas foram os únicos que ficaram fiéis anteriormente (Êxodo 32:6) e agora eles estavam em revolta, acredito que Corá tinha o apoio da multidão. Especialmente, porque ele estava argumentando que todos eram santos – que mensagem encorajadora! Parece que a multidão veio em apoio a Corá, não apenas por curiosidade.)

B. Leia Números 16:20-22. Quem a assembléia deveria ter apoiado? (Está claro, pela resposta de Deus, que o povo apoiava Corá. Deus iria executar juízos sobre eles, mas Moisés e Arão intercederam por eles. Você não poderia ter uma amigo melhor do que Moisés.)

1. Quantas vezes você já pediu a Deus que não ferisse os teus acusadores? Que não ferisse aqueles que desejam te ferir?

C. Leia Números 16:23-27. Você acha que Corá e seus seguidores ainda estão confiantes do julgamento de Deus a seu favor?

D. Leia Números 16:28-30. É assim que deveríamos resolver as disputas na igreja?

1. E se você estiver do lado errado da discussão?

2. Leia o conselho de Gamaliel em Atos 5:38-39. Este é o equivalente prático ao que Moisés está fazendo?

E. Leia Números 16:31-33. Temos uma resposta clara sobre quem estava certo e quem estava errado?

1. Em Números 16:27 vimos uma referência aos “filhos e [às] crianças pequenas” dos rebeldes. O que você diz acerca da justiça de engoli-los? (Deus fará o julgamento acerca da vida e da morte eternas. Contudo, alguns destes pequeninos simplesmente tinham os pais errados.)

a. Isto é verdade hoje? Se você é um pai, qual é a importância de você ser fiel a Deus? (Podemos confiar que Deus é mais do que justo porque Ele morreu por nós, mas este texto mostra a realidade séria da influência dos pais sobre o bem estar dos seus filhos.)

F. Leia Números 16:34. Por que eles diriam isso? (Este texto deixa claro que eles haviam escolhido o lado de Corá.)

G. Leia Números 16:35 e Números 16:41. Estou certo que alguns de meus leitores estão balançando a cabeça e pensando “Deus é muito severo.” Se esta é a tua opinião, como explicar Números 16:41?

1. O que você teria feito, de fosse Deus, para mostrar ao povo que Moisés e Arão eram os teus líderes estabelecidos? (O povo de alguma forma pensava que Moisés e Arão haviam feito aquilo pelo seu próprio poder. Que eles manipularam um deus para realizar a sua vontade egoísta. Não compreendiam que o grande Deus do céu estava mostrando a eles a sua decisão acerca da liderança. Qualquer coisa menos dramática certamente não teria convencido o povo.)

H. Leia Números 16:42-44. Deus está certo? (Amigos, eu voto a favor de Deus aqui. Como a Sua vontade poderia ser mais clara? Ele precisava de uma nova tripulação.)

I. Leia Números 16:46-48. Arão, o Sumo Sacerdote “se pôs entre os mortos e os vivos.” Do que isto te lembra? (Leia Hebreus 8:1-2. Meu julgamento é que este povo merecia a morte. Meu julgamento é que eu mereço a morte. Louvado seja Deus por Jesus, que pagou a pena de morte por mim e agora está em pé como meu Sumo Sacerdote, para me dar a vida eterna!)

III. O Caso Para o Estúpido

A. Leia Números 17:1-5. O que persistiu, a despeito de todos esses terríveis sinais do poder e do juízo de Deus? (Queixas!)

1. O que Deus acha que resolveria o problema? (Um milagre que não envolvesse a morte de alguém.)

a. O que você acha desta abordagem?

B. Leia Números 17:6-11. Quem Deus escolheu claramente? (Arão.)

1. Por que Deus fez com que a vara fosse mostrada publicamente? (Para que todos pudessem ver e compreender o milagre e a escolha de Deus.)

C. Leia Números 17:12. Quão estúpidas são essas pessoas? Quão estúpidos nós somos?

1. Houve alguma lição aprendida até agora desta terrível experiência? (Sim. Em Números 16:41 eles pensaram que Moisés tinha algum poder especial (e maligno) para matar o “povo de Deus”. Agora, pelo menos eles compreendem que é Deus quem está fazendo isso aos “perdidos”.

2. Vamos presumir que você acredita que não é tão tolo quanto este povo parece ser. Qual é a lição que eles deveriam ter aprendido? (Deus está no comando, Deus tem Seus líderes. Rebelião contra Deus e Seus líderes resulta em morte. Somente a intervenção do Sumo Sacerdote ode nos salvar de uma morte merecida.)

D. Vamos relembrar alguns estudos e considerar que lições deveríamos ter aprendido.

1. Qual é a lição que deveríamos ter aprendido da falha do povo em entrar em Canaã? (Precisamos confiar em Deus quando nossas vidas estão em perigo. Precisamos confiar em Deus quando oportunidades difíceis estão diante de nós.O medo não apenas é um desprezo para com Deus, ele nos impede de receber grandes bênçãos.)

2. Qual é a lição que lição deveríamos ter aprendido com o apanhador de lenha no Sábado? (Podemos acreditar que Deus tenha falhado conosco, quando {o que ocorreu} foi nossa própria falta de fé. Afastar-se desafiadoramente de Deus e pecar somente termina em destruição.)

E. Ao colocar a lição desta semana juntamente com as últimas duas, como você resumiria a nossa escolha na vida? (Deus é este poder maravilhoso e amedrontador. Se você confia nEle, coisas fabulosas são possíveis. Se você se rebela contra Ele, é estúpido. Em meio a esta Presença terrível vem Jesus, que Se oferece para nos salvar de nossos pecados.)

F. Amigo, as escolhas são claras. Por qual delas você vai optar hoje?

IV. Próxima Semana: Sacerdotes e Levitas

=============================== Direito de Cópia de 2009, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses. Para receber semanalmente estes comentários diretamente no teu endereço de e-mail, acesse: http://br.groups.yahoo.com/subscribe/BruceCameron ===============================

terça-feira, 3 de novembro de 2009

O Povo a Caminho – O Livro de Números - Lição 06

Disposições Para o Futuro (Números 15)

Introdução: Que mudança na vida! Imagine que você construiu tuas esperanças e sonhos de uma terra nova e maravilhosa. Você planejou ter uma casa dos sonhos e uma fazenda dos sonhos. Agora você sabe que isso nunca vai acontecer, porque você desconfiou de Deus. Vai viver e morrer como um nômade no deserto. As boas notícias são que você não é mais um escravo. Vive na presença de Deus. Como você agiria agora? O que Deus exige de você agora que quebrou a tua confiança nEle? Vamos continuar a nossa jornada com os israelitas enquanto eles caminham para longe da terra prometida!

I. Pecados Não Intencionais

A. Leia Números 15:27-28 e Mateus 5:27-28. O pecado no Antigo Testamento é semelhante ao pecado no Novo Testamento?

1. Considere esses dois textos. Números nos diz que podemos pecar sem mesmo saber disso. Jesus nos fala em Mateus que podemos pecar sem mesmo fazer ação alguma.

2. Existem nos Estados Unidos muitos crimes nos quais é requerido que haja “intenção”, para que seja considerado um crime. Números 15:27 nos fala que podemos pecar sem ter a intenção? (Provavelmente não. Sem dúvida o “pecador não intencional” pretendeu realizar o ato. O pecador simplesmente não sabia que aquilo era pecado.)

a. Isso já aconteceu com você – que você tenha pecado porque não sabia direito? Você pensava (esperava) que aquilo não fosse pecado, mas mais tarde viu que era? (Todos nós deveríamos desejar conhecer melhor a Deus. Conforme nossa compreensão de Deus e da vida aumentam, compreendemos que algumas de nossas ações e atitudes do passado estavam erradas.)

b. Se você é como eu, tenta justificar os teus pecados. Diz a si mesmo “isto, na verdade, não é realmente pecado”. Então Deus faz alguma coisa que te dá uma visão muito clara do teu pecado. Isto soa familiar para você?

B. Leia Números 15:29. O que este texto fala acerca da atitude de Deus com relação à Sua lei? (Deus acredita na “regra da lei”. A lei não muda de acordo com a pessoa. Uma lei para os ricos e famosos. Outra lei para os pobres e incultos. Outra lei para os estrangeiros. Todos são iguais sob a lei de Deus.)

II. Pecados Desafiadores

A. Leia Números 15:30-31. Lembre-se do contexto dessa passagem. Essas pessoas acabaram de passar por pecados desafiadores. Eles desprezaram a Deus, discutiram seriamente sobre apedrejar a Moisés e recusaram-se a entrar na terra prometida. Por que não foram “eliminados”? Como podem ainda ter algum futuro?

1. A palavra hebraica para “desafiador” deveria ser traduzida como “mão alta”. O Comentário Bíblico de Wycliffe diz “com o punho erguido e fechado”. A recusa de Israel de entrar na Terra Prometida foi uma recusa de “punho fechado”? (Acabamos de aprender que Deus acredita na “regra da lei”. Só podemos concluir que a recusa de entrar em Canaã, o desprezo demonstrado para com Deus, por mais mal que seja, não era um pecado de “punho fechado”. Foi fraqueza e estupidez, e não uma atitude tão desafiadora que passou dos limites.)

2. Quando o texto se refere a “ser eliminado” de seu povo, isto quer dizer ser morto? (Creio que não, mas isso vai ficar longe de ser esclarecido, conforme continuamos o nosso estudo.)

a. Qual você acha que seja o propósito da “eliminação” (Considere a história do “filho pródigo” em Lucas 15:11-32. Este jovem pecou intencionalmente. Ele foi desafiador com relação às regras do seu pai. Ser “eliminado” da família, dos amigos e dos recursos o trouxe de volta à sua razão. Ele voltou para o seu pai, que o perdoou. Penso que este é o objetivo em Números.)

B. Depois de nossa discussão, que tipos de pecados deveriam nos preocupar? (Aprendemos que podemos pecar de forma não intencional, que podemos pecar de forma intencional (mesmo ser praticar o ato) e que podemos pecar de forma desafiadora. O pecado desafiador nos torna “eliminados”, na esperança que recuperemos a nossa razão.)

1. Essas regras deveriam ser aplicadas aos membros da tua igreja local? Deveríamos ajudar uns aos outros em nossos pecados não intencionais e intencionais, mas “eliminar” aqueles que se envolvem em pecados desafiadores?

C. Muitos cristãos vivem no que eu chamaria de “área de perigo”. Eles acreditam que são salvos pela graça (eles realmente são), acreditam que não podem conquistar a salvação (estão certos) e embora acreditem em “fazer a coisa certa”, lá no fundo acreditam que as suas ações não importam. Deus vai perdoá-los de qualquer coisa que fizerem. Como você acha que Deus vê alguém que peca, sabendo que é errado, pensando que Deus o perdoará? Isto é pecado desafiador?

III. Transgressão do Sábado

A. Leia Números 15:32-34. Qual é o relacionamento entre o que acabamos de discutir e este exemplo concreto? (O exemplo nos ajuda a decidir se as conclusões às quais acabamos de chegar são válidas. O exemplo e as instruções nos dão um quadro mais completo da atitude de Deus com relação ao pecado.)

B. À luz das regras que acabamos de discutir, por que é justo dizer que “não está claro” o que deveria ser feito com este transgressor do sábado? (O propósito e a atitude são críticas para decidirmos como lidar com o pecado. As pessoas não estavam certas das intenções dessa pessoa.)

1. O que você acha que deveria ter sido feito a essa pessoa?

2. Leia Êxodo 31:14-15. Qual é a penalidade estabelecida para a transgressão do sábado?

a. Você notou que “ser eliminado” e a morte são usados de forma intercambiável?

3. Leia Êxodo 16:23. Vamos nos colocar no lugar do apanhador de lenha. Ele está se esgueirando na escuridão para apanhar lenha? (Não. Aparentemente ele está fazendo isso em plena luz do dia.)

a. O que você acha que ele pretendia fazer com esta lenha? Ele estava apenas dando uma arrumada no deserto? (Sem dúvida o seu plano seguinte era fazer um fogo para cozinhar seu maná – plenamente à vista de todos.)

4. Baseado nesses fatos, você acha que isto era não intencional, intencional, ou desafiador? (Uma vez que este homem era parte do grupo parece ser impossível que fosse não intencional. Dado o seu provável curso de ação, este parece ser um pecado desafiador.)

5. Por muitos anos tirávamos férias acampando com nosso motor home. Muitas vezes eu fiz fogueiras no sábado, para que pudéssemos nos assentar em volta do fogo. A cada vez eu pensava o que a Bíblia diz acerca dos Sábados e do fazer fogo. Será que eu fui como aquele homem? (Espero que não. Qual era o “trabalho” de um israelita comum? Não seria apenas ajuntar lenha e fazer comida? Uma vez que a comida era fornecida, não consigo pensar em muitas outras coisas que eles poderiam ficar fazendo. Para mim, aquilo era pura recreação e descanso.)

C. Leia Números 15:35-36. O que este texto nos diz acerca da natureza do pecado do homem? (Que era um pecado desafiador. Neste caso, ser “eliminado” significava que lhe era tirada a vida.)

1. Isto te parece um pouco severo demais? (O texto que lemos do Êxodo mostra que era sabido que a morte era a penalidade [por este pecado]. Suspeito que este homem, sabendo que eles estavam destinados a ficar no deserto, ainda estava em aberta rebelião contra Deus. “Não vão me deixar entrar na terra prometida? Em me recuso a servir ou obedecer a Deus!”)

2. Por que todo o povo fazia parte da equipe de execução? (Isto ajudava a reforçar a questão da obediência.)

3. Este é Jesus, Este é o nosso mesmo Deus? (Sim. Precisamos considerar tanto a história do filho pródigo quanto a história do apanhador de lenha. Temos um Deus de amor e um Deus de juízo. Dizer, “eu estou disposto a pecar porque sei que serei perdoado” não é uma boa abordagem.)

IV. Notas de Lembrança

A. Leia Números 15:37-41. Você acha que essas instruções tinham alguma coisa a ver com a história do apanhador de lenha ou as instruções anteriores? (Sim. Deus diz “Quero que vocês conheçam minhas leia, quero que evitem pecados não intencionais e intencionais.” Deus diz, “Não quero que vocês terminem como o apanhador de madeira.”)

B. Concentre-se na frase de Números 15:39 “nem sigam as inclinações do seu coração e dos seus olhos.” Você já disse alguma vez “Deus me fez assim”? Deus me fez desejar [mulheres/homens]”? (O fato de que todos nós (sim, todos nós) desejamos alguma coisa que é inconsistente com a vontade de Deus não justifica uma violação da lei de Deus.)

C. Deveríamos estar pendurando anotações nas nossas roupas hoje? Se não, qual é o equivalente moderno disso? (Usar uma cruz? Ler a Bíblia? Duvido que a maior parte das pessoas para quem este texto foi endereçado era alfabetizadas. Esta era uma substituição prática para o texto escrito. Note que Deus busca nos lembrar continuamente de Sua vontade.)

D. Amigo, isso é coisa séria. Foi negada às pessoas a entrada na terra prometida por causa disso. Deus não os deixou como resultado do desprezo deles por Ele, mas Ele não deixou de lado Sua alta exigência de obediência. Você vai decidir hoje obedecer a Deus – não importa o que o teu coração e os teus olhos possam desejar?

V. Próxima Semana: Luta Pelo Poder

=============================== Direito de Cópia de 2009, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses. Para receber semanalmente estes comentários diretamente no teu endereço de e-mail, acesse: http://br.groups.yahoo.com/subscribe/BruceCameron ===============================

terça-feira, 27 de outubro de 2009

O Povo a Caminho – O Livro de Números - Lição 05

Das Murmurações à Apostasia (Números 11-14)

Introdução: Você sente que Deus te desapontou? Está insatisfeito com a vida que Deus tem te dado? Já reclamou que Deus não fez mais por você? Nossa lição desta semana mostra que Deus é receptivo a reclamações e que responde a elas; mas quando as reclamações se tornam em rebelião e desconfiança de Deus, cuidado! Vamos falar sobre fé. Nossos textos bíblicos sugerem que seria melhor nos concentrarmos nas reclamações Vamos pular para dentro do nosso estudo do livro de Números e aprender mais!

I. O Dilema do Onívoro

A. Leia Números 11:4-6. Você gosta de variedade na tua dieta? Tem simpatia pela reclamação do povo? (Gosto de visitar novos restaurantes para ver se têm algo diferente e bom para comer. Por outro lado, quando eu estava crescendo, comi o mesmo almoço por pelo menos cinco anos. Durante a semana de trabalho, tenho comido o mesmo café da manhã por mais de dez anos. Esta é a minha escolha.)

1. As pessoas estão somente reclamando da dieta? (Não, eles estão com saudades do Egito.)

a. Os peixes eram de graça no Egito? (Só se você esquecer o fato de que eles eram escravos, sem pagamento, no Egito.)

2. Estamos falando sobre quanto tempo com essa mesma dieta? (Leia Deuteronômio 1:2. Embora não saibamos o tempo total, a Bíblia nos diz que desde que os Dez Mandamentos foram dados até a sua localização atual, foi uma viagem de 11 dias!)

B. Leia Números 11:7-9. O que havia de bom acerca do maná?

1. Se você fosse Deus, o que pensaria sobre o pedido de mais variedade no menu?

2. Qual seria a dificuldade para Deus em mandar uma comida diferente para cada dia da semana?

3. Como Deus, você pode fazer qualquer coisa. Se você fosse Deus, qual seria a tua reação a tudo isso? (Onde está a gratidão por tudo o que fiz?)

C. Leia Números 11:10-15. Considere a reclamação de Moisés para Deus. Qual você considera como sendo a causa raiz do problema com a atitude de Moisés? (No verso 13 Moisés diz: “Onde conseguirei carne para todo esse povo?” Sua atitude é que ele é o responsável. Seus esforços solucionarão o problema.)

1. Moisés olhou para Deus em busca de ajuda? (No verso 14 Moisés parece pedir ajuda, mas novamente parece mais preocupado consigo mesmo – “não me deixes ver a minha própria ruína.”)

a. Considere a última vez que você reclamou com Deus. Você estava preocupado com a tua reputação? Estava tentando carregar o fardo sozinho?

2. Se você estivesse orientando Moisés nessa discussão com Deus, o que sugeriria que ele dissesse? (Não faça com que o assunto fique sendo sobre você. Faça com que Deus saiba sobre o problema e deixe Ele decidir como lidar com isso.)

D. Leia Números 11:16-17. Lemos anteriormente que Deus estava irado com o povo. Como você caracterizaria a resposta de Deus a Moisés? (Parece ser a mais razoável.)

1. O que Moisés perdeu? (Sua autoridade está a gora diluída.)

2. Qual é a chave para a liderança (O Espírito de Deus!)

3. Vamos pular alguns versos. Leia Números 11:24-25. Este não é o livro de Atos. O que este texto nos ensina acerca do Espírito Santo? (Que podemos esperar manifestações literais dele.)

a. Por que eles não profetizaram novamente? (Deus queria que eles soubessem que tinham o Espírito. Mas uma manifestação física contínua não era necessária.)

E. Leia Números 11:31-34. Que papel os 70 anciãs desempenharam nisso? (Nenhum. Deus poderia ter operado apenas através de Moisés.)

1. Deveríamos ser cuidadosos sobre o que pedimos?

2. Por que você acha que essas pessoas morreram? Qual é a lição para nós? (Não creio que as pessoas morreram porque pediram uma variação na dieta. Creio que elas morreram por causa de sua atitude. Não tiveram gratidão por haverem sido libertos da escravidão. Não tiveram gratidão pela comida fornecida. Elas tinham apenas reclamações.)

II. Terra Prometida

A. Leia Números 13:1-2. Qual você acha que eram os motivos de Deus para isso? (Se você está dando um presente para a sua esposa, fica ansioso para que ela o veja.)

B. Leia Números 13:26-29. Quais são os elementos essenciais do relato daqueles que foram explorar a terra? (Ela é em tudo como foi prometida. Mas será difícil possuí-la.)

1. Existe algum paralelo para nós hoje com relação ao céu?

C. Leia Números 13:30; Por que Calebe teve que silenciar o povo? (O relatório causou uma discussão instantânea. Aparentemente uma discussão acalorada.)

1. O que levou Calebe a dizer isso? (Ele estava preocupado que o povo seria desencorajado pelo relato das dificuldades em tomar a terra.)

D. Leia Números 13:31. Isto é verdade? (Sim. Se eles removessem Deus da equação.)

E. Leia Números 14:1-4. Há alguma lógica na resposta do povo? (Se eles queriam morrer, por que não morrer no campo de batalha? Por que não morrer tentando construir uma vida melhor para si mesmos?)

1. Você já foi culpado deste tipo de atitude quando enfrentou um grande problema na vida?

F. Leia Números 14:5-9. Por que Josué e Calebe pensaram que poderiam tomar a terra? (“A proteção deles se foi, mas o Senhor está conosco.”)

1. Eles tinham certeza de que Deus estava com eles? (Note o verso 8: “Se o Senhor se agradar de nós, Ele ... a dará a nós.”)

2. Vê você tivesse essa incerteza, avançaria? (Lembre-se que isto tem a ver com Deus, e não com o homem. Você avança sabendo que, qualquer que seja o resultado, Deus está no comando.)

G. Leia Números 14:10. O que o povo decidiu? (Que Moisés, Arão, Josué e Calebe haviam falhado com eles. Eram culpados de algo, talvez alo digno de morte.)

H. Leia Números 14:11. Note que Deus não fala sobre falta de fé, Ele fala sobre desprezo. O que você acha da reação de Deus?

1. Quando estamos encorajando a fé dos outros (ou de nós mesmos) deveríamos nos expressar em termos de desprezo a Deus?

2. Você acha que o povo realmente está desprezando a Deus? Seria o caso de que eles simplesmente não acham que poderiam fazer isso, e que o problema foi que eles deixaram Deus de fora da equação? (Se você é parte do povo de Deus, nunca pode deixá-Lo de fora da equação. Do ponto de vista de Deus, isso é desprezo.)

I. Leia Números 14:12-19. Este não é um diálogo extraordinário? Por que ele está no relato inspirado? Por que Deus quer que vejamos isso? Moisés está manipulando a Deus?

J. Leia Números 14:20. Essas pessoas pediram perdão? Lembre-se de que quando discutimos as epístolas de João (I João 5:16-17) consideramos se podemos orar pelo perdão do pecado de outras pessoas. Em Mateus 18:18 Jesus diz aos discípulos que eles podem “ligar” e “desligar” coisas no céu. Deveríamos orar pelo perdão dos pecados de ouras pessoas (como nossos filhos) ou você tem que ser um Moisés ou um discípulo para fazer isso?

K. Leia Números 14:21-25. Deus está dando ao povo o que eles pediram? (Compare Números 14:2 e Números 14:28-29.)

1. Se Deus os perdoou, então porque eles foram condenados à morte no deserto?

L. Em Números 14:36-38 aprendemos que todos aqueles que fizeram um mal relato morreram, somente Josué e Calebe sobreviveram. Isto foi relatado ao povo. Leia Números 14:40, 44-45. Foi dada uma segunda chance às pessoas? (Não. Eles haviam tido muitas “chances” antes, mas quando se trata de entrar na terra prometida, eles tiveram uma chance.)

1. Existe uma lição nisso para nós hoje? O que este texto sugere acerca da teoria “Deixados Para Trás”, que fala de uma segunda chance para o céu?

a. O que estes textos sugerem acerca de quaisquer diferenças entre a atitude de Deus com relação ao perdão dos pecados e a atitude de Deus com relação aos resultados práticos do pecado? (Nós pulamos Números 12, o qual revela segundas (ou mais) chances para Arão e Miriam. Em Números 14:22 Deus diz que deu a eles dez chances!)

b. O que a falha em entrar na terra prometida nos ensina acerca de desconfiarmos de Deus quando se trata de decisões importantes na vida?

M. Amigo, muitas vezes nessas lições tenho te convidado a ser um seguidor de Deus. Aceitar este convite traz junto a obrigação de confiar em Deus e não desprezá-Lo. Você vai decidir confiar em Deus hoje – mesmo quando enfrenta gigantes?

III. Próxima Semana: Disposições Para o Futuro

=============================== Direito de Cópia de 2009, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses. Para receber semanalmente estes comentários diretamente no teu endereço de e-mail, acesse: http://br.groups.yahoo.com/subscribe/BruceCameron ===============================

terça-feira, 20 de outubro de 2009

O Povo a Caminho – O Livro de Números - Lição 04

Trombetas, Sangue, Nuvem e Fogo (Números 9 e 10)

Introdução: Você gostaria de ser mais confiante? Confiante em que ficará bem na vida. Confiante que Deus está com você. Confiante que você tem uma compreensão correta de Deus e de Seu papel em nossa vida? Há anos atrás falei com um cristão que me disse que quando ele era jovem, queria fazer a vontade de Deus. O problema era que Deus nunca se mostrou para dizer-lhe o que fazer. Às vezes você se sente assim? Em caso afirmativo, vamos mergulhar em nosso estudo de Números para ver como Deus interagia com Seu povo naquele tempo!

I. Páscoa

A. Leia Números 9:1-3. Deus diz para celebrarmos a Páscoa. Sobre o que é a Páscoa? (Êxodo 12 relata como os judeus, enquanto ainda estavam no Egito, sacrificaram um cordeiro e colocaram o seu sangue na soleira da porta de suas casas. Como resultado de fazerem isto, protegeram seus primogênitos de serem mortos naquela noite.)

1. Quem estava matando todos os primogênitos? (Leia Êxodo 12:12. Deus disse que Ele faria isto.)

2. Por que nós, os seguidores de Deus, precisam ser protegidos de Deus? Deus não consegue distinguir o Seu povo dos egípcios? (Isto parece estranho, não é? A falta de lógica nisto sugere que Deus estava ensinando um ponto a Seu povo. Um ponto que sugere que eles possuem um papel (pequeno) em sua libertação.)

3. Por que simplesmente não desenhar uma estrela na porta? O sangue faz sujeira. (Deus estava começando a mostrar a esses escravos Seus planos para a erradicação do pecado e salvá-los da morte.)

4. O que isto nos diz acerca de Deus? (Ele não deve ser tratado de forma frívola. Ele está cuidando de Seus seguidores, mas PA uma coisa perigosa não obedecê-Lo.)

B. Leia Lucas 22:15-20. Por que Jesus era capaz de mudar a Páscoa?

1. Como as ações de Jesus eram consistentes com a Páscoa? (O propósito original de Deus em estabelecer a Páscoa era apontar para Jesus como o cumprimento final do “cordeiro” cuja morte nos salva da morte por desobediência.)

2. Isto ajuda a te dar confiança que o cristianismo é a religião “correta”? (Nenhuma religião mundial atual que acredite na inspiração do Antigo Testamento sacrifica um cordeiro para o perdão dos pecados. Isto parece estranho e inconsistente. Somente o cristianismo oferece uma resposta lógica. Ele ensina que Jesus era o cumprimento do sistema sacrifical e diz “Esta é a maneira pela qual ainda obtemos perdão de pecados de acordo com o ensinamento de Deus.)

3. Ainda existe um problema lógico? A páscoa apresentava uma ameaça para os primogênitos. Cremos que o pecado apresenta uma ameaça a todos, independentemente da ordem do nascimento. (Leia Colossenses 1:15. Parece estranho que somente o primogênito estivesse em perigo naquela época. O mistério do simbolismo se torna claro quando vemos que Jesus é o “primogênito” de toda a criação. Deus estabeleceu a Páscoa claramente com o sacrifício de Jesus em mente. Deus o Pai “perdeu” seu Filho primogênito para o pecado na cruz. A vitória de Jesus sobre o pecado e a morte, se a aceitamos, nos dá a vitória sobre o pecado e a morte.)

C. Leia Números 9:6-8. Qual é o problema? (Aprendemos de Números 5 que as pessoas cerimonialmente impuras deveriam ficar fora do acampamento. Ser cerimonialmente impuro era inconsistente com a adoração.)

1. O que Moisés fez? (Ele se consultou com Deus.)

a. Que lição este texto nos ensina quando nos encontramos com problemas teológicos? (A palavra de Deus é a Bíblia. Precisamos estudar a nossa Bíblia e pedir pela direção do Espírito Santo.)

D. Leia Números 9:9-10. A decisão de Deus faz algum sentido para você? Se sim, por que? (A Páscoa apontava para a solução final de Deus para o problema do pecado. Deus morreria por nós. Faz sentido lógico atrair todos os pecadores que pudermos! Impuro? Bem vindo a esta cerimônia!)

II. O Fogo e a Nuvem

A. Leia Números 9:15-22. Você já disse alguma vez “Me sinto como se uma nuvem negra estivesse em cima de mim”? Isto é uma coisa boa ou má? (Geralmente pensamos nisto como uma coisa ruim.)

1. Para qual propósito principal esta nuvem servia? (Ela era o guia de turismo!)

a. Os movimentos da nuvem eram previsíveis? (Não. Às vezes ela ficava em um lugar por uma noite. Às vezes ela ficava por um mês ou um ano.)

b. Lembre que começamos a nossa conversa falando sobre confiança, especialmente com relação ao papel de Deus em nossa vida. O que isto poderia nos ensinar acerca de como a liderança de Deus opera em nossa vida?

(1) As pessoas podiam deixar a nuvem? (Com certeza.)

(a) Por que você iria querer deixar a nuvem? (Ela estava passando pelo deserto – um lugar terrível. Ela era imprevisível. Ela não perguntava para as pessoas as preferências da agenda delas.)

(2) O que aconteceria às pessoas se elas decidissem esquecer essa questão de seguir a nuvem? (O fogo significava que eles podiam ver à noite. Não precisavam tropeçar nas pedras. O deserto é frio à noite. O fogo fornece calor. Durante o dia a sombra da nuvem tornava a temperatura mais suportável. Não seria agradável deixar a nuvem.)

2. Vamos assumir que vocês são estrangeiros que estão passando um tempo em um oásis e vêem esta vasta horda de pessoas (talvez um milhão) seguindo a nuvem. O que você pensaria? (Agora vocês tem uma idéia de por que os pagãos não entendem os cristãos.)

3. Você gostaria de ter uma “nuvem” na tua vida que te permitisse olhar para cima a saber o que fazer?

a. Você lê a tua Bíblia para aprender qual é a vontade de Deus? Se não, por que achar que você teria algum interesse na nuvem?

b. Quão específica era a informação da nuvem acerca da vida? (A nuvem não controlava todos os aspectos da vida. Deus deu a Moisés regras para muitas coisas da vida. A nuvem dava direções e horários genéricos.)

c. É significante que a nuvem dava informações genéricas? A maioria das pessoas recebe instruções do tipo “nuvem” da parte de Deus – Ele nos dá diretrizes gerais e deixa os detalhes para nós mesmos?

III. Trombetas

A. Números 10 revela que além da nuvem, Deus estabeleceu um sistema de “sinalização” para guiar o movimento ordenado de Seu povo. Era uma parceria nuvem/trombeta, Deus/homem.

B. Vamos olhar um aspecto das trombetas em maiores detalhes. Leia Números 10:8-9. O povo de Deus teria uma nuvem para determinar quando deveriam ir para a batalha? (Isto não é mencionado aqui.)

1. Este texto indica que Deus está ciente até mesmo da batalha específica? (Podemos dizer que Deus geralmente autorizava a batalha porque ocorria na “própria terra” dos israelitas e era contra um opressor. Mas, da maneira como está escrito, parece que Deus não é parte do ataque original.)

2. O que Deus promete fazer por Seu povo quando ele entra em uma batalha por si mesmo? (Dê uma “buzinada” para Deus e Ele te resgatará.)

3. Isto se aplica a nós hoje? Digamos que você está em algum tipo de problema. Você não pode dizer que Deus te dirigiu para ele, talvez você tenha se colocado nele. Deus está nos convidando a “chamar” por Ele? Fazer com que Ele saiba que você poderia usar alguma ajuda? (Gosto muito deste quadro. Deus nos convida a enviar a Ele uma “trombetada”. Enviar um sinal de perigo, mostrando que você poderia usar alguma ajuda agora mesmo.)

C. Amigo, a Páscoa nos dá confiança que Jesus é i Salvador prometido. Ele é o único que cumpre o simbolismo do Antigo Testamento. É o único que torna a lógica do sistema sacrifical completo. Olharmos para o sistema de “nuvem” de Deus nos dá confiança que Deus quer nos dar instruções na vida. Pode ser que Ele não esteja fazendo um micro-gerenciamento na tua vida, mas quer te guiar. Melhor ainda, quando entramos em um problema, podemos saber que Ele está à distancia de uma “trombetada”. O que você acha de fazer de Deus o Senhor da tua vida hoje?

IV. Próxima Semana: Das Murmurações à Apostasia

=============================== Direito de Cópia de 2009, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses. Para receber semanalmente estes comentários diretamente no teu endereço de e-mail, acesse: http://br.groups.yahoo.com/subscribe/BruceCameron ===============================